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Para Ibaneis, seu governo “já entrou para a história”

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O governador Ibaneis Rocha assinou nesta segunda-feira (21) a ordem de serviço para a construção do viaduto do Sudoeste. Ao falar sobre a obra, Ibaneis avaliou que seu governo “já entrou para a história” do Distrito Federal.

Ibaneis comentou que um dos objetivos da gestão é desburocratizar a construção de obras e “travar” o trânsito da cidade para melhorias a médio e longo prazo. Como exemplo, citou Taguatinga, que receberá um túnel no centro e um viaduto na avenida Hélio Prates.

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“E nós vamos travando a cidade e reformulando a cidade, que antes estava abandonada. Essa nossa vontade de buscar recursos, esse trabalho empenhado ainda vai trazer muita coisa boa para a população do Distrito Federal”, disse o governador. “Eu tenho convicção de que o trabalho que nos estamos desenvolvendo não vai entrar para a história, já entrou para a história do Distrito Federal”, complementou.

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O governador citou ainda que, no sábado (19), caminhou por Vicente Pires, onde há várias obras em andamento. Para Ibaneis, os moradores da região estão alegres com as intervenções. “Nós estivemos sábado na Vicente Pires, caminhando pelas ruas e vendo a alegria da população com o trabalho que está sendo realizado.”

Estiveram presentes na cerimônia a deputada federal Celina Leão, os secretários de Economia, André Clemente, e Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

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Sobre o viaduto do Sudoeste

O viaduto, que será batizado de Luiz Carlos Botelho, ficará na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), entre o Sudoeste e o Parque da Cidade, e deve eliminar os semáforos naquele trecho da via.

Com a obra pronta, quem sair do Parque da Cidade em direção ao Sudoeste não terá mais de passar por semáforos e retornos. O viaduto também vai permitir a saída do Sudoeste, na altura da avenida, e o acesso à estrada parque no sentido Plano Piloto — e vice-versa — sem a necessidade de retorno.

Ibaneis também saudou Luiz Carlos Botelho, importante nome da construção civil da capital que terá seu nome no viaduto. “Conheci Luiz Carlos Botelho quando presidente do Sinduscon e eu presidente da OAB do Distrito Federal. E ali naquela época nós já discutíamos muito os entraves que existiam naqueles governos, as dificuldades que passava o setor, e ele sempre disposto ao diálogo e a nos transmitir a inteligência do que eram as obras do DF”, relembrou. Botelho faleceu em julho de 2018.

A obra vai gerar aproximadamente 300 empregos e custará R$ 27 milhões aos cofres públicos. O viaduto da Epig, que se chamará Luiz Carlos Botelho, é um dos 49 que estão em construção, manutenção ou que o GDF já entregou desde 2019. O investimento nessas obras, até agora, é de aproximadamente R$ 280 milhões.

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