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Política e Brasil

Manifestantes e policiais se enfrentam em protesto na Esplanada dos Ministérios

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A polícia reagiu no primeiro momento com bombas de efeito moral e o grupo revidou com garrafas de água e pedaços de madeira.

Manifestantes e policiais se enfrentaram em protesto contra o presidente Michel Temer na Esplanada dos Ministérios nesta quarta-feira, em Brasília. A confusão foi iniciada por um grupo de mascarados, que tentou furar a barreira policial formada na Avenida das Bandeiras, na frente do Congresso Nacional.

Depois disso, a polícia avançou contra os manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e balas de borracha. Houve muita correria. Manifestantes se refugiam em estacionamentos dos ministérios. Algumas pessoas passaram mal, sem atendimento médico, sendo auxiliadas por outros participantes do protesto.

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O grupo destruiu ainda persianas e vidraças de pelo menos cinco ministérios, entre eles o da Integração Nacional, o do Trabalho e o da Agricultura. Este último havia sido cercado por tapumes, mas, mesmo assim, teve os vidros quebrados.

Também foram depredados paradas de ônibus, placas de trânsito, orelhões, holofotes que iluminam os letreiros dos ministérios e até banheiros químicos que haviam sido instalados para a manifestação.

Em frente ao Ministério do Planejamento, no Bloco C da Esplanada dos Ministérios, o grupo de manifestantes mascarados ateou fogo em um orelhão e em cerca de 10 bicicletas de uso compartilhado.

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A Polícia Militar fez um bloqueio na entrada da Esplanada dos Ministérios, no eixo monumental, para negociar com os manifestantes da marcha das centrais sindicais a passagem dos carros de som que acompanham o protesto contra as reformas e pela renúncia do presidente Michel Temer. Os manifestantes também são revistados pela PM na entrada da Esplanada para evitar que ingressem no local com objetos cortantes ou perfurantes.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o movimento ainda reúne cerca de 25 mil manifestantes.

A expectativa dos organizadores, no entanto, é de que a manifestação cresça ao longo do dia e em seu ápice, por volta de 16 horas, reúna cerca de 100 mil pessoas.

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