Polícia investiga empresa por vender respirador e não entregar

Foram cumpridos três mandados de prisão, sendo dois no DF. Empresa tentou negociar com unidades de saúde de vários estados e da capital

A Polícia Civil do Estado da Bahia deflagrou, nesta segunda-feira (1), uma operação contra uma empresa suspeita de vender respiradores e não entregar. Os itens são usados por pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Segundo investigações, o grupo tentou fraudar as negociações com unidades de saúde de vários estados e do Distrito Federal, entre elas o Hospital de Base e o Hospital de Campanha do Mané Garrincha. A quadrilha foi descoberta após uma denúncia do Consórcio Nordeste, que tentou adquirir 300 respiradores.

Foram cumpridos três mandados de prisão e 15 de busca e apreensão em Salvador, Rio de Janeiro e no DF. Das três prisões, duas foram cumpridas na capital federal.

A operação, batizada de Ragnarok, é coordenada pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia, através da Superintendência de Inteligência, conta com a participação da Polícia Civil da Bahia, através da Coordenação de Crimes Econômicos e Contra Administração Pública, da Polícia Civil de SP, do Distrito Federal e do Ministério Público da Bahia. Mais de 150 contas bancárias vinculadas ao grupo foram bloqueadas pela Justiça.

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