Polícia Federal: as anilhas de aço no tucano Marconi Perillo

Por Mino Pedrosa

A prisão do tucano “papa suã”, Marconi Perillo, revela ligações perigosas e explosivas que passam pelas operações da Polícia Federal: Zelotes, Lava Jato e outras que estão a caminho.

O milionário Cláudio Lottemberg, presidente de uma das maiores redes de plano de saúde no Brasil (AMIL), declarou apoio a campanha de Perillo rumo ao Senado Federal, sabendo que estava enganando milhares de eleitores goianos.

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Cláudio Lottemberg tem o tucano Perillo como ponta de lança furando as barreiras e obstáculos que se opõem aos seus negócios. O bom amigo e parceiro abre caminhos para a AMIL em vários estados onde os tucanos tem o poder. Recentemente o candidato a presidência Geraldo Alckmin escalou Marconi Perillo para coordenar a campanha contando com a sua vasta experiência e relações no mundo empresarial. O tucano goiano parecia ter sete vidas quando nessa tarde de quarta-feira (10), chegou à sede da PF para prestar depoimento sobre o nebuloso esquema de corrupção investigado no âmbito da Lava Jato e Zelotes. A soberba e a certeza da impunidade o fez sentir a mão da justiça nos crimes que vem cometendo a décadas.

A cerca de duas semanas quando Marconi Perillo liderava as pesquisas de intenção de votos ludibriando mais uma vez o eleitorado goiano, foi alvo de ação da PF com buscas e apreensões em sua residência, escritórios e cafofos clandestinos usados para acoitar encontros nada republicanos o que culminou  com a prisão de seu famoso comparsa em esquemas financeiros, Jayme Rincón.

Cláudio Lottemberg disse que: conhece o parceiro Marconi Perillo profundamente “tive a oportunidade de visitá-lo muitas vezes e fico orgulhoso em saber que pessoas com esse quilate se interessam por um Brasil melhor, tive a oportunidade de discutir questões da saúde”  ressalta o empresário da área de seguros saúde.

Outro artefato que atinge em cheio o tucano goiano é a delação premiada do advogado Flávio Calazans que forneceu notas frias para encobrir um esquema comandado por Milton Lira e Rodrigo Brito. A delação traz a baila várias empresas entre elas a mega empresa de seguros saúde AMIL e nomes de políticos e empresários que se beneficiário do esquema corrupto de desvio de recursos dos cofres públicos.  O tucano Marconi Perillo estava orientado por seus advogados a se manter com o bico calado, mas, na gaveta do delegado estava um mandado de prisão que fez o tucano parar na gaiola.

Veja abaixo o vídeo de  Cláudio lottemberg proprietário do grupo AMIL seguradora de saúde:

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