GDF pretende iluminar toda a capital com LED em até dois anos

Lâmpadas de LED, conhecidas como lâmpadas brancas, dão mais segurança à população e representam economia aos cofres públicos

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem a intenção de iluminar por LED toda a capital em até dois anos. Além de melhorar a luminosidade das ruas, as chamadas lâmpadas brancas aumenta a segurança da população e reduz gasto com energia, o que pode gerar uma redução de 50% nos gastos com o serviço.

Desde 2019 foram investidos mais de R$ 17 milhões com iluminação pública e 18.704 luminárias de LED foram instaladas em mais de 80 endereços em todo o DF. As áreas revitalizadas vão desde o Plano Piloto a Taguatinga, passando por Samambaia, Santa Maria, Gama, entre outras regiões administrativas (RAs).

Atualmente, o DF é iluminado majoritariamente por lâmpadas amarelas, de vapor de sódio. Elas consomem mais e geram custos maiores, além de não colaborarem com o meio ambiente. Portanto, cada lâmpada de LED que substitui uma de vapor de sódio é útil para a população e rentável para o GDF.

“Essa troca de LED vai reduzir em cerca de 50% o que se consome hoje. Com essa redução, a gente vai ter sobra de caixa na contribuição pública para fazer os investimentos necessários. É importante acelerar esse processo para economizar com gastos de energia”, aponta o presidente da Companhia Energética de Brasília (CEB), Edison Garcia.

Alternativas e soluções 

Duas alternativas estão sendo trabalhadas: a primeira é buscar crédito em bancos de desenvolvimento. A segunda, estabelecer parcerias com o setor privado. Ambas estão bem desenhadas e assim deve ser, uma vez que a troca total das lâmpadas no DF demanda investimento na ordem dos R$ 300 milhões.

A primeira opção estudada seria feita em parceria com o Novo Banco de Desenvolvimento do Brics, chamado de Banco do Brics, com uma operação de crédito para financiamento. O projeto feito pela CEB foi bem aceito pelo banco e deve ser apresentado em agosto.

A outra alternativa gira em torno de um chamamento público para atrair um parceiro do setor privado que possa fazer o investimento da troca das lâmpadas. Como contrapartida, o parceiro da CEB assume a manutenção da rede junto à CEB pelo período de 12 anos, numa espécie de união de empresas por um período predeterminado (chamado de joint venture).

Foto: Divulgação/Agência Brasília
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