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DF Livre de Carcaças realiza operação no Setor de Oficinas Sul

A iniciativa, que conta com parceria de vários órgãos do GDF, tem como um dos focos o combate à proliferação da dengue

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Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), a operação DF Livre de Carcaças marcou presença em mais uma edição – desta vez, o Setor de Oficinas Sul (SOF Sul), onde as equipes retiraram das ruas, nesta segunda-feira (14), oito veículos abandonados. A ação segue as diretrizes do GDF para coibir a proliferação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya.

“Estamos limpando a cidade e, ao mesmo tempo, protegendo a saúde da população”, explica a secretária executiva de Políticas Públicas do GDF, Meire Mota. “As carcaças são focos de dengue e outras arboviroses e também representam ameaças à segurança das pessoas.”

A operação é resultado da parceria entre as secretarias das Cidades e de Políticas Públicas, DF Legal, Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), divisão da Secretaria de Saúde (SES).

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Ação educativa

Faz parte dessa ação um trabalho de conscientização com moradores e donos de estabelecimentos. “Retiramos todas os veículos abandonados do setor e ainda explicamos a importância de retirar esses materiais das ruas aos comerciantes locais”, conta o coordenador dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) na SSP, Marcelo Batista.

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A identificação dos veículos abandonados é feita com apoio dos Consegs e administrações regionais. A população também pode contribuir com a identificação dos veículos abandonados nas regiões. Basta enviar um e-mail para [email protected]

O material recolhido é levado para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER) – próximo a Samambaia –, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial.

As informações são da Agência Brasilia

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UnB cede ultracongeladores para o combate a Covid-19

Quanto a capacidade dos ultracogeladores, os aparelhos apresentam medidas diferentes e variam entre 300 a 600 litros

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A Universidade de Brasília (UnB) disponibilizou, nesta terça-feira (19), aparelhos de ultracongelamento que serão utilizados pela Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF) no combate a Covid-19. O empréstimo foi feito em meio a uma visita de técnicos do órgão de saúde, que foram conhecer os ultracongeladores.

Os aparelhos tem capacidade para manter doses de vacina resfriadas a um temperatura de -80°C. A reitora da UnB, Márcia Abrahão, destacou que alguns equipamentos presentes no Hospital Universitário não apresentam lotação máxima e, por isso, podem ser usados no enfrentamento da doença que já matou mais de 211 mil pessoas no país.

“Temos, em algumas unidades acadêmicas e no HUB [Hospital Universitário], equipamentos com espaço livre, que podem ser de grande ajuda em um momento como esse. Caso o governo do DF precise desses congeladores, estamos prontos para auxiliar”, afirmou a  reitora.

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Quanto a capacidade dos ultracogeladores, os aparelhos apresentam medidas diferentes e variam entre 300 a 600 litros.

Com informações da UnB Notícias

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Senadores do Distrito Federal com posições diferentes

Leila e Izalci tomam caminhos opostos nas eleições para a presidência do Senado Federal

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A senadora Leila Barros (PSB) vai apoiar a colega Simone Tebet (MDB-MS) para a presidência do Senado. A brasiliense acredita que depois de ter sido comandado por homens por quase 195 anos – que serão completados no dia 06 de maio – o Senado precisa agora ter uma mulher na presidência. Mas a parlamentar do DF deixa claro que não foi somente pelo fato de Tebet ser mulher que a escolheu com candidata, mas principalmente pela experiência, equilíbrio, serenidade e capacidade de diálogo demonstrados no dia a dia da Casa.

A Simone Tebet foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e desempenhou um excelente trabalho”, avaliou. Leila elogiou o também candidato à presidência, Rodrigo Pacheco, mas acredita que este é o momento de eleger uma mulher para presidir o Senado. “Ele é qualificado, um bom nome”, disse.

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Desafio para os próximos dois anos

A senadora de Brasília elege como os maiores desafios para o próximo presidente do Senado, a retomada da economia e a contribuição para melhorar as relações diplomáticas do Brasil com outros países. Na agenda econômica ela destacou a necessidade de se fazer a reforma tributária. “Quem for eleito presidente terá que se comprometer com as reformas”, destacou. No momento existem três projetos de reforma tributária tramitando no Congresso Nacional, um no Senado (PEC 110) e dois na Câmara. Dos que estão na Câmara, um é de autoria do Executivo (PL 3.887) e a PEC 45, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP) candidato à presidência daquela Casa.

Mas para que a agenda econômica caminhe, a senadora Leila lembra da necessidade de se imunizar a população brasileira contra o coronovírus. O país só avança se tivermos a vacina. Existem muitos senadores que estão faixa de maior risco caso contraiam o coronavírus. Eu já tive a covid e não estou na faixa etária de risco. Muitos senadores estão na mesma situação que eu. Este podem ir para o front, para ajudar para que o Brasil tenha a vacina”, avaliou a senadora.

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Izalci vai de Rodrigo Pacheco

O senador pelo Distrito Federal, Izalci (PSDB), assim como a bancada de seu partido no Senado, decidiu apoiar a candidatura de Rodrigo Pacheco, do DEM, à presidência da Casa. “As que questões que nos levam a apoiar o Rodrigo são mais regionais. Pessoalmente gosto da senadora Simone Tebet. Os dois são advogados, ele foi presidente da CCJ da Câmara e ela da do Senado. Eles têm trajetórias parecidas, a questão é regional”, explicou.

Assim como a senadora Leila, Izalci disse que quem se sentar na cadeira de presidente do Senado no próximo biênio deverá ter capacidade de diálogo e de manter a independência da Casa.

O senador do DF também espera que o próximo presidente do Senado contribua para a solução dos problemas diplomáticos hoje enfrentados pelo País. “O Brasil está colhendo o que o Ernesto Araújo e filho do presidente disseram. E eles não falam pelo Congresso ou pelo povo brasileiro”, frisou Izalci, referindo-se ao ministro das Relações Exteriores e ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Izalci dedicou boa parte do dia de ontem participando de reuniões com outros senadores buscando alternativas para melhorar as relações com a China e, assim, conseguir que o país asiático envie o mais rápido possível o insumo necessário para a produção de vacinas para combater o coronavírus.

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Secretaria de Cultura e Economia realiza pagamento de 86% da Lei Aldir Blanc

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Foto: Secec/Divulgação

A Secretaria de Cultura e Economia (Secec) já realizou o pagamento de 86% dos recursos destinados para a Lei Aldir Blanc no Distrito Federal. Com isso, 2.882 agentes culturais, com 410 devoluções para os três incisos da Lei 14.017, foram beneficiados com o pagamento dos recursos, que foi enviado ao Banco do Brasil.

O pagamento feito pela Secec foi de R$ 33.428.000 (do valor recebido de R$36.934.576,52), com percentual de 90,5% para 2.902 agentes empenhados. O recurso não empenhado segue em conta, conforme orientação do Ministério do Turismo, que estuda possíveis mudanças na MP nº 1019/20.

Fluxo de pagamento

O Banco do Brasil executa a ordem do recurso enviada pela Secec para cada beneficiário, sendo de responsabilidade do agente cultural a qualidade de informação repassada sobre os dados bancários. Se houver divergências, esse benefício é estornado à Secec por meio de relatórios planilhados – assim, as equipes responsáveis pelos três incisos da Lei Aldir Blanc entrarão em contato para correção e posterior reenvio. Essa comunicação é institucional entre a Secec e o beneficiário.

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Veja abaixo como tirar dúvidas sobre o processo de pagamento residual.

Inciso 1 (pessoas físicas) – [email protected]
Inciso 2 (espaços, grupos, empresas, etc.) – [email protected]
Inciso 3 (edital Gran Circular – seis linhas) – [email protected]

Com informações da Agência Brasília

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App do Detran começará a emitir ATPV-e na próxima semana

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A partir da semana que vem, o aplicativo Detran Digital começará a emitir a Autorização Eletrônica para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV-e) para pessoa física. O portal de serviços do Detran-DF já faz a emissão.

Ressalta-se que a ATPV-e deve ser expedida somente quando o proprietário for vender o veículo, momento em que faz a solicitação do documento eletrônico, informando os dados do comprador para que o órgão de trânsito emita a autorização com todos os dados preenchidos e com o QR Code de segurança. Depois, basta levar essa autorização ao cartório para fazer o reconhecimento de firma e ao Detran, para a efetivação da transferência de propriedade.

Informações unificadas

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) unificou todas as informações de licenciamento anual e de propriedade dos veículos em um único documento e determinou o fim do Certificado de Registro de Veículo (CRV) impresso em papel-moeda, a partir do dia 4 deste mês – data em que a lei entrou em vigor.

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Com a mudança, que vale para todo o Brasil, tanto as informações de propriedade quanto do licenciamento do veículo ficarão reunidas no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e). Com o lançamento da ATPV-e, nenhum órgão de trânsito do país poderá fazer mais a impressão de documentos.

Para os veículos registrados antes de 4 de janeiro continua valendo o CRV que já havia sido impresso em papel-moeda e que deve ser utilizado para transferir a propriedade. Quando esse proprietário for vender o veículo, segue o mesmo procedimento atual: preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência. Em casos de rasura ou extravio, porém, o proprietário deverá solicitar a ATPV-e ao Detran.

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Para atender as necessidades de Pessoa Jurídica, o Detran está desenvolvendo um módulo específico no portal serviços do site, por meio do qual será possível gerar o ATPV-e e o CRLV-e.

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PCDF desarticula grupo especializado em tráfico e homicídios

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Foto: PCDF/Divulgação

Membros de um grupo especializado nos crimes de homicídio e tráfico de drogas e armas foram presos pela Polícia Civil (PCDF) na manhã desta quarta-feira (20). Os suspeitos seriam ligados à facção Comboio do Cão, já conhecida pelas autoridades. A ação foi batizada de Operação Judas.

As investigações apontam que o grupo é responsável por homicídios nas nas regiões administrativas do Riacho Fundo, Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga. Um dos crimes chamou a atenção por ter ocorrido à luz do dia, na Praça do DI, em Taguatinga, em outubro de 2020. Na ocasião, suspeitos dispararam vários tiros de pistola calibre 9mm, ferindo, inclusive, pessoas que passavam pelo local.

Oito pessoas devem ser presas temporariamente nesta quarta (20). Agentes também cumprem 22 mandados de busca e apreensão e a implementação de uma tornozeleira eletrônica em um dos integrantes do grupo criminoso. Na ação, foram apreendidas duas pistolas Glock, um seletor de rajadas, coletes à prova de balas e cerca de R$ 36 mil em espécie.

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Durante as investigações, que começaram há quatro meses, a PCDF descobriu ainda uma chácara situada no Recanto das Emas que estaria servindo de esconderijo de drogas e armas.

Uma espécie de laboratório de cocaína também foi localizado, gerando prisões em flagrante.

A ação é realizada pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor/PCDF), com auxílio da Coordenação de Repressão às Drogas (CORD) e da 19ª Delegacia de Polícia (P Norte).

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Cooperativa apresenta critérios de compra de peixes de produtores do DF e Entorno

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Responsável pelo Mercado do Peixe, a Cooperativa Mista da Agricultura Familiar, do Meio Ambiente e da Cultura do Brasil (Coopindaiá) apresenta, na noite desta quinta-feira (21), a proposta para compra de peixes de produtores do DF e do Entorno.

Com o objetivo de evitar aglomerações e risco de contaminação pelo novo coronavírus, além do deslocamento de produtores, o encontro vai ser realizado por meio de transmissão digital, no canal do YouTube da Emater-DF.

O presidente da cooperativa, Luciano Andrade de Carvalho, ficará responsável por apresentar os critérios para compra de pescado diretamente de produtores. Além disso, o evento vai ser mediado pelo coordenador de Piscicultura da Emater-DF, Adalmyr Borges.

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No momento da apresentação, os telespectadores poderão enviar suas dúvidas por meio do chat do YouTube. Todas as questões serão repassadas ao mediador e serão sanadas ao vivo pelo presidente da Coopindaiá. A reabertura do Mercado do Peixe, realizada em outubro do ano passado, tem como objetivo estimular a piscicultura no DF, levar pescado diretamente dos produtores da região para os consumidores e servir como referência na comercialização de peixes de qualidade.

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Brasília é o terceiro maior mercado consumidor de peixes do Brasil, perdendo apenas para as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Na capital do país, o consumo per capita é de 14 quilos por ano, contra 9,5 quilos da média nacional. Apesar de a área de cultivo de pescados na capital ser pequena, o DF possui grande densidade demográfica de consumidores e produtores de peixe, sendo assim uma região estratégica para o mercado.

A Coopindaiá faz a gestão e operacionalização da estrutura e bens que compõem o Mercado do Peixe, em regime de mútua cooperação com a Seagri. Em dezembro de 2019, a Secretaria de Agricultura lançou edital para a seleção de uma cooperativa para gerir o local e a entidade foi a vencedora do processo.

“Acompanhamos todo o processo de reabertura do Mercado do Peixe de Brasília e a escolha da Coopindaia, cooperativa aqui da região, para nova administração do empreendimento. Com o início das operações de compra, processamento e comercialização, estamos com uma grande expectativa de que a atividade de criação de peixes e de camarões aqui na região do DF e Entorno passe por um grande crescimento. Ter um lugar certo para comercializar a produção, com preços justos, faz toda a diferença”, destacou o coordenador de piscicultura da Emater.

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A Emater-DF tem apoiado a Coopindaiá na capacitação de trabalhadores no processamento de pescado e na organização dos aquicultores para produção e comercialização no Mercado do Peixe de Brasília.

As direções da Emater-DF e da Secretaria de Agricultura (Seagri-DF) farão a abertura do evento. O Mercado do Peixe é resultado de política pública do Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da Secretaria de Agricultura, com o apoio da Emater-DF e da Ceasa.

Com informações da Agência Brasília

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Unidades administradas pelo Iges-DF recebem as vacinas

Começou pelo Hospital de Santa Maria e pela UPA de Ceilândia a imunização dos profissionais contra a Covid-19

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Os primeiros 170 profissionais das oito unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) começaram a ser vacinados nesta terça-feira (20).

A vacinação começou às 15h30 no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia. O hospital recebeu 700 doses e vacinou 120 profissionais. Já a UPA ceilandense imunizou 50 colaboradores, com doses transferidas do Hospital Regional de Ceilândia.

No HSRM, o primeiro a receber a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, foi o técnico de enfermagem Aguinaldo Vaz de Oliveira, 53 anos. “Estou muito feliz por ter recebido essa vacina, é uma honra”, declarou Oliveira, emocionado. “Agradeço a todos os profissionais de saúde que lutaram e continuam lutando contra essa pandemia. Vamos vencê-la.”

Na UPA de Ceilândia, o primeiro a ser imunizado foi o enfermeiro Rangel Fernandes de Souza, 28 anos. “É uma grande emoção ser o primeiro vacinado”, declarou. “Vivi um momento muito difícil na primeira onda da pandemia, quando contraí a Covid-19. E hoje ser um dos primeiros colaboradores do Iges a receber a vacina é um ato de confiança na ciência. É uma sensação de dever cumprido como profissional e como cidadão”, afirmou.

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Hospital de Base

A vacinação continua nesta quarta-feira (20), quando a Secretaria de Saúde entregará doses para o Hospital de Base. No caso das UPAs, equipes itinerantes da Secretaria de Saúde irão às unidades e farão a aplicação de vacinas, de acordo com o quantitativo de servidores de cada uma. Não haverá pontos de vacinação nas UPAs. Além de Ceilândia, o Iges-DF administra as UPAs do Núcleo Bandeirante, do Recanto das Emas, de Samambaia, de São Sebastião e de Sobradinho.

Na primeira fase da vacinação, nas unidades administradas pelo Iges-DF serão imunizados somente os profissionais das diversas categorias que estão na linha de frente da luta contra o coronavírus. Esse grupo foi priorizado no Plano Nacional de Imunização (PIN), elaborado pelo Ministério da Saúde e aderido pelo Governo do Distrito Federal por meio da Secretaria de Saúde.

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“Com a vacina, esses heróis vão estar mais protegidos para que continuem lutando para salvar vidas”, ressaltou o presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva.

As informações são da Agência Brasília

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Hospital de Base começa vacinação nesta quarta-feira (20)

A imunização dos primeiros colaboradores que atuam na linha de frente terá início às 15h. Está prevista a chegada de 1.160 doses da vacina CoronaVac

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Nesta quarta-feira (20), está prevista a chegada de 1.160 doses da vacina CoronaVac no Hospital de Base, uma das oito unidades de saúde administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que começará a vacinação contra o novo coronavírus. A vacinação dos primeiros profissionais da saúde será a partir das 15h.

De acordo com o superintendente do Hospital de Base, Lucas Seixas, para evitar aglomerações foram instaladas três salas de vacinação com duas poltronas em cada uma delas. Além disso, seis computadores estão logados para realizarem o cadastro dos vacinados junto ao Ministério da Saúde. “Temos a estrutura pronta para iniciar a vacinação de todos os nossos colaboradores do pronto-socorro”, informou.

O presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, acredita ser justo o início da vacinação com os trabalhadores que atuam na linha de frente. “São heróis. Arriscaram e arriscam suas vidas para salvar outras vidas. Com a vacina, poderão continuar essa árdua missão com mais segurança”, avaliou.

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Outras unidades

Nesta terça-feira (19), teve início a vacinação dos colaboradores do Iges-DF no Hospital Regional de Santa Maria e na UPA de Ceilândia. O plano é levar a vacina até as outras cinco UPAs administradas pelo Instituto. Ao todo, cerca de 9 mil colaboradores devem receber a vacina, respeitando sempre os grupos prioritários estabelecidos.

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Primeira idosa é vacinada contra a covid-19 no Distrito Federal

Outros 121 idosos e 91 cuidadores que vivem e atuam na unidade também receberam a vacina

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A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou, nesta terça-feira (19), no DF pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Com isso, Glória Neri, 76 anos, foi a primeira idosa a ser imunizada na capital federal. Ela vive no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, no Núcleo Bandeirante.

A idosa relata sobre o sentimento de ter sido vacinada contra a Covid-19. “Eu estou feliz da vida porque sou a primeira pessoa [idosa] do DF a ser vacinada, em nome de Jesus”. Além de Glória, outros 121 idosos e 91 cuidadores que vivem e atuam na unidade receberam a vacina.

Aplicadas por profissionais da Atenção Primária da Região de Saúde Centro-Sul, as vacinas levaram alívio e esperança para todos os moradores do local. Afinal, eles estão isolados há meses, muitos sem visitas de familiares. “Me sinto feliz em colaborar com a saúde pública do Brasil em prol da saúde de todos os meus conterrâneos”, declarou Gracy Oliveira, 91 anos, que também vive no Lar dos Velhinhos e foi a segunda a receber a dose da CoronaVac. “Falo conterrâneos porque eu sou do Amazonas, e eles estão no pico, então eu me sinto feliz de colaborar, de alguma forma, para a melhoria do nosso país, e do mundo inteiro”.

Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde

A titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Mayara Noronha Rocha, acompanhou a ação no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, onde há 92 idosos conveniados da pasta – a instituição também abriga 30 idosos pelo sistema particular . “Um potinho tão pequeno e tão cheio de esperança”, destacou “Neste dia, nesta casa, neste lar, temos a oportunidade de traduzir a palavra esperança para esses idosos que tanto aguardaram por este dia. Isso mostra o compromisso de todo o governo do Distrito Federal com o grupo de risco, em especial com os mais vulneráveis”.

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A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, também compareceu à unidade. “Desde o início da pandemia, nosso olhar tem sido bem atento para os idosos do DF”, declarou. “Nós lançamos o programa Sua Vida Vale Muito para atender as demandas e necessidades dessa população que é mais vulnerável, principalmente nesse período em que vivemos. Acompanhar de perto a vacinação dos idosos que estão nas instituições de longa permanência é muito gratificante, traz esperança, até sanidade para pessoas que estão em isolamento há muito tempo”.

Vacinação no DF

O público-alvo da primeira fase é formado pelos profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia. São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas que atuam nas UTIs, profissionais administrativos que fazem a ficha de atendimento dos pacientes, vigilantes, profissionais de limpeza que trabalham em hospitais e UBSs, servidores do Samu, bombeiros que atendem no pré-hospitalar, profissionais da Atenção Primária que recebem pacientes com sintomas respiratórios, idosos acima de 60 anos e deficientes que vivem em instituições de acolhimento ou asilos e seus cuidadores, além da população indígena.

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A imunização para os demais integrantes dos públicos-alvo previstos no Plano Operacional de Vacinação Contra a Covid-19 no DF começará assim que a Secretaria de Saúde (SES) receber mais doses da vacina. A pasta divulgará a informação em tempo hábil.

As informações são da Agência Brasília

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“Me sinto muito grata”, afirma primeira mulher vacinada no DF

Lídia Rodrigues Marques, 31 anos, é enfermeira e recebeu a primeira dose da Coronavac aplicada na capital federal

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O Distrito Federal, enfim, deu início à vacinação contra covid-19 nesta terça-feira (10). Seis profissionais que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus foram vacinados no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) por volta de 10h. A enfermeira Lídia Rodrigues Marques, 31 anos, que trabalha no box de emergência do pronto-socorro do Hran, foi a primeira cidadã do DF a receber o imunizante.

Segundo Lídia, é grande a felicidade de ser a primeira vacinada contra a covid-19 no DF e de ter a certeza que os colegas também receberão a dose do imunizante nos próximos dias. “É uma honra e eu me sinto muito grata em ser a primeira a receber a vacina. Me sinto em família aqui no Hran; é o local que trabalhamos e recebemos apoio tanto da equipe quanto da gerência. É muito bom ser a primeira”, afirmou.

“É seguro e não doeu nada”, disse. “Tenho certeza que a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e os órgãos competentes estão trabalhando como nós [profissionais de saúde]: com total segurança e cientes do que estão fazendo”, destacou a profissional.

Durante os 9 meses que trabalhou cuidando de pacientes infectados com o novo coronavírus, houve momentos de alegria por ver muitos saindo curados, mas também momentos tristes e difíceis: Lídia e a equipe perderam um colega da linha de frente para a doença e se emocionou ao falar pelo que passou nos últimos meses. No Box de Emergência da unidade de saúde, a enfermeira trabalha na estabilização e intubação de pacientes graves, de onde são transferidos para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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“Não foi em vão [a morte do colega]. É muito difícil ver inclusive jovens sendo intubados e chorando, pedindo para ligar para a família” contou emocionada. “É difícil, mas está acabando”, disse se recompondo. “Esses 9 meses foram de muito crescimento para toda a equipe e acredito que todos estarão mais fortes.”

Ela também passou todo o tempo do intenso trabalho longe da família. Diante da nova realidade nunca enfrentada, Lídia preferiu passar os primeiros meses em um dos apartamentos do convênio entre a Secretaria de Saúde e um dos hotéis de Brasília, e depois em um apartamento alugado no Sudoeste. “Foi muito pesado perder um colega de profissão e ficar longe da família. Mas acredito que a gente vai sair dessa mais forte de verdade”, disse.

A profissional de saúde deixa o alerta de que a luta e o combate contra o vírus ainda não terminou. “Os casos estão aumentando muito e precisamos tomar cuidado com essa falsa sensação de que está acabando. É preciso tomar cuidado e proteger os seus. Às vezes um leve deslize pode custar a vida de uma pessoa que você ama. Acho que não vale a pena [dar descrédito à doença agora]. Estamos quase no fim com a vacina e, se Deus quiser, no fim, tudo voltará ao normal”, finalizou esperançosa.

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Vacinação

A vacina utilizada pelo Distrito Federal neste primeiro momento é a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan-SP em parceria com a chinesa Sinovac Biotech. Na segunda (18), chegaram à capital cerca de 106 mil doses do imunizante. Eles foram armazenados e, nesta manhã, sob escolta da Polícia Militar (PMDF), foram levados para algumas unidades de saúde.

Excepcionalmente nesta terça (19), a vacinação começou às 10h. A partir de quarta (20), as doses serão aplicadas de 8h às 18h.

Como ressaltou o subsecretário de Atenção Integral a Saúde, Alexandre Garcia, em coletiva, apenas o primeiro dos quatro grupos prioritários será vacinado já nesta terça. O grupo é composto por:

  • Profissionais do combate à covid das redes pública e privada, que inclui trabalhadores de saúde, vigilância, limpeza, administrativo, atenção primária, Samu e Corpo e Bombeiros em atendimento pré-hospitalar;
  • Pessoas acima de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e abrigos;
  • Pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e abrigos;
  • Indígenas.
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Quem não se encaixa no grupo não deve ir aos hospitais neste primeiro momento.

O governador Ibaneis Rocha esteve presente no evento que marcou a primeira aplicação da Coronavac no Distrito Federal. Ibaneis disse à imprensa que espera que as primeiras doses da vacina contra a covid-19 sejam aplicadas em até cinco dias, a contar desta terça-feira (19).

Se a previsão do governador se concretizar, todos os profissionais da linha de frente no combate à covid e idosos que vivem em instituições de longa permanência no DF receberiam a primeira dose até o próximo sábado. Como a Coronavac requer aplicação de duas doses, este grupo de pessoas deve voltar aos hospitais num intervalo de 14 a 28 dias para tomar a dose de reforço.

Ainda considerando a projeção de Ibaneis, caso cheguem mais doses da Coronavac ao DF ou de qualquer outra vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o segundo grupo prioritário poderia começar a ser vacinado em meados de fevereiro. Contudo, não há confirmação de quando o segundo grupo começará a ser imunizado. Ele é composto por idosos de 75 anos ou mais e pessoas entre 60 e 74 anos.

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