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20ª DP prende autor de “golpe do motoboy”

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A 20ª Delegacia de Polícia (Gama) prendeu na quarta-feira (27) um homem de 24 anos suspeito de cometer o “golpe do motoboy”. O homem veio do Estado de São Paulo para aplicar o golpe no Distrito Federal.

Policiais civis chegaram até o autor após um senhor ligar para a Polícia Civil (PCDF) afirmando que recebeu uma ligação suspeita. No contato, o golpista se passou por atendente de um banco, pediu dados pessoais sobre o cartão do idoso e avisou que recolheria o cartão pessoalmente na casa dele por razões de segurança.

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Os policiais, então, foram até a casa e prenderam o suspeito quando ele chegou para recolher o cartão.

Durante investigação, a 20ª DP constatou que aquele seria o terceiro golpe em um só dia. O homem já havia sacado R$ 3 mil das outras vítimas, passado R$ 8 mil em uma máquina de cartão e comprado roupas e celulares com os cartões. Os produtos foram apreendidos, as vítimas foram identificadas e receberam o s itens de volta.

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O homem foi preso em flagrante por dois estelionatos consumados e um tentado. Com ele, foram apreendidas oito máquinas de cartão; seis cartões de terceiros; um celular comprado com cartão de uma vítima; R$ 2,6 mil em espécie; e R$ 8,6 mil em recibos de transações de créditos.

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Golpe do motoboy

O “golpe do motoboy” funciona da seguinte forma: um golpista se passa por atendente de banco e liga para uma vítima, geralmente idosa, afirmando que o cartão dela foi clonado. Pede a senha do cartão e conta ainda que, por questões de segurança, um motoboy irá buscar o item na casa dela.

Em seguida, um golpista (às vezes é o mesmo da ligação; às vezes não) busca o cartão na casa da vítima. Como ele já possui a senha, está consumado o golpe. A partir daí, o criminoso tem total poder do item da vítima, já que ela acreditou que se tratava do banco.

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O crime não é novo, mas voltou à tona em meio à pandemia do novo coronavírus, uma vez que muitos idosos estão em casa e, às vezes, sozinhos.

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Autoridades alertam que nenhum banco pede senha por telefone e nem envia pessoas às casas para recolher cartões. Em caso de dúvidas, entre em contato com sua instituição financeira e peça orientações.

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