Liberada reforma na Ponte Costa e Silva

Decisão por unanimidade autoriza Novacap a prosseguir com o edital que irá escolher a empresa para realizar a obra, que terá investimento de R$ 15 mi

O Tribunal de Contas do DF (TCDF) aprovou, por unanimidade, a retomada do edital de licitação para o projeto de recuperação, reforço estrutural e revitalização da Ponte Costa e Silva, que liga o Setor de Clubes Sul ao Pontão do Lago Sul.

A concorrência havia sido suspensa pelo TCDF e, com a liberação, a  Novacap irá republicar o edital para a contratação da empresa que irá executar a obra.

O valor da licitação será de R$ 15 milhões e a previsão da Novacap é que, quando iniciadas, as obras durem cerca de um ano e meio. O investimento será realizado por meio de recursos da Fonte 100.

Entre os trabalhos que serão realizados no local, estão o reforço estrutural das vigas da ponte, manutenção das juntas de dilatação e das sinalizações náuticas e viárias, recapeamento funcional das três faixas de asfalto, instalação de um novo guarda-corpo e melhoria no escoamento de águas pluviais, entre outros.

Essa será a primeira vez que a Ponte Costa e Silva passará por uma revitalização tão completa desde a sua inauguração, em 1976. A estrutura foi projetada por Oscar Niemeyer e possui 452 metros de comprimento por 13 metros de largura, com três vãos que permitem a passagem de embarcações náuticas que navegam pelo Lago Paranoá.

A diretora de edificações da Novacap, Virgínia Sanchez, explica que o projeto nasceu de uma demanda importante da cidade: a da preservação de sua estrutura original, que pode ter sofrido problemas com as intempéries do tempo. “Viemos trabalhando muito nisso, e depois do desabamento do trecho da Galeria dos Estados, em fevereiro de 2018, queremos estar mais próximos das averiguações e da necessidade de recuperação dessas pontes”, afirma.

De acordo com a Novacap, a vida útil de construções de grande porte, como uma ponte, diminui ao longo do tempo, e para garantir a melhor segurança da estrutura, ações como uma revitalização completa são mais eficientes do que manutenções pontuais. A companhia possui um grupo de trabalho específico que atua no estudo de todas as pontes do DF, atuando quando necessário.

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