Pompeo: Trump tomou atitude correta ao matar Suleimani e os EUA estão a salvo

Ao mesmo tempo em que mataram o general Suleimani, militares americanos atacaram outro comandante militar iraniano no Iêmen, Abdul Reza Shahlai

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, afirmou que o ataque dos Estados Unidos que matou o comandante das Forças Quds, da Guarda Revolucionária do Irã, general Qassim Suleimani, no Iraque, evitou ataques iminentes a embaixadas americanas.

Em entrevista coletiva para detalhar as sanções econômicas contra o Irã, nesta sexta-feira, na Casa Branca, o secretário foi questionado por jornalistas diversas vezes sobre o que exatamente ele entende como “iminente”, mas Pompeo foi evasivo e preferiu reafirmar que a “América está mais segura agora”. “Donald Trump tomou a atitude correta ao matar Suleimani e os EUA estão a salvo. Nós acreditamos na nossa inteligência”, afirmou.

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Pompeo disse também que o governo americano acredita que o Irã atingiu o avião ucraniano que caiu minutos após os ataques contra bases militares no Iraque. Ao responder como os EUA agiriam em relação ao assunto, Pompeo disse apenas que “será necessário esperar uma longa investigação, com diversos parceiros internacionais, e só então vamos tomar a atitude apropriada”.

Pompeo evitou responder diretamente se o governo americano vai ou não atender à decisão do Iraque de retirada das tropas dos EUA do país. Ele disse que os militares americanos continuarão trabalhando contra o terrorismo, que os EUA já gastaram muitos recursos na missão de “estabilizar a região” e que a situação não é mais a mesma.

 

“A retirada de Suleimani do cenário reduziu a capacidade de terrorismo de grupos apoiadores do Irã”, afirmou Pompeo. “Mas ninguém acredita que uma única missão vá acabar com o risco de terrorismo de uma só vez”, ponderou.

EUA: Militares americanos tentaram matar outro general iraniano, mas falharam

Ao mesmo tempo em que mataram o general Qassim Suleimani na semana passada, militares americanos atacaram outro comandante militar iraniano no Iêmen, Abdul Reza Shahlai, mas falharam, disseram autoridades dos Estados Unidos.

Detalhes sobre a operação contra Shahlai foram mantidos em sigilo. Embora sua morte tenha sido relatada por algumas contas de mídia social, oficiais dos EUA disseram que ele ainda está vivo. As autoridades não disseram se os EUA tentaram matá-lo em um ataque de drone ou em uma operação em terra.

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Um porta-voz do Comando Central dos EUA se recusou a comentar. A operação foi relatada pela primeira vez pelo Washington Post.

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