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DF chega a 113 mil casos confirmados de coronavírus

Entretanto, dos 113 mil contaminados, 95.534 estão recuperados, o equivalente a 83,9%. Nas últimas 24 horas, 2.144 foram registrados

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O Distrito Federal (DF) alcançou, nesta terça-feira (4), a marca de 113 mil casos do novo coronavírus. Desde o início da pandemia de covid-19 no DF, 113.930 pacientes foram diagnosticados, este total inclui o número de pacientes recuperados e óbitos. Desde o boletim divulgado às 18h de ontem (3), 1.886 novos diagnósticos foram registrados.

As cidades com mais casos confirmados são Ceilândia e Plano Piloto, com 13.516 e 9.134 casos, respectivamente. Entretanto, dos 113 mil contaminados, 95.534 estão recuperados, o equivalente a 83,9%. Nas últimas 24 horas, 2.144 foram registrados.

O número de vítimas fatais também aumentou, chegando a 1.572. No mesmo período de 24 horas foram registrados 26 óbitos. As vítimas registradas nesta segunda eram moradoras de Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, Sobradinho, Santa Maria, Sobradinho, Taguatinga e Vicente Pires.

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Entretanto, das 26 vítimas registradas nesta terça-feira, apenas uma faleceu na data de hoje. Veja as datas dos óbitos incluídos na síntese de hoje:

 
  • 13/7 – 1
  • 24/7 – 1
  • 26/7 – 1
  • 28/7 – 2
  • 29/7 – 1
  • 30/7 – 3
  • 31/7 – 5
  • 1º/8 – 4
  • 2/8 – 2
  • 3/8 – 5
  • 4/8 – 1
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Primeira idosa é vacinada contra a covid-19 no Distrito Federal

Outros 121 idosos e 91 cuidadores que vivem e atuam na unidade também receberam a vacina

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A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou, nesta terça-feira (19), no DF pelo Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Com isso, Glória Neri, 76 anos, foi a primeira idosa a ser imunizada na capital federal. Ela vive no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, no Núcleo Bandeirante.

A idosa relata sobre o sentimento de ter sido vacinada contra a Covid-19. “Eu estou feliz da vida porque sou a primeira pessoa [idosa] do DF a ser vacinada, em nome de Jesus”. Além de Glória, outros 121 idosos e 91 cuidadores que vivem e atuam na unidade receberam a vacina.

Aplicadas por profissionais da Atenção Primária da Região de Saúde Centro-Sul, as vacinas levaram alívio e esperança para todos os moradores do local. Afinal, eles estão isolados há meses, muitos sem visitas de familiares. “Me sinto feliz em colaborar com a saúde pública do Brasil em prol da saúde de todos os meus conterrâneos”, declarou Gracy Oliveira, 91 anos, que também vive no Lar dos Velhinhos e foi a segunda a receber a dose da CoronaVac. “Falo conterrâneos porque eu sou do Amazonas, e eles estão no pico, então eu me sinto feliz de colaborar, de alguma forma, para a melhoria do nosso país, e do mundo inteiro”.

Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde

A titular da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Mayara Noronha Rocha, acompanhou a ação no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, onde há 92 idosos conveniados da pasta – a instituição também abriga 30 idosos pelo sistema particular . “Um potinho tão pequeno e tão cheio de esperança”, destacou “Neste dia, nesta casa, neste lar, temos a oportunidade de traduzir a palavra esperança para esses idosos que tanto aguardaram por este dia. Isso mostra o compromisso de todo o governo do Distrito Federal com o grupo de risco, em especial com os mais vulneráveis”.

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A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, também compareceu à unidade. “Desde o início da pandemia, nosso olhar tem sido bem atento para os idosos do DF”, declarou. “Nós lançamos o programa Sua Vida Vale Muito para atender as demandas e necessidades dessa população que é mais vulnerável, principalmente nesse período em que vivemos. Acompanhar de perto a vacinação dos idosos que estão nas instituições de longa permanência é muito gratificante, traz esperança, até sanidade para pessoas que estão em isolamento há muito tempo”.

Vacinação no DF

O público-alvo da primeira fase é formado pelos profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia. São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas que atuam nas UTIs, profissionais administrativos que fazem a ficha de atendimento dos pacientes, vigilantes, profissionais de limpeza que trabalham em hospitais e UBSs, servidores do Samu, bombeiros que atendem no pré-hospitalar, profissionais da Atenção Primária que recebem pacientes com sintomas respiratórios, idosos acima de 60 anos e deficientes que vivem em instituições de acolhimento ou asilos e seus cuidadores, além da população indígena.

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A imunização para os demais integrantes dos públicos-alvo previstos no Plano Operacional de Vacinação Contra a Covid-19 no DF começará assim que a Secretaria de Saúde (SES) receber mais doses da vacina. A pasta divulgará a informação em tempo hábil.

As informações são da Agência Brasília

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“Me sinto muito grata”, afirma primeira mulher vacinada no DF

Lídia Rodrigues Marques, 31 anos, é enfermeira e recebeu a primeira dose da Coronavac aplicada na capital federal

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O Distrito Federal, enfim, deu início à vacinação contra covid-19 nesta terça-feira (10). Seis profissionais que estão na linha de frente do combate ao novo coronavírus foram vacinados no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) por volta de 10h. A enfermeira Lídia Rodrigues Marques, 31 anos, que trabalha no box de emergência do pronto-socorro do Hran, foi a primeira cidadã do DF a receber o imunizante.

Segundo Lídia, é grande a felicidade de ser a primeira vacinada contra a covid-19 no DF e de ter a certeza que os colegas também receberão a dose do imunizante nos próximos dias. “É uma honra e eu me sinto muito grata em ser a primeira a receber a vacina. Me sinto em família aqui no Hran; é o local que trabalhamos e recebemos apoio tanto da equipe quanto da gerência. É muito bom ser a primeira”, afirmou.

“É seguro e não doeu nada”, disse. “Tenho certeza que a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e os órgãos competentes estão trabalhando como nós [profissionais de saúde]: com total segurança e cientes do que estão fazendo”, destacou a profissional.

Durante os 9 meses que trabalhou cuidando de pacientes infectados com o novo coronavírus, houve momentos de alegria por ver muitos saindo curados, mas também momentos tristes e difíceis: Lídia e a equipe perderam um colega da linha de frente para a doença e se emocionou ao falar pelo que passou nos últimos meses. No Box de Emergência da unidade de saúde, a enfermeira trabalha na estabilização e intubação de pacientes graves, de onde são transferidos para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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“Não foi em vão [a morte do colega]. É muito difícil ver inclusive jovens sendo intubados e chorando, pedindo para ligar para a família” contou emocionada. “É difícil, mas está acabando”, disse se recompondo. “Esses 9 meses foram de muito crescimento para toda a equipe e acredito que todos estarão mais fortes.”

Ela também passou todo o tempo do intenso trabalho longe da família. Diante da nova realidade nunca enfrentada, Lídia preferiu passar os primeiros meses em um dos apartamentos do convênio entre a Secretaria de Saúde e um dos hotéis de Brasília, e depois em um apartamento alugado no Sudoeste. “Foi muito pesado perder um colega de profissão e ficar longe da família. Mas acredito que a gente vai sair dessa mais forte de verdade”, disse.

A profissional de saúde deixa o alerta de que a luta e o combate contra o vírus ainda não terminou. “Os casos estão aumentando muito e precisamos tomar cuidado com essa falsa sensação de que está acabando. É preciso tomar cuidado e proteger os seus. Às vezes um leve deslize pode custar a vida de uma pessoa que você ama. Acho que não vale a pena [dar descrédito à doença agora]. Estamos quase no fim com a vacina e, se Deus quiser, no fim, tudo voltará ao normal”, finalizou esperançosa.

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Vacinação

A vacina utilizada pelo Distrito Federal neste primeiro momento é a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan-SP em parceria com a chinesa Sinovac Biotech. Na segunda (18), chegaram à capital cerca de 106 mil doses do imunizante. Eles foram armazenados e, nesta manhã, sob escolta da Polícia Militar (PMDF), foram levados para algumas unidades de saúde.

Excepcionalmente nesta terça (19), a vacinação começou às 10h. A partir de quarta (20), as doses serão aplicadas de 8h às 18h.

Como ressaltou o subsecretário de Atenção Integral a Saúde, Alexandre Garcia, em coletiva, apenas o primeiro dos quatro grupos prioritários será vacinado já nesta terça. O grupo é composto por:

  • Profissionais do combate à covid das redes pública e privada, que inclui trabalhadores de saúde, vigilância, limpeza, administrativo, atenção primária, Samu e Corpo e Bombeiros em atendimento pré-hospitalar;
  • Pessoas acima de 60 anos que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e abrigos;
  • Pessoas com deficiência que vivem em instituições de longa permanência, como asilos e abrigos;
  • Indígenas.
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Quem não se encaixa no grupo não deve ir aos hospitais neste primeiro momento.

O governador Ibaneis Rocha esteve presente no evento que marcou a primeira aplicação da Coronavac no Distrito Federal. Ibaneis disse à imprensa que espera que as primeiras doses da vacina contra a covid-19 sejam aplicadas em até cinco dias, a contar desta terça-feira (19).

Se a previsão do governador se concretizar, todos os profissionais da linha de frente no combate à covid e idosos que vivem em instituições de longa permanência no DF receberiam a primeira dose até o próximo sábado. Como a Coronavac requer aplicação de duas doses, este grupo de pessoas deve voltar aos hospitais num intervalo de 14 a 28 dias para tomar a dose de reforço.

Ainda considerando a projeção de Ibaneis, caso cheguem mais doses da Coronavac ao DF ou de qualquer outra vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o segundo grupo prioritário poderia começar a ser vacinado em meados de fevereiro. Contudo, não há confirmação de quando o segundo grupo começará a ser imunizado. Ele é composto por idosos de 75 anos ou mais e pessoas entre 60 e 74 anos.

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Covid-19: DF tem 5.616 casos ativos neste domingo (03)

Do total de 253.355 mil casos, 4.269(1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 243.470 (96,1%) estão recuperados

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O Distrito Federal (DF) registrou, nas últimas 24 horas, 481 novos diagnósticos de covid-19. Desde o início da pandemia, 253.355 pessoas já foram infectadas na capital e, neste domingo (03) 5.616 casos estão ativos.

As regiões com mais casos confirmados são Ceilândia (29.130), Plano Piloto (22.579) e Taguatinga (20.621). Nas últimas 24 horas foi registrado 1 óbito.

Do total de 253.355 mil casos, 4.269(1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 243.470 (96,1%) estão recuperados. Do total de óbitos,  356 são residentes de outros estados.

Com relação ao local de residência dos casos, 221.905 (87,6%) residem no DF e 20.237 (8,0%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

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Iges-DF supera 3,7 milhões de atendimentos

É como se cada morador buscasse atendimento ao menos uma vez em uma das oito unidades geridas pelo Iges-DF

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De janeiro a setembro de 2020, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) realizou mais de 3,7 milhões de atendimentos em suas unidades gerenciadas.

Para ter ideia da grandeza da marca, hoje a população do DF estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 3 milhões de habitantes. É como se cada morador buscasse atendimento ao menos uma vez em uma das oito unidades geridas pelo Iges-DF.

Do total de procedimentos, 1.961.523 foram de consultas ambulatoriais, cirurgias e atendimentos de urgência na atenção especializada, realizados no Hospital de Base (HB) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Soma-se a essa quantia os 236.496 atendimentos (consultas médicas, classificação de risco e pacientes em observação) prestados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os 1.511.948 exames feitos em todas as unidades do instituto.

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Para o presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, a quantidade de atendimentos é reflexo de um esforço conjunto em prol da saúde pública. “Em um ano de pandemia, trabalhamos para garantir a tranquilidade da população”, afirmou. “Agradeço o empenho de todos os nossos colaboradores e servidores que tanto se dedicaram para salvar vidas”, disse.

Hospitais

Maior unidade da rede pública de saúde do DF, o Hospital de Base foi responsável por 159.633 consultas ambulatoriais, 8.855 cirurgias de urgência e programadas e 955.139 procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade (como o hemograma completo). Além disso, realizou 75.439 atendimentos de urgência na atenção especializada, 20.114 internações e mais 583.799 exames.

Já o Hospital Regional de Santa Maria realizou 62.277 consultas ambulatoriais, 4.219 cirurgias de urgência e programadas, 614.922 procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade, 43.815 atendimentos de urgência na atenção especializada, 17.110 internações e 445.451 exames.

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UPAs

A Unidade de Pronto Atendimento de Ceilândia foi a que teve maior movimento em 2020. Ao todo, respondeu por 67.648 atendimentos (consultas médicas, classificação de risco e pacientes em observação) e 104.266 exames. Já a UPA de São Sebastião foi a segunda mais procurada, com 41.982 atendimentos e 87.063 exames.

Em terceiro lugar nesse ranking está a UPA de Samambaia, que realizou 37.291 atendimentos e 67.684 exames.

Veja a quantidade de procedimentos realizados pelas outras três UPAs geridas pelo Iges-DF:

UPA de Sobradinho: 36.517 atendimentos e 88.561 exames;

UPA do Recanto das Emas: 31.239 atendimentos e 81.961 exames;

UPA do Núcleo Bandeirante: 21.819 atendimentos e 53.163 exames.

Com informações da Agência Brasília

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Comércios poderão usar área pública mediante pagamento

O decreto, porém, não se aplica aos lotes localizados em área tombada de Brasília e a praças públicas

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Os comércios do Distrito Federal poderão ocupar áreas públicas, a título precário, próximas a áreas comerciais. A autorização, concedida pelo Governo do Distrito Federal, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal em 31 de dezembro de 2020.

O Decreto número 41.668, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, especifica a fixação de preços a serem cobrados dos comerciantes, observando critérios como a localização do imóvel, a área pública utilizada, o valor de mercado dos imóveis próximos e a finalidade da utilização do uso.

O decreto, porém, não se aplica aos lotes localizados em área tombada de Brasília e a praças públicas.

Para a ocupação dos espaços os comerciantes deverão atender a requisitos. Caberá às administrações regionais darem anuência prévia da negociação, de acordo com suas áreas de competência.

A autorização a título precário poderá ser suspensa a qualquer momento, por determinação da administração pública mediante revogação do termo. Ao comerciante não caberá nenhum tipo de indenização, ainda que benfeitorias tenham sido feitas na área ocupada.

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A livre circulação de pedestres deve ser garantida pelo comércio, sem qualquer restrição de passagem do fluxo ou interferências nas rotas de acessibilidade. Acessos a escadas e rampas devem ser garantidos, entre outras providências.

As informações são da Agência Brasília

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Praça abandonada no Arapoanga será revitalizada pelo GDF

Administrador regional de Planaltina, Célio Rodrigues afirma que a reforma promovida pelo GDF retoma as atividades de um ponto de encontro importante na região

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Após três anos parada e sem condições de uso, o Governo do Distrito Federal começou a revigorar uma praça do Arapoanga, em Planaltina. Orçada em R$ 415.538,42, a obra consiste em instalar novas placas da grama artificial no campo de futebol; recuperar e pintar todo o alambrado que o protege; trocar as traves velhas por novas; promover a pintura de instalações e marcações de campo; refazer os pisos das calçadas e o projeto paisagístico do jardim; além de completa reestruturação do parquinho infantil.

Administrador regional de Planaltina, Célio Rodrigues afirma que a reforma promovida pelo GDF retoma as atividades de um ponto de encontro importante na região.

“Em Planaltina há poucos espaços de lazer, principalmente que atendam a todas as idades. É oferecer qualidade de vida à população.”

A praça também ganha bancos para áreas de convivência e lixeiras novas. A empresa vencedora da licitação anuncia a geração de dez empregos diretos e cinco indiretos. Os recursos são frutos de uma emenda parlamentar do deputado distrital Cláudio Abrantes e a previsão é de que tudo fique pronto até 31 de março de 2021.

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“Trata-se de uma demanda antiga e aguardada pela população e vai atender pelo menos 40 mil moradores do Arapoanga”, informa o diretor de Desenvolvimento e Ordenamento Territorial da Administração Regional de Taguatinga, Luciano Nunes Stacciarini.

O microempreendedor Pablo Leocádio de Moura, de 21 anos, é um deles. Criado em uma casa bem em frente à praça, ele conta que usava o campo com frequência, em jogos com amigos ou em um projeto de escolinha de futebol para crianças e jovens. “Todo esse espaço, em boas condições de uso, nos faz muita falta, há muitos anos. Será uma alegria vê-lo reformado e as crianças, jovens e adultos, no Ponto de Encontro Comunitário (PEC), voltando a frequentá-lo”, espera.

Com informações da Agência Brasília

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490 ofertas de emprego nesta segunda-feira

Mantendo a tendência dos últimos dias, o segmento de vendas lidera o ranking de vagas de emprego: são 166 postos de trabalho à disposição

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Com 143 oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência, as agências do trabalhador abrem 490 vagas de emprego nesta segunda-feira (4). Embora apresente o maior salário, R$ 2.500 mensais, mais benefícios, a única vaga para técnico de refrigeração, com especialidade em instalação, exige apenas ensino fundamental incompleto e dispensa a comprovação de experiência na área.

Mantendo a tendência dos últimos dias, o segmento de vendas lidera o ranking de vagas de emprego: são 166 postos de trabalho à disposição dos interessados – pracista (145), de consórcio (10), porta a porta (10) e comércio varejista (1). Os salários variam de R$ 1945 a R$ 1.300 mensais, mais benefícios. À exceção do vendedor de comércio varejista, as demais categorias não precisam comprovar experiência no ramo. A escolaridade exigida vai de nível fundamental incompleto a ensino médio completo.

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Outro destaque são as 100 vagas abertas para consultor de vendas, destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência. Auxiliares de cozinha são contemplados com 30 chances de entrar no mercado de trabalho, com salários de R$ 1.045 a R$ 1.300,00, mais benefícios.

Para concorrer a qualquer uma das vagas, basta ir a uma das agências do trabalhador. Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho e preencher o formulário na aba “empregador”.

As informações são da Agência Brasília

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Em São Sebastião, projeto transforma terreno baldio em horta comunitária

O projeto pode ajudar mais de 100 pessoas carentes do Distrito Federal

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Antes do espaço ser tomado por entulhos e mato alto, um terreno baldio de 750 metros quadrados foi transformado em um projeto que pode ajudar mais de 100 pessoas carentes do Distrito Federal.

Em São Sebastião, o Instituto Inclusão, que administra três casas do GDF que fazem o acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) iniciou, há cerca de dois meses, o plantio de uma horta comunitária em um lote vazio no setor de chácaras do bairro São Francisco.

A horta já deu seus primeiros frutos. Na semana passada, folhas de couve e de rúcula foram colhidas. E mais pés de três tipos diferentes de alface, cheiro verde, cebolinha, jiló, quiabo, além de mais couve e rúcula estarão prontos para a colheita em quatro semanas.

O projeto envolve o trabalho de diversas pessoas e órgãos: a Sedes é responsável pelos insumos usados na horta, como enxadas, sementes e adubo, e, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), presta assistência técnica para a produção e prepara cursos para serem dados no local, como de agroecologia e permacultura; a administração regional limpou o terreno; o Instituto Inclusão coordena o plantio e manutenção da horta e, quem põe a mão na massa, são os acolhidos nas casas de passagem, em parceria com a comunidade. As casas abrigam homens em situação de rua, dependentes químicos e famílias migrantes entre os estados brasileiros que não têm residência fixa,

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Para a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, além de incentivar o cultivo de alimentos naturais e a alimentação saudável, o cultivo das hortas comunitárias promove a interação social e proporciona o bem-estar físico e mental das pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“A horta é uma grande ferramenta para trabalhar a segurança alimentar, a educação ambiental, a mobilização social e os aspectos de vizinhança. Além disso, mais do que útil e saudável, é uma atividade prazerosa junto à natureza”, destaca.

A ideia é que os produtos colhidos sirvam para abastecer as casas e complementar a alimentação dos acolhidos, que fazem cinco refeições por dia. Em São Sebastião, são três unidades com 12 famílias e 63 homens abrigados. Por enquanto, dez canteiros estão cultivados, mas a ideia é ampliar a horta. “Temos espaço. Vamos fazer mais canteiros em todo o terreno e aumentar a produção”, afirma Daniel Feo Castro de Araújo, assessor da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes.

Vamos fazer mais canteiros em todo o terreno e aumentar a produção”, afirma Daniel Feo Castro de Araújo, assessor da Sedes I Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília

O assistente social do Instituto Inclusão, Júnior Serra da Silva, coordenador do projeto, ressalta que, futuramente, a horta pode gerar renda e ocupação para a população em vulnerabilidade social acolhida em São Sebastião. “As pessoas podem colher e levar os produtos para vender nas feiras que acontecem aos finais de semana”, afirma.

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Júnior Lopes, 19 anos, brigou com a mãe, saiu de casa e foi parar em uma das casas de acolhimento, onde pode ficar três meses. Ele conta com orgulho que ajudou a plantar o primeiro pé de cebolinha e vai ao local praticamente todo sábado ajudar na manutenção dos canteiros.

“A casa de acolhimento é uma espécie de casa coletiva e cuidar da horta é uma ocupação pra gente”, diz.

Até a igreja ajuda. O terreno pertence à paróquia Santo Afonso e fica ao lado da capela São Francisco, vinculada à paróquia. O envolvimento da comunidade é estimulado pelo pároco da região, o padre Paim. No final de todas as missas ele fala da horta e estimula que as pessoas usem os canteiros para cultivar produtos.

“Uma senhora que mora aqui perto plantou abóboras e ela ou a filha vêm regá-las todo dia”, conta Idorival da Silva Brito, que toma conta da capela e também ajuda na horta. Para ele, o grande benefício do projeto é proporcionar a interação da comunidade e dos acolhidos. “Já me propuseram fazer um abaixo-assinado para tirar os albergues daqui”, diz.

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Com informações da Agência Brasília

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A partir desta segunda (04), prova de vida volta a ser exigida no DF

Tutores, guardiões e curadores dos aposentados e pensionistas deverão apresentar os seguintes documentos: original da tutela, termo de guarda ou curatela e documento de identidade oficial do representante legal

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Sendo anual, obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões, a prova de vida que foi suspensa em 16 de março por causa das medidas de prevenção ao novo coronavírus, volta em 2021 no Distrito Federal. Aposentados e pensionistas da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Distrito Federal precisarão comprovar que estão vivos, em uma apresentação presencial numa das agências do Banco de Brasília (BRB) a partir do dia 4 de janeiro (segunda-feira).

É feita uma vez por ano no mês de aniversário do aposentado ou pensionista nas agências BRB, de segunda à sexta, das 11h às 16h. É necessária a apresentação do documento de identidade com foto (Carteira de Identidade, Carteira de Habilitação ou Carteira Profissional com validade em todo o território nacional e emitida por órgão de regulamentação profissional), do CPF e de um comprovante de residência atualizado.

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Os servidores aposentados e pensionistas que deixam de fazer a prova de vida no mês em que estiverem aniversariando são notificados para que, no prazo de 30 dias, apresentem a documentação exigida, sob pena de suspensão do pagamento do seu benefício. “O objetivo é coibir fraudes e irregularidades no pagamento de benefícios previdenciários”, informa o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF), Ney Ferraz Júnior.

Na prática, porém, aposentados e pensionistas continuaram voluntariamente a realizar prova de vida nesses meses de suspensão da obrigatoriedade, aproveitando-se de suas idas ao banco. Com isso, o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) contabilizou 24.134 provas de vida de janeiro até 17 de dezembro. Isso corresponde a 39,04% do total previsto para o ano.

Tutores, guardiões e curadores dos aposentados e pensionistas deverão apresentar os seguintes documentos: original da tutela, termo de guarda ou curatela e documento de identidade oficial do representante legal.

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Com informações da Agência Brasília

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DF perde mais uma referência gastronômica que era a cara dos brasilienses

Restaurante no Gilberto Salomão fecha as portas após mais de 30 anos

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Restaurante La Massas do Gilberto Salomão fecha as portas após 36 anos de funcionamento. A notícia pegou muitos de surpresa, que lamentaram a perda. Segundo clientes, o estabelecimento está fechado desde o dia 30 de dezembro, quando foi instalada a faixa de despedida.

Reprodução/ Instagram

Um dos motivos do fechamento do estabelecimento foi o alto custo de gastos e a falta de clientes, devido a pandemia em que muitos restaurantes precisaram ser fechados.

Cliente desde jovem, Fabio Andrade relata ter vivido bons momentos no local, onde fez questão de levar seus filhos para conhecerem o ambiente. “Essa é a lembrança que fica, um lugar familiar com gente de Brasília, onde vivemos bons momentos.” lamenta.

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