Operação Fogo do Sairé: Justiça manda soltar brigadistas suspeitos de incêndio

Segundo a polícia civil, a operação Fogo do Sairé segue sendo realizada por dois meses

Presos preventivamente na última terça-feira (26), os quatro brigadistas suspeitos de terem iniciado incêndios florestais em balneário de Alter do Chão, em Santarém (1.231 km de Belém), foram soltos pela Justiça, nesta quinta-feira (28).

A decisão de soltar Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Aron Cwerner partiu do juiz Alexandre Rizzi, titular da vara criminal de Santarém, que um dia antes havia negado a liberdade em audiência de custódia.

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Segundo a polícia civil, a operação Fogo do Sairé segue sendo realizada por dois meses. Alguns indícios apontavam que ONGs eram as causadoras do incêndio, porém o Ministério Público Federal (MPF/PA) já afirmou que brigadistas e ONGs não estão entre os suspeitos de terem causado incêndios florestais.

Segundo a defesa dos brigadistas que estavam detidos, não existiam requisitos que autorizariam uma prisão preventiva. Ainda de acordo com os advogados, a polícia inverteu a ordem do processo legal ao pedir a prisão dos brigadistas com a investigação ainda em andamento.

O fogo em Alter do Chão consumiu uma área equivalente a 1.600 campos de futebol e levou quatro dias para ser controlado por brigadistas e bombeiros.

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