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Em Madri, Ledezma afirma que saiu da Venezuela porque temia sequestro

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O opositor venezuelano Antonio Ledezma disse hoje (20) que decidiu sair do seu país porque lhe informaram que seria “sequestrado” pelas forças de segurança, embora não as tenha citado explicitamente, e que a culpa seria atribuída a um comando paramilitar colombiano.

Ledezma, que é prefeito da região metropolitana de Caracas, chegou a Madri no sábado (18), vindo da Colômbia, após fugir da Venezuela. Ele cumpria prisão domiciliar em seu país desde 2015, acusado de conspiração e formação de quadrilha, e nunca foi julgado.

“Havia também a ideia de revogar o benefício de prisão domiciliar e levar-me ao túmulo. Acredito que, fechado no túmulo (…), eu não sou útil como posso começar a ser no exílio”, declarou em entrevista à imprensa em Madri.

Respondendo aos jornalistas, Ledezma garantiu que não pedirá asilo político na Espanha, como também não o fez na Colômbia, apesar da oferta do presidente  Juan Manuel Santos.

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A ideia, segundo explicou, seria encontrar uma permissão de residência que lhe permita ter uma base na Espanha e se movimentar por todo o mundo, denunciando o que ele chama de “abusos” do governo do presidente Nicolás Maduro, e que sua família esteja protegida.

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