Papa dá “puxão de orelha”ao fala sobre o amor ao próximo

A Santidade dedicou a alocução que antecede a oração do Angelus à parábola do Bom Samaritano

O papa Francisco dedicou a alocução que antecede a oração do Angelus à parábola do Bom Samaritano, proposta pela liturgia de ontem (14) do 15º Domingo do Tempo Comum.

Para Francisco, esta parábola se tornou paradigmática da vida cristã: “Tornou-se o modelo de como um cristão deve agir”, convidando os fiéis a lerem o “tesouro” contido no Evangelho de Lucas.

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O papa disse que, neste episódio, Jesus é interrogado por um doutor da lei sobre o que é necessário para herdar a vida eterna.

O papa Francisco recordou que Jesus o convida a encontrar a resposta nas Escrituras: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, e ao teu próximo como a ti mesmo!”. Havia, porém, diferentes interpretações sobre quem seria o “próximo”. Então Jesus responde com esta parábola.

O protagonista é um samaritano, grupo na época desprezado pelos judeus. Segundo o papa Francisco, não é casual a escolha de um deles como personagem positivo da parábola. Ao longo de uma estrada, o samaritano encontra um homem roubado e agredido por assaltantes.

Antes dele, por aquela estrada, haviam passado um sacerdote e um levita, isto é, pessoas que se dedicavam ao culto de Deus. Mas não pararam. O único que lhe presta socorro é o samaritano, “justamente quem não tinha fé!”.

Com informações da Agência Brasil

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