A influência do amor na educação dos nossos filhos

educação

Uma semente plantada nunca deixa de florescer

Quais sementes temos plantado no coração dos nossos filhos e no nosso próprio coração? Pequenos ensinamentos e hábitos da minha infância norteiam os meus passos desde então e eu agradeço à Deus pela oportunidade de ter sido educada dessa maneira.

Você já parou para pensar na responsabilidade que temos ao ensinarmos nossos filhos a serem gentis consigo e com o próximo? Nós somos educadores que exercem uma importantíssima tarefa de moldar o caráter e a referência de amor dessas crianças. Nem sempre acertamos, muitas vezes falhamos, mas que nunca falte amor. Pois pior do que um modelo com falhas é a ausência de um. Não podemos permitir que os nossos filhos entrem para a estatística dos filhos órfãos de pais vivos. É necessário surpreender, valorizar e encorajá-los a serem melhores a cada dia para que eles possam desenhar uma imagem com alicerces profundos no solo da memória afetiva deles.

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Temos de ensina-los, primordialmente, sobre o amor que é a base de todo ensinamento. O amor é o que sustenta as nossas maiores e melhores decisões na vida. O amor é o nosso mundo interior e o responsável por liberar a nossa criatividade. Se Deus é amor e fomos feitos imagem e semelhança dEle, a nossa constituição física, mental e espiritual é feito desse tão subjetivo sentimento. Mas para amarmos é necessária uma tomada de decisão. Eu realmente acredito que não temos que decidir amar, mas decidir abrir mão de tudo que nos impede de SENTIR o amor. O amor está lá. Sempre. Mas muitas vezes estamos tão presos em nós mesmos ou em disfunções emocionais que estamos impedidos de sentir o afeto e ser livre nas emoções para que o amor nos invada e as máscaras caiam. Ou seja, só somos capazes de decidir pelo amor quando conseguimos entrar em contato com ele, na sua mais pura forma de amar.

Quando ajudamos os nossos filhos a gerenciarem as suas emoções e seus pensamentos, ensinamos a também desobstruir os canais que nos levam ao amor. Dessa forma, eles serão sempre capazes de se voltarem para o mundo interior e organizarem as coisas de tal forma que nunca perderão contato com a própria existência e com o que os tornarão pleno.

A plenitude nada tem a ver com o investimento em coisas materiais, profissionais ou na ânsia por ser bem-sucedido para satisfazer o mundo exterior. Temos concretizados os nossos sonhos, mas falta sentido existencial, alegria e encanto pela vida. Devemos ensinar nossos filhos que a plenitude consiste em buscar o equilíbrio, a paz e a tranquilidade em ser quem são e no prazer de suas relações humanas. Vemos tantas pessoas por aí que se consideram plenas, mas que surtam quando tem que entrar em contato com suas próprias emoções pelo simples fato de não terem sido ensinadas pelos seus pais a gerenciarem de forma saudável o que sentem. E mesmo que hoje você já seja um adulto e se veja dessa maneira, nunca é tarde para recomeçar e ser autor da sua própria história.

O amor é a base de tudo. A sua mudança de hábitos disfuncionais para hábitos saudáveis é uma prova de amor próprio e aos que te rodeiam. Ao entender isso, reduzimos o estresse e o comprometimento é somente consigo, de forma continua e verdadeira.

Que seja real

Que a mudança seja sempre de verdade para que os resultados sejam sempre duradouros. Retorne a sua sensibilidade e aprenda a se comprometer com a sua própria história e fazer a diferença nas gerações futuras. Você será um espelho de amor, equilíbrio e flexibilidade, sendo capaz de contemplar o belo da vida pois terá se livrado de comportamentos autodestrutivos. Dessa forma, o seu foco muda e suas lentes se ajustam para que você usufrua do melhor que vida tem para oferecer.

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Você não precisa permanecer como está. Decida mudar!

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