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Secretaria do Meio Ambiente treina brigadistas para a temporada de secas e queimadas no Distrito Federal

Brasília de Fato

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Ao todo, 95 voluntários serão capacitados para atuar no período de seca, entre julho e novembro deste ano

 

O Governo do Distrito Federal juntamente com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) oferecem o primeiro curso de brigadista florestal nesta semana, de forma totalmente gratuita. Ao todo, serão capacitados 95 voluntários brigadistas para atuar no período de seca, entre julho e novembro deste ano. O objetivo é que a capital esteja amparada para evitar e combater qualquer tragédia florestal.

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“No ano passado, lançamos o edital de contratação e tivemos muita dificuldade em encontrar profissionais capacitados. Passamos essa demanda ao governador Ibaneis Rocha e ao secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, e eles se mostraram preocupados com a questão. Por isso, resolvemos agir e prevenir de forma antecipada”, conta a coordenadora do Plano de Prevenção e Combate a Incêndio no Distrito Federal, Carolina Schubart.

 

O curso é aplicado pelos profissionais do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) que é a área especializada do Ibama, responsável pela prevenção e combate aos incêndios florestais, incluindo atividades relacionadas a campanhas educativas, treinamento e capacitação de produtores rurais e brigadistas. Com a alta procura, foi necessário que uma outra turma fosse formada. Por isso, as aulas da primeira turma iniciaram nesta segunda-feira (22). A segunda turma tem aulas a partir do dia 13 maio.

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Disciplinas

 

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Com duração total de 40 horas fracionadas em cinco dias, as disciplinas aplicadas são Organização da Brigada e Segurança, Manejo Integrado do Fogo, Equipamentos e Ferramentas, Comportamento do Fogo, Combate aos Incêndios Florestais e Técnicas de Queima Controlada e Desmobilização. Além disso, serão feitas aulas práticas. A ideia é capacitar o máximo possível de brigadistas para quando o edital de contratação do Ibram sair, os inscritos estejam preparados.

 

 

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Blitz educativa

 

Além disso, a Sema vai realizar uma blitz educativa, nesta sexta feira (26) de prevenção aos incêndios florestais no DF. A ação ocorrerá de 8h às 12h, na comunidade de Brazlândia, e vai contar com a parceria do Ibram, JBB, IBGE, ICMBio, Ibama, PRF, Secretaria de Saúde, Marinha, Corpo de Bombeiros, Aeronáutica e Administração Regional de Brazlândia.

 

 

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Levantamento vai aprimorar reposição de insumos na rede pública

Contagem em andamento e sob responsabilidade Iges-DF estima que estoque contenha mais de 1 milhão de itens hospitalares

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A Central de Armazenamento do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) tem mais de 1 milhão de itens hospitalares estocados atualmente. Essa é a estimativa do levantamento que está sendo feito nesta semana, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Com as informações atualizadas, será possível aprimorar a reposição de medicamentos e equipamentos do Hospital de Base (HB), do Hospital de Santa Maria (HRSM) e das seis unidades de pronto atendimento (UPAs).

A contagem começou ontem (16) e está prevista para terminar nesta quinta-feira (17), com a participação de representantes de todas as unidades do instituto, sob orientação da Assessoria de Compliance e Governança, da Controladoria Interna do Iges-DF. “Os princípios de compliance são fundamentais para fazer este primeiro inventário da nova gestão do Iges-DF. Queremos que seja uma tarefa realizada com muita transparência e ética”, disse o responsável pela assessoria, Eduardo Corrêa.

As informações levantadas são incluídas no sistema Soul MV, ferramenta de gestão que facilita o fluxo de dados entre setores e integra todos os processos hospitalares. “Quinze colaboradores foram treinados nesta semana para acessar o sistema, atualizar os bens e gerar relatórios de conferência”, informou o superintendente adjunto de Insumos e Logística do Iges-DF, Thiago Teixeira.

O inventário faz parte do balanço fiscal do instituto. “Fizemos o levantamento do estoque, vamos passar para a contabilidade e estaremos devidamente organizados para o novo ano”, disse Teixeira.

Para a farmacêutica Larissa Fonseca, uma das responsáveis pelo inventário, esta contabilidade efetiva de bens vai contribuir diretamente com as demandas de reposição de itens para as unidades de saúde. “A atualização, de forma totalmente sistematizada, nos ajuda a ficar em dia com o controle das validades dos medicamentos e a atender as necessidades dos pacientes”, comemorou Larissa.

As informações são da Agência Brasília

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UBS 8 de Santa Maria no combate ao HIV

Até o dia 22 de dezembro, unidade faz ação promovendo testes e orientações

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Remédio que previne contaminação pelo vírus HIV será oferecido pelo SUS este mês

A Unidade Básica de Saúde 8 de Santa Maria reforçou as ações para a campanha Dezembro Vermelho. A ação que ocorrerá até a próxima segunda-feira (22) tem como tema “Testar é saber, saber é cuidar”. Trata-se de um reforço na conscientização quanto a importância em se fazer o teste de HIV, receber o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento adequado em caso de resultado positivo.

A expectativa é atender cem pessoas durante a ação. “Nosso objetivo é o estreitamento do vínculo com a comunidade ofertando, mesmo durante a pandemia, serviços de saúde. Prova disso são as ações que a equipe promove mensalmente, buscando ofertar um serviço de qualidade, fruto do empenho de todos que trabalham na unidade”, destaca o gerente da UBS 8, Victor Campos.

Em caso de diagnóstico do vírus HIV, os pacientes são orientados e encaminhados para tratamento em uma unidade que oferece atendimento especializado. São oito no total:

Além de testes rápidos de HIV, serão oferecidos exames para detecção de sífilis, hepatite B e C. A unidade também faz a distribuição de preservativos masculino e feminino, além de gel lubrificante.

Abrangência

A UBS 8 de Santa Maria atende à população que reside nas Quadras 417 a 419 e na EQ 417/517 e possui 2 equipes de Estratégia de Saúde da Família.

As informações são da Agência Brasília

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Hospital da Criança de Brasília recebe selo de reconhecimento nacional

Unidade recebeu nível mais alto de acreditação hospitalar; apenas 166 hospitais públicos do país possuem a certificação

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O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) recebeu o selo “Acreditado com Excelência”, conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), nesta quinta-feira (17). O novo nível de acreditação é resultado do processo de avaliação realizado em novembro. É um reconhecimento das instituições de saúde que atingem padrões elevados de segurança, qualidade e gestão integrada, além de considerar que a cultura organizacional busca a melhora contínua.

A conquista do terceiro nível de acreditação foi anunciada em cerimônia com a presença do secretário de Saúde, Osnei Okumoto, da gerente do Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde (Ibes), Tatiana Lourenço, do superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem, e do diretor-presidente do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), Newton Alarcão.

Para Okumoto, as melhorias vindas do HCB são admiráveis. “Cada vez mais vocês surpreendem a todos nós com mais uma vitória, mais um Selo de Qualidade, demonstrando que, por mais excelência que se tenha no trabalho, nós podemos fazer um pouquinho mais e melhorar a cada dia”, disse o secretário.

Dos 331 hospitais certificados pela ONA, 166 possuem o nível mais alto da certificação – deles, apenas 26 são hospitais públicos. O HCB agora integra esse grupo, sendo o primeiro Acreditado com Excelência da rede pública do Distrito Federal. No Brasil, além do HCB, outros dois hospitais públicos pediátricos possuem esse nível: um em São Paulo e outro no Pará.

A gerente do Ibes (credenciado pela ONA para realizar as visitas de avaliação) parabenizou a equipe do HCB pela conquista. “Com o respeito pela saúde pública, pela criança, vocês nos deixam, em toda avaliação, com um brilho e lágrimas nos olhos, pela excelência no atendimento. Na última avaliação, vocês mostraram o quanto se reinventaram, mesmo em época de pandemia, mostrando segurança – que é o nível 1; gestão – que é o nível 2 – e, com certeza, gestão integrada”, afirmou Lourenço, ao anunciar o resultado da avaliação.

O superintendente executivo do hospital explicou que o resultado da Acreditação é um reflexo do trabalho que toda a equipe do HCB realiza diariamente e destacou o compromisso do Hospital com o Serviço Único de Saúde (SUS). “Todo cidadão brasileiro tem direito a uma saúde digna, de qualidade: é isso que o Hospital da Criança de Brasília oferece e é isso que essa certificação vem, de fora, dizer que estamos no caminho certo”, disse Rehem.

Segundo o diretor-presidente do Icipe, Newton Alarcão, a acreditação “coroa a história do Hospital”. Relembrando a história de mobilização que levou à construção do HCB, ele destacou a importância da população do DF para o resultado da avaliação. “Muitas pessoas, antes, ajudaram a construir essa história e esse é um momento de homenageá-las”, ressalta Alarcão afirmando que “o HCB sempre se apoiou em ombros de gigantes da comunidade”.

Além da Acreditação nível 3 da ONA, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar recebeu o reconhecimento de outras instituições em 2020. O HCB recebeu o prêmio “Latin American Quality Awards 2020” – e pela excelente gestão de negócios, comprometimento com o modelo de excelência Lean e desenvolvimento abrangente comprometidos em alcançar o futuro que queremos para o ano de 2030 – e o Certificado de Qualidade do Ambiente de Trabalho, conferido pela Fundação Instituto de Administração (FIA).

O certificado reconhece o esforço da gestão em promover um ambiente profissional harmonioso e agradável e se mostra alinhado a resultados percebidos pela própria Instituição: em pesquisa de clima organizacional realizada em 2020 com os funcionários, foi alcançado o índice de satisfação de 79,6; a pesquisa também apontou que 92,9% dos funcionários sentem orgulho de trabalhar no HCB.

As informações são da Agência Brasília

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Aos 60, a dupla batalha de Iracira pela vida

Recém diagnosticada com câncer de pulmão, mulher se recupera da covid-19 após 10 dias de tratamento

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A esperança de vencer a covid-19 nasce de histórias como a de Iracira Lúcia Soares. Aos 60 anos de idade, e recém diagnosticada com um câncer no pulmão, ela encontrou força para lutar contra o vírus que já tirou inúmeras vidas. “Minha mãe superou todas as nossas expectativas com relação ao tratamento”, conta, com satisfação, Felipe Soares, de 29 anos, filho da paciente.

Após 10 dias de tratamento, e em meio às lágrimas e sorrisos, Iracira só consegue demonstrar gratidão. “Eu só tenho a agradecer. A cada dia melhoro mais”, conta a mulher que chegou ao sétimo andar do Hospital de Base de Brasília (HBDF), onde é oferecida a reabilitação para os pacientes de covid-19, no dia 6 de dezembro. De acordo com os médicos do hospital, a paciente estava quase sem fala e com os seus movimentos reduzidos. “Meus movimentos melhoraram e a minha tosse também. A fisioterapeuta tem me ajudado muito”, completou a senhora. Iracira fazia o tratamento do câncer, descoberto em novembro, na unidade hospitalar quando descobriu a contaminação pelo vírus.

“Ela começou a ter os sintomas da covid-19 no dia 1º de dezembro. No dia 3, o resultado atestando positivo saiu”, relembra Felipe. Assim como outros internados neste andar, que conta com 15 leitos, Iracira é atendida por enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais.

Depressão

“Ela passou por um momento de muita depressão e dificuldade em relação ao diagnóstico do câncer associada à sobrecarga da covid-19”, conta Viviane Wesgueber, fonoaudióloga e integrante da equipe que cuida de Iracira. “A paciente chegou com alteração da fala e o trabalho da fonoaudiologia foi fundamental para que ela voltasse a se comunicar bem. Hoje podemos ver ela sorrindo e com expectativa de melhor qualidade de vida”, completa a profissional.

Também responsável pelo tratamento de Iracira, a fisioterapeuta Thília Cerqueira explica que, para o caso, foi necessário um processo bem específico. “Foi um atendimento bem complexo. Trabalhamos tanto a parte motora quanto a respiratória. A gente vai tentando evoluir de acordo com as queixas do paciente”, explicou. “Se ela relata cansaço, falta de ar ou fraqueza muscular, tentamos melhorar tudo isso, diminuindo o tempo de internação e melhorando a funcionalidade dela, que por ficar muito tempo internada, pode ter a sua independência reduzida”, finaliza a especialista.

“Eu faço todas as refeições certinhas. Os médicos do hospital me visitam todos os dias e sempre que preciso. Estou sendo muito bem tratada e recebendo apoio de todos à minha volta”, afirma Iracira sobre sua experiência como paciente no sétimo andar. “Já estou me sentindo muito melhor do que estava Sem cura para doença, batalha é para adiar transplante antes”, completou, animada, a paciente. Para o filho Felipe, a mãe nasceu de novo. “Ela teve muita sorte, reagiu muito bem ao vírus”, conta. “A gente tem sentido muita firmeza e muita confiança com relação aos seus resultados. Estamos bem felizes e ansiosos pela próxima conquista, a próxima melhora”, acrescenta o rapaz.

Interação entre as doenças

De acordo com o oncologista cirúrgico, Dr. Gustavo Gouveia, Iracira é, infelizmente, uma exceção. “Como o câncer de pulmão já compromete a capacidade respiratória do paciente, isso tende a agravar a infecção pelo Sars-CoV-2, agente da covid-19 ”, informa o profissional. Ele explica que, neste tipo de câncer, a proliferação das células cancerosas substitui o tecido pulmonar saudável por um que não consegue realizar as trocas gasosas necessárias para a sobrevivência, colocando a pessoa em risco.

O especialista explica ainda que, para a recuperação de pacientes oncológicos infectados pelo vírus, é necessário realizar o tratamento cedo, e que sua eficiência irá depender de como as duas doenças irão ‘interagir’ no corpo do indivíduo. “A recuperação depende não só do câncer nem do vírus, mas da interação de ambas as doenças com a capacidade imunológica e funcional da pessoa”, afirma Gustavo.

Cai média móvel de mortes

Ontem, o Distrito Federal registrou três óbitos em decorrência da covid-19 – duas mulheres e um homem de idades variantes entre 70 e 80 anos ou mais. Eles residiam no Gama, Lago Sul e Plano Piloto e estavam internados nos Hospitais Regional do Gama e Santa Helena. Todos possuíam comorbidades, o que pode ter agravado o quadro de saúde dos pacientes. As informações são do Boletim Epidemiológico da SES/DF.

A média móvel de mortes por covid-19 manteve-se menor ontem no DF, registrando diminuição de cerca de 21,6% em relação aos dados registrados há duas semanas. Em relação ao índice registrado na última terça-feira (1º), no entanto, houve crescimento em 50% na quantidade de óbitos. A variação foi de 21,6 pontos percentuais, o que indica instabilidade negativa, uma vez que a diferença foi acima de 15%.

Ontem, 531 novos casos foram computados pela Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) – número 6,2% menor que há duas semanas. O dado demonstra diminuição de 5,7 pontos percentuais menor em relação aos registrados na última terça-feira (1º).

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Bolsonaro convoca ministros para discutir reação ao STF, e aliados defendem lei de abuso

Segundo assessores presidenciais, Bolsonaro deve propor uma resposta mais contundente ao Supremo, onde tramita o inquérito das fake news

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) convocou ministros na tarde desta quarta-feira (27) para discutir uma reação ao STF (Supremo Tribunal Federal), após operação determinada pela corte ter mirado políticos, blogueiros e empresários ligados ao mandatário.

Segundo assessores presidenciais, Bolsonaro deve propor uma resposta mais contundente ao Supremo, onde tramita o inquérito das fake news.

Uma das opções em pauta é sugerir que o ministro Abraham Weintraub (Educação) não preste depoimento à corte, após ter sido intimado pelo ministro Alexandre de Moraes nesse mesmo inquérito que resultou em operação de busca e apreensão contra bolsonaristas.

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De acordo com integrantes da ala ideológica do governo, o presidente também deve sugerir que Augusto Heleno, ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), não acate nenhum pedido do Supremo em um outro inquérito, esse relatado por Celso de Mello.

Numa terceira frente, mais agressiva, aliados de Bolsonaro ainda defendem que ele nomeie Alexandre Ramagem na Polícia Federal, em um enfrentamento à decisão anterior de Moraes, e passe a brigar com o Supremo judicialmente, mesmo que recorra a cortes internacionais.

A ideia seria propor uma nota descrevendo a reação planejada, se houver a concordância de todos os ministros. Caso Bolsonaro siga essa linha, aprofundará ainda mais a crise do governo com o Judiciário.
Segundo assessores do presidente, Bolsonaro avaliou nesta quarta-feira que a operação deflagrada teve como objetivo atingi-lo. O presidente discutiu o assunto com ministros, inclusive com o titular da Defesa, Fernando Azevedo.

A aliados que o visitaram, o presidente avaliou que o ministro Alexandre de Moraes quer disputar poder com ele. Auxiliares do mandatário disseram que o presidente tratou a situação como uma guerra.

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Segundo pessoas próximas, Bolsonaro hoje teria mais condições de tomar uma medida forte porque tem o apoio de ministros militares. Aliados do presidente avaliam que as últimas ações do Supremo uniram o núcleo fardado em defesa do governo.

Mais cedo, integrantes do Palácio do Planalto disseram que cresceu a disposição do presidente de questionar ministros da corte com base na lei de abuso de autoridade.

Segundo auxiliares de Bolsonaro, o governo avalia entrar com uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra a investigação que mira parlamentares no Supremo, como mostrou a coluna Painel, e também questionar Alexandre de Moraes e Celso de Mello, ambos da corte, por excessos que teriam cometido em ações recentes.

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Em outra frente, aliados de Bolsonaro do núcleo mais ideológico avaliam reforçar o movimento nas redes pedindo o impeachment dos magistrados, embora tenham pouca chance de avançar no Congresso.

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EUA aprovam remdesivir para tratamento do novo coronavírus (Trump)

O medicamento acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA

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EUA aprovam remdesivir para tratamento do novo coronavírus (Trump)

O remdesivir acelera o tempo de recuperação em pacientes com COVID-19, de acordo com um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

Aqui está o que você precisa saber sobre o remédio:

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– O que é o remdesivir? –

O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola, uma febre hemorrágica viral.

Em 2016, esse remédio entusiasmou os pesquisadores em um estudo realizado com primatas, e foi usado durante uma importante pesquisa na República do Congo, sendo comparado com outros três medicamentos.

No entanto, esse estudo, entretanto, foi concluído em 2019 porque o medicamento não conseguiu aumentar as taxas de sobrevivência como os outros dois anticorpos monoclonais, proteínas do sistema imunológico projetadas em laboratório.

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Em fevereiro, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID) anunciou que o remdesivir seria novamente testado, dessa vez em uma pesquisa sobre o SARS-CoV-2, o patógeno que causa o COVID-19, porque era promissor em testes em animais contra os coronavírus SARS e MERS.

– Qual a sua eficácia? –

O NIAID anunciou os resultados de seu estudo, que contou com 1.000 pessoas e teve como conclusão que pacientes hospitalizados com problemas respiratórios por COVID-19 tratados com a droga melhoraram mais rapidamente do que os casos resolvidos com um placebo.

Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido.

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“Embora os resultados tenham sido claramente positivos, do ponto de vista estatisticamente significativo, eles foram pequenos”, disse nesta quinta-feira Anthony Fauci, cientista chefe do NIAID.

Em outras palavras, funciona, mas não é uma cura milagrosa.

No entanto, ele pode abrir o caminho para melhores tratamentos, assim como os primeiros medicamentos desenvolvidos para o tratamento do HIV nos anos 80, muito menos eficazes do que os usados atualmente.

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Os resultados sugeriram que o remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8,0%, mas esses dados são considerados menos confiáveis estatisticamente.

– Por que há resultados variados? –

As descobertas do estudo liderado pelos EUA foram anunciadas no mesmo dia em que a The Lancet publicou os resultados de um estudo realizado em menor escala com o mesmo medicamento, no qual não encontrou benefício estatístico no remdesivir.

Este estudo ocorreu com pouco mais de 200 pessoas em Wuhan, na China, e foi um estudo controlado de forma aleatória, que é forma considerada de mais alto padrão na avaliação de um tratamento.

Esse estudo, no entanto, teve que ser interrompido por não recrutar pacientes suficientes. Seu tamanho foi aproximadamente cinco vezes menor do que o estudo realizado pelos Estados Unidos.

“Os números dos testes são muito pequenos para tirar conclusões objetivas”, disse Stephen Evans, especialista em estatística médica da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

– Quando estaria disponível?

O remdesivir já foi administrado a pacientes em todo o mundo, em ensaios clínicos e também fora deles, em resposta aos “pedidos de uso compassivo” da Gilead para conseguir acessar algumas emergências.

Nos Estados Unidos, espera-se que a agência federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) emita uma “autorização de uso emergencial” em breve, o que aumentaria ainda mais seu uso, antes de sua aprovação formal.

“Eu estava conversando com o comissário da FDA ontem à noite, e tudo está acontecendo muito rápido”, disse o epidemiologista e assessor do presidente americano, Donald Trump.

“Eles ainda não tomaram uma decisão final, não a anunciaram, mas eu diria que chegaremos a ela em breve”.

Como o medicamento é complexo de fabricar e é administrado por injeção e não por pílulas, há dúvidas sobre se o abastecimento será limitado a uma fase.

Em carta aberta divulgada na última quarta, Daniel O’Day, presidente da Gilead, informou que a empresa tem 1,5 milhão de doses prontas ou quase prontas.

“Estimamos que seriam (disponibilizadas) 140.000 tratamentos com base em uma duração de 10 dias”, disse ele.

Outro estudo mostrou que cinco dias são tão eficazes quanto usá-lo em 10 dias.

Isso significa que “podemos aumentar significativamente o número de tratamentos disponíveis, que a Gilead está comprometida a doar”, disse O’Day

– Como funciona? –

O remdesivir pertence a uma classe de medicamentos que ataca diretamente o vírus.

É o chamado “análogo de nucleotídeo”, que imita a adenosina, um dos quatro componentes básicos do RNA e do DNA.

“O vírus não toma muito cuidado com o que incorpora”, disse o virologista Benjamin Neuman, da Texas A&M University.

“Os vírus normalmente tentam ser rápidos e mudam a velocidade como forma de precaução”, alertou.

O remdesivir é incorporado de forma silenciosa ao genoma do vírus em vez da adenosina, causando um curto-circuito no seu processo de reprodução.

Nesta quinta-feira, o diretor médico do Gilead, Merdad Parsey, disse que além dos pacientes que tiveram sintomas por menos tempo e aparentaram responder melhor ao medicamento, parece que a droga provocou algum benefício entre os que estavam em estado mais crítico.

Isto se deve ao fato de que o vírus desencadeia uma reação imune anormal chamada de tempestade de citocina, responsável pela lesão nos pulmões.

“Ao limitar a replicação viral, reduz a inflamação e o volume de pessoas que desenvolvem lesão pulmonar, suspendendo mais rapidamente o uso de respirador”, explicou Parsey.

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Bolsonaro sobre número de mortos no Brasil ser maior que o da China: “E daí?”

O presidente falou “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”

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Nesta terça-feira(28), o presidente Jair Bolsonaro esnobou os números de mortes por coronavírus no Brasil enquanto conversava com a imprensa na frente do Palácio da Alvorada. Ao ser questionado sobre o fato de o Brasil ter ultrapassado a China no número de mortos por Covid-19 ele disse “E daí?”

O presidente falou “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”. E completou “Coronavírus, o ministro [da Saúde, Nelson Teich] que fala por essa questão.”

De acordo com os dados mais recentes o Brasil já tem 5.017 mortes por coronavírus confirmadas. A quantidade é maior que a da China, onde a crise de coronavírus começou. O país asiático registrou 4.633 óbitos até aqui.

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Coronavírus: MPDFT questiona GDF sobre reabertura do comércio

O ofício também questiona o alcance do decreto

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A força-tarefa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), responsável por fiscalizar as ações de combate ao novo coronavírus do Governo do Distrito Federal (GDF), oficiou o governador Ibaneis Rocha quanto a abertura dos comércios nas capitais. 

O documento foi enviado nesta terça-feira, 14 de abril, e o Executivo tem quatro dias para responder.

No documento, o MPDFT questiona o GDF quanto as atividades econômicas autorizadas a funcionar pelo Decreto 40.550/2020. O questionamento principal levanta qual a diferença da construção civil e o setor moveleiro, por exemplo, das demais atividades que permaneceram fechadas no mesmo período.

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O ofício também questiona o alcance do decreto. Para os setores de eletrônicos e automotores as autorizações são amplas, mas não há indicação sobre quais atividades específicas podem funcionar ou quantas empresas estariam incluídas nessa exceção.

 

De acordo com os signatários do documento “a preocupação do MPDFT é que a reabertura de setores da economia siga critérios técnicos e científicos e que tenda para o isolamento social de, no mínimo, 70% das pessoas, como recomenda a Organização Mundial de Saúde, ao menos enquanto os serviços de saúde são estruturados para receber a demanda adicional resultado da Covid-19”.

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Suspensão de trabalho decretada por Bolsonaro é ‘inoportuna e desastrosa’, dizem magistrados do Trabalho

De acordo com os juízes e desembargadores, a ação ‘destrói o pouco que resta dos alicerces históricos das relações individuais e coletivas de trabalho’

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A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) classificou como ‘inoportuna e desastrosa’ a edição da Medida Provisória 927, elaborada pelo governo Jair Bolsonaro para flexibilizar contratos de trabalho e permitir a suspensão do pagamento de salários por quatro meses por conta da crise do novo coronavírus.

De acordo com os juízes e desembargadores, a ação ‘destrói o pouco que resta dos alicerces históricos das relações individuais e coletivas de trabalho’.

De acordo com a entidade, a medida entra em vigor em um contexto de crise sanitária, econômica e política para ‘lançar os trabalhadores à própria sorte’. O principal ponto criticado é que, ao conceder autorização a empresas para flexibilizar os contratos, o governo não dá ao trabalhador qualquer garantia de fonte de renda como compensação além de um ‘curso de qualificação que dificilmente poderão prestar em quarentena’ e uma ajuda de custo por parte da empresa ‘de custo aleatório, desvinculado do valor do salário-mínimo’.

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“Ao apenas pedir o sacrifício individual das pessoas que necessitam do trabalho para viver, a MP 297 indica que soluções que impliquem em pactos de solidariedade não serão consideradas”, afirma a Anamatra, que lista entre as medidas possíveis a taxação de grandes fortunas, a intervenção estatal para redução dos juros bancários sobre cartão de crédito e a isenção de impostos sobre a folha salarial e a circulação de bens em serviços.

 

“Há omissão, que se converte em silêncio injustificável, quanto à proteção aos trabalhadores e às trabalhadoras informais”, critica a entidade de magistrados.

A Anamatra relembra que a Constituição Federal garante a irredutibilidade salarial e a garantia do salário-mínimo como direitos humanos dos brasileiros. “A presente crise não pode, em absoluto, justificar a adoção de medidas frontalmente contrárias às garantias fundamentais e aos direitos dos trabalhadores”, afirma. “Impor a aceitação dessas previsões, sob o argumento de que ficarão todos desempregados, não é condizente com a magnitude que se espera do Estado brasileiro”.

A MP 927, que tem já tem força de lei, foi editada pelo governo Bolsonaro neste domingo, 22, como forma de evitar demissões em massa por parte das empresas. A medida estabelece que, em troca da suspensão do salário, o empregador poderá conceder uma ‘ajuda compensatória mensal’, sem natureza salarial, e com valor ‘definido livremente’ entre o funcionário e o patrão por negociação individual.

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Pelas redes sociais, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou que a medida se trata de um ‘lay-off’, suspensão temporária do trabalho para qualificação. “A suspensão obviamente será em acordo entre empregados e empregadores e terá sim parcela paga pelo empregador para manutenção da subsistência e da vida do empregado”, disse.

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Aécio recebeu R$ 65 milhões em propina de construtoras, diz PF

Delator menciona crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro

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PT muda posição e deve votar pelo afastamento de Aécio

Em relatório conclusivo, a Polícia Federal afirmou que o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu R$ 65 milhões em propina das construtoras Odebrecht e Andrade Gutierrez, entre 2008 e 2011, “sendo parte relevante desta quantia fora do período eleitoral”. No documento, entregue ao relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, o delegado Bernardo Guidali menciona crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

A partir desse relatório sobre as investigações, cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se denuncia Aécio ou se envia os autos à primeira instância, pois os fatos são anteriores ao atual mandato do deputado. Também foi atribuído crime de lavagem de dinheiro ao ex-diretor de Furnas Dimas Toledo e ao empresário Alexandre Accioly, apontados como supostos intermediários da propina.

De acordo com a PF, os pagamentos foram uma “contrapartida pela influência sobre o andamento dos negócios da área de energia desenvolvidos em parceria pelas construtoras, notadamente sobre a Cemig, companhia controlada pelo governo de Minas Gerais, e Furnas, subsidiária da Eletrobrás”. Entre esses negócios estão “os projetos do Rio Madeira, como as Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia”. Aécio foi governador de Minas de janeiro de 2003 a março de 2010.

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Valores

A PF afirma que, da Odebrecht, Aécio recebeu R$ 30 milhões, sendo R$ 28,2 milhões em espécie. Outra parte teria sido paga por meio de contas de empresas offshores no exterior. Já a Andrade Gutierrez, conforme o relatório, repassou ao tucano R$ 35 milhões, por meio de investimentos em holding que tem Accioly como sócio-proprietário.

 

‘Conclusões absurdas’

Defensor de Aécio Neves, o criminalista Alberto Zacharias Toron afirmou que as conclusões do relatório da PF são “absurdas”. Segundo ele, a obra investigada “era de responsabilidade do governo federal, ao qual o então governador fazia oposição, e foi realizada em Rondônia, sem qualquer relação com o governo de Minas”. “As fantasiosas conclusões são baseadas em delações espúrias”, disse Toron.

A defesa de Alexandre Accioly disse que “provará cabalmente ao Ministério Público e ao Poder Judiciário que Accioly nunca incorreu em qualquer prática ilícita.” A defesa de Dimas Toledo não foi localizada. Odebrecht e Andrade Gutierrez, cujos executivos fizeram delação, disseram colaborar com a investigação.

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