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Programa ‘Criança Feliz Brasiliense’ cresce na pandemia

Redação BDF

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Entre as ações de enfrentamento à pandemia de covid-19 no Distrito Federal, o programa Criança Feliz Brasiliense ganhou destaque e será duplicado em 2021 por conta da importância do cuidado com a primeira infância. O tema foi assunto da live promovida nesta sexta-feira (28) pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), disponível no Youtube.

Participaram do evento a secretária executiva do Comitê Gestor do Programa, Fernanda Monteiro, e a especialista em assistência social e multiplicadora do programa Verônica Oliveira. Elas abordaram como o Criança Feliz Brasiliense se integra a outras políticas públicas, o desafio de atuação durante a pandemia e a expansão de 1.600 crianças acompanhadas em 2020 para 3.200 em 2021.

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“Nós acreditamos firmemente que demos um suporte muito importante para essas famílias”, afirmou Verônica Oliveira. Ela trabalha na capacitação dos profissionais responsáveis pelas visitas domiciliares, agora transformadas em encontros on-line ou por telefone, e ressaltou que durante a pandemia foi possível identificar diversas situações de vulnerabilidade, que iam além da financeira. “Esse programa se chama Criança Feliz, mas repercute em toda a família”, explicou.

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Mesmo em meio à pandemia de covid-19, o Criança Feliz Brasiliense fez 27.645 atendimentos no ano passado. Voltado para gestantes e famílias com crianças de até três anos, ou seis anos no caso de cadastro no Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou existência de medidas protetivas, o programa promove a atenção e o apoio à família, fortalecimento de vínculos e estímulo ao desenvolvimento infantil. “É extremamente importante. Crianças que se sentem cuidadas vão levar isso para o resto da vida delas”, definiu Fernanda Monteiro durante a live.

Elogios

No chat do YouTube, a participante Dolores Ferreira elogiou a iniciativa: “Uma primeira infância com cuidados, amor, estímulo e interação pavimenta o caminho para que a criança aproveite todo o seu potencial. Nasce um adulto mais saudável e equilibrado”, disse. A internauta Dani Cerqueira também avaliou positivamente: “Uma criança que tem um cuidado responsivo, que tem a segurança de saber que há um cuidador ali por ela, torna-se mais confiante e tende a se arriscar mais na exploração do mundo”, afirmou.

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Educadora Social, Verônica Oliveira detalhou como é o treinamento dos profissionais responsáveis pelo acompanhamento das famílias. Cabe a eles identificar eventuais vulnerabilidades e, se for o caso, fazer a articulação com outras políticas públicas por meio dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Hospital da Criança e Conselhos Tutelares etc. “A gente consegue atender os mais vulneráveis entre os mais vulneráveis”, disse Verônica.

O programa vai além do acompanhamento das famílias. Diversas políticas públicas, em áreas como educação, saúde e cultura, têm sido articuladas em torno da atenção à primeira infância. Entre as iniciativas está o Prêmio Região Administrativa Amiga da Criança. “Este prêmio faz com que o administrador consiga olhar a sua cidade em uma altura de 95 centímetros”, explicou Fernanda Monteiro, em referência às crianças com três anos de idade. Segundo ela, o Comitê Gestor já avançou na promoção do entendimento da importância da primeira infância.

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Durante a live, a internauta Regiane Rocha lembrou a relevância de promover a cidadania infantil. “Precisamos ter em mente que educamos para que no momento da infância a criança seja vista como sujeito de direitos, hoje, e não apenas o futuro adulto”, comentou.

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