Sarah Kubitschek: maquiagem para primeira-dama, Michelle Bolsonaro

Nesta quinta-feira (4) a primeira-dama, Michelle Bolsonaro visitou um dos maiores feitos do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Localizado em um bairro nobre da capital da república, o Sarah Kubitschek fica na península norte

Por Mino Pedrosa 

A unidade hospitalar, popularmente conhecida como Rede Sarah é destinada ao atendimento de vítimas de politraumatismos e problemas locomotores, objetivando sua reabilitação.

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É uma entidade de serviço social autônomo, de direito privado e sem fins lucrativos, mantida parcialmente com recursos do Governo Federal, embora sua gestão faça-se pela Associação das Pioneiras Sociais.

Criado pelo renomado médico, Aloysio Campos da Paz, tem no nome uma homenagem à Sarah Kubitschek, primeira-dama do país na época da fundação de Brasília.

Convalescido por uma doença terminal, Aloysio Campos da Paz acreditou ter encontrado na sua auxiliar a herdeira perfeita para continuar seu legado. Ainda no leito de morte o arrependimento do mestre e amante de Lucia Willadino Braga apelidada na alcova de “Fadinha”: Lúcia já mostrava fraqueza na gestão que havia assumido.

Lúcia como gestora começou a dilapidar a obra de Campos da Paz. Mesmo com todo recurso federal investido e que sustenta a Rede Sarah, o hospital se encontra na bancarrota, sem os profissionais renomados de outrora e com a folha de pagamento inchada devido a salários milionários, sem falar na deterioração do patrimônio.

Nesta semana a unidade de extensão do Sarah Centro, no Lago Norte, serviu de palco para receber a visita ilustre da primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro. Lúcia se apressou em maquiar a unidade que estava abandonada com potencial de apenas 20% da capacidade de atendimento, para melhorar a situação. Os principais atendimentos que eram realizados no prédio principal do Sarah Centro em Brasília foram transferidos a mando de Lúcia para a filial no Lago Norte.De menos de 400, saltou para 800 consultas agendadas.

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Veja o momento da chegada da Primeira-dama

A intenção foi de convencer a primeira-dama da importância da Rede Sarah no Sistema de Saúde. O Ministro da Economia Paulo Guedes e o da Justiça, Sérgio Moro receberam um dossiê com informações do exorbitante gasto do Sistema S com a Rede Sarah. Os altos salários e o desperdício com trocas de equipamentos chamaram a atenção dos ministros.

A gestão temerosa de Lúcia gerou várias ações contra a Rede Sarah na esfera trabalhista e até criminal. Lúcia Braga, que também atende pelo nome de Lucinha, para os íntimos, como os caciques do Partido dos Trabalhadores (PT) tenta renegar laços estreitos com o ex-presidente Lula, Dilma Russeff e toda cúpula petista, mas as imagens ao logo dos anos de governo petista deixam claro as digitais da “Fadinha” junto aos caciques do Partido dos Trabalhadores.

Agora com a visita da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a diretora presidente da Rede Sarah, Lúcia Braga, tenta buscar o apoio da primeira-dama na tentativa de evitar cortes significativos no orçamento da Rede Sarah que é abastecido pelo governo federal e também por emendas parlamentares.

O orçamento ultrapassa R$1 bilhão e o Ministro da Economia, Paulo Guedes vai fazer chegar a tesoura de corte no orçamento da “Fadinha”. Michelle Bolsonaro passa longe em saber que a unidade Sarah no Lago Norte foi criada pelo ex-presidente Lula, algoz do presidente Jair Bolsonaro.

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