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Faculdade JK promete entregar diplomas atrasados

Após denúncias, instituição diz que vai providenciar os documentos. Por outro lado, tem 35 processos na Justiça

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Com atraso no envio de diplomas a ex-alunos há mais de um ano, a Faculdade JK diz que vai entregar os diplomas atrasados. É a promessa da diretora Patrícia Lima, de acordo com matéria do site Jornal de Brasília.

Por outro lado, a instituição de ensino superior também possui problemas na justiça. Com tem cerca 31 processos em 1ª instância e quatro em 2ª instância no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), todas as ações correm entre 2019 e 2020. A maioria delas são motivados por prestação de serviço e obrigações. Alguns devido a indenização por dano moral.

Assim como na última quarta-feira, a diretora da Faculdade JK, Patrícia Lima, foi procurada pela reportagem para esclarecer as denúncias feitas ao JBr. Desta vez, ela decidiu se pronunciar, e foi categórica: “Estamos providenciando os diplomas atrasados”, declarou a representante da instituição, sem dar mais detalhes. O setor de diplomas também foi procurado, mas não obtivemos resposta.

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Diploma para trabalhar

Em um caso especial, um ex-aluno precisa do diploma para formalizar a contratação pela Secretaria de Saúde (SES-DF) — e dar apoio no combate à pandemia do novo coronavírus — tendo em vista o anúncio da decisão pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) na última segunda-feira, próximo de manifestantes em frente ao Palácio do Buriti. O chefe do Executivo disse que iria contratar 1065 enfermeiros de família e 149 obstetras para trabalharem neste período de crise, com jornadas de 20 a 40 horas semanais. Sem querer se identificar, o ex-estudante diz que está há de um ano e quatro meses à espera do documento.

Ele diz que foi informado na noite da última quarta-feira pela diretora da Faculdade JK que os documentos dele foram enviados à UnB para que possa receber o diploma. “Me mandaram e-mail pedindo uma documentação que eu já havia entregue, porque fui transferido de outra faculdade para lá [após seis meses na Unieuro]. Aí tive que levar histórico acadêmico e aproveitaram todas as matérias. Mesmo assim eu mandei tudo de novo, e me responderam novamente que já encaminharam para a UnB, e pediram para eu aguardar a resposta para fazerem o trâmite de urgência [devido ao chamamento para trabalhar na SES-DF]”, conta o rapaz.

Em relação ao chamamento de enfermeiros, a Secretaria de Economia do DF informa que está fazendo a análise orçamentária para autorizar a convocação, conforme determinação do governador Ibaneis Rocha, e até a próxima sexta-feira(10) divulgará o cronograma de chamamento. A Secretaria de Saúde, por sua vez, informa que a documentação será exigida no ato da posse, que pode ocorrer até 30 dias após a nomeação.

O enfermeiro citado acima está na lista de selecionados do último concurso da Secretaria, publicado no Diário Oficial (DODF) em 27 de julho de 2018. Ele, que trabalha no Hospital Sarah Kubitschek, deve receber um aumento em torno de R$600 se for de fato chamado pela Secretaria de Saúde. “A questão de valores é praticamente a mesma. Porém, no GDF é outro vínculo que garante estabilidade. No meu trabalho atual sou CLT”, compara.

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Segundo informações do Núcleo de Admissão e Movimentação (NUAM) da Secretaria de Saúde, quando o candidato escolhido em concurso público for nomeado e empossado em algum cargo da Secretaria de Saúde do DF, “deverá ser apresentado o diploma original e cópia, ou cópia autenticada”, diz o setor.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofan) explica como o ex-aluno pode proceder neste caso sem o diploma para trabalhar no GDF. “O registro e inscrição podem ser requeridos com a declaração de conclusão de curso, juntamente com a relação de formandos expedida pela instituição de ensino formadora (além de outros documentos pessoais). Assim, o profissional terá o prazo de um ano, contado da data de emissão da carteira profissional, para apresentar ao Conselho Regional de Enfermagem em que esteja inscrito o diploma ou certificado para registro. Esse prazo é prorrogável por igual período mediante requerimento”, orienta.

“No caso de regras sobre documentos necessários para admissão em concurso público, compete aos órgãos estabelecê-las nos editais dos processos de seleção”, complementa o órgão.

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O Cofan destaca que compete ao Ministério da Educação (MEC) normatizar sobre a expedição e o registro de diplomas de cursos superiores de graduação no âmbito do sistema federal de ensino.

MPDFT

Procurado para esclarecer a denúncia, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) enviou uma nota por meio de assessoria de imprensa. “Os estudantes que se sentirem lesados podem procurar a Ouvidoria do Ministério Público para representação, a fim de que se instaure procedimento adequado com a finalidade de investigar a situação.”

A reportagem entrou em contato com o Ministério da Educação para informarem quando os diplomas serão entregues aos ex-alunos, mas não responderam o fechamento desta edição.

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A Universidade de Brasília (UnB) orienta como os enfermeiros chamados para trabalhar na SES-DF devem proceder com o diploma. “O primeiro passo é o interessado procurar a faculdade na qual se graduou, uma vez que cabe à UnB apenas o registro, não a emissão do diploma. A faculdade, então, precisa montar um processo e entrar em contato com a UnB, pelo e-mail [email protected] Depois disso, é marcada a data para a assinatura e retirada do documento”, conclui a nota.

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Covid-19: DF tem 5.616 casos ativos neste domingo (03)

Do total de 253.355 mil casos, 4.269(1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 243.470 (96,1%) estão recuperados

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O Distrito Federal (DF) registrou, nas últimas 24 horas, 481 novos diagnósticos de covid-19. Desde o início da pandemia, 253.355 pessoas já foram infectadas na capital e, neste domingo (03) 5.616 casos estão ativos.

As regiões com mais casos confirmados são Ceilândia (29.130), Plano Piloto (22.579) e Taguatinga (20.621). Nas últimas 24 horas foi registrado 1 óbito.

Do total de 253.355 mil casos, 4.269(1,7%) faleceram em decorrência de complicações causadas pelo vírus e 243.470 (96,1%) estão recuperados. Do total de óbitos,  356 são residentes de outros estados.

Com relação ao local de residência dos casos, 221.905 (87,6%) residem no DF e 20.237 (8,0%) residem em outras Unidades Federadas (UF), sendo que os municípios do entorno respondem pela maior proporção dos casos de outras UF.

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Iges-DF supera 3,7 milhões de atendimentos

É como se cada morador buscasse atendimento ao menos uma vez em uma das oito unidades geridas pelo Iges-DF

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De janeiro a setembro de 2020, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) realizou mais de 3,7 milhões de atendimentos em suas unidades gerenciadas.

Para ter ideia da grandeza da marca, hoje a população do DF estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de 3 milhões de habitantes. É como se cada morador buscasse atendimento ao menos uma vez em uma das oito unidades geridas pelo Iges-DF.

Do total de procedimentos, 1.961.523 foram de consultas ambulatoriais, cirurgias e atendimentos de urgência na atenção especializada, realizados no Hospital de Base (HB) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Soma-se a essa quantia os 236.496 atendimentos (consultas médicas, classificação de risco e pacientes em observação) prestados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os 1.511.948 exames feitos em todas as unidades do instituto.

Para o presidente do Iges-DF, Paulo Ricardo Silva, a quantidade de atendimentos é reflexo de um esforço conjunto em prol da saúde pública. “Em um ano de pandemia, trabalhamos para garantir a tranquilidade da população”, afirmou. “Agradeço o empenho de todos os nossos colaboradores e servidores que tanto se dedicaram para salvar vidas”, disse.

Hospitais

Maior unidade da rede pública de saúde do DF, o Hospital de Base foi responsável por 159.633 consultas ambulatoriais, 8.855 cirurgias de urgência e programadas e 955.139 procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade (como o hemograma completo). Além disso, realizou 75.439 atendimentos de urgência na atenção especializada, 20.114 internações e mais 583.799 exames.

Já o Hospital Regional de Santa Maria realizou 62.277 consultas ambulatoriais, 4.219 cirurgias de urgência e programadas, 614.922 procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade, 43.815 atendimentos de urgência na atenção especializada, 17.110 internações e 445.451 exames.

UPAs

A Unidade de Pronto Atendimento de Ceilândia foi a que teve maior movimento em 2020. Ao todo, respondeu por 67.648 atendimentos (consultas médicas, classificação de risco e pacientes em observação) e 104.266 exames. Já a UPA de São Sebastião foi a segunda mais procurada, com 41.982 atendimentos e 87.063 exames.

Em terceiro lugar nesse ranking está a UPA de Samambaia, que realizou 37.291 atendimentos e 67.684 exames.

Veja a quantidade de procedimentos realizados pelas outras três UPAs geridas pelo Iges-DF:

UPA de Sobradinho: 36.517 atendimentos e 88.561 exames;

UPA do Recanto das Emas: 31.239 atendimentos e 81.961 exames;

UPA do Núcleo Bandeirante: 21.819 atendimentos e 53.163 exames.

Com informações da Agência Brasília

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Comércios poderão usar área pública mediante pagamento

O decreto, porém, não se aplica aos lotes localizados em área tombada de Brasília e a praças públicas

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Os comércios do Distrito Federal poderão ocupar áreas públicas, a título precário, próximas a áreas comerciais. A autorização, concedida pelo Governo do Distrito Federal, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal em 31 de dezembro de 2020.

O Decreto número 41.668, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, especifica a fixação de preços a serem cobrados dos comerciantes, observando critérios como a localização do imóvel, a área pública utilizada, o valor de mercado dos imóveis próximos e a finalidade da utilização do uso.

O decreto, porém, não se aplica aos lotes localizados em área tombada de Brasília e a praças públicas.

Para a ocupação dos espaços os comerciantes deverão atender a requisitos. Caberá às administrações regionais darem anuência prévia da negociação, de acordo com suas áreas de competência.

A autorização a título precário poderá ser suspensa a qualquer momento, por determinação da administração pública mediante revogação do termo. Ao comerciante não caberá nenhum tipo de indenização, ainda que benfeitorias tenham sido feitas na área ocupada.

A livre circulação de pedestres deve ser garantida pelo comércio, sem qualquer restrição de passagem do fluxo ou interferências nas rotas de acessibilidade. Acessos a escadas e rampas devem ser garantidos, entre outras providências.

As informações são da Agência Brasília

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Praça abandonada no Arapoanga será revitalizada pelo GDF

Administrador regional de Planaltina, Célio Rodrigues afirma que a reforma promovida pelo GDF retoma as atividades de um ponto de encontro importante na região

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Após três anos parada e sem condições de uso, o Governo do Distrito Federal começou a revigorar uma praça do Arapoanga, em Planaltina. Orçada em R$ 415.538,42, a obra consiste em instalar novas placas da grama artificial no campo de futebol; recuperar e pintar todo o alambrado que o protege; trocar as traves velhas por novas; promover a pintura de instalações e marcações de campo; refazer os pisos das calçadas e o projeto paisagístico do jardim; além de completa reestruturação do parquinho infantil.

Administrador regional de Planaltina, Célio Rodrigues afirma que a reforma promovida pelo GDF retoma as atividades de um ponto de encontro importante na região.

“Em Planaltina há poucos espaços de lazer, principalmente que atendam a todas as idades. É oferecer qualidade de vida à população.”

A praça também ganha bancos para áreas de convivência e lixeiras novas. A empresa vencedora da licitação anuncia a geração de dez empregos diretos e cinco indiretos. Os recursos são frutos de uma emenda parlamentar do deputado distrital Cláudio Abrantes e a previsão é de que tudo fique pronto até 31 de março de 2021.

“Trata-se de uma demanda antiga e aguardada pela população e vai atender pelo menos 40 mil moradores do Arapoanga”, informa o diretor de Desenvolvimento e Ordenamento Territorial da Administração Regional de Taguatinga, Luciano Nunes Stacciarini.

O microempreendedor Pablo Leocádio de Moura, de 21 anos, é um deles. Criado em uma casa bem em frente à praça, ele conta que usava o campo com frequência, em jogos com amigos ou em um projeto de escolinha de futebol para crianças e jovens. “Todo esse espaço, em boas condições de uso, nos faz muita falta, há muitos anos. Será uma alegria vê-lo reformado e as crianças, jovens e adultos, no Ponto de Encontro Comunitário (PEC), voltando a frequentá-lo”, espera.

Com informações da Agência Brasília

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490 ofertas de emprego nesta segunda-feira

Mantendo a tendência dos últimos dias, o segmento de vendas lidera o ranking de vagas de emprego: são 166 postos de trabalho à disposição

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Com 143 oportunidades exclusivas para pessoas com deficiência, as agências do trabalhador abrem 490 vagas de emprego nesta segunda-feira (4). Embora apresente o maior salário, R$ 2.500 mensais, mais benefícios, a única vaga para técnico de refrigeração, com especialidade em instalação, exige apenas ensino fundamental incompleto e dispensa a comprovação de experiência na área.

Mantendo a tendência dos últimos dias, o segmento de vendas lidera o ranking de vagas de emprego: são 166 postos de trabalho à disposição dos interessados – pracista (145), de consórcio (10), porta a porta (10) e comércio varejista (1). Os salários variam de R$ 1945 a R$ 1.300 mensais, mais benefícios. À exceção do vendedor de comércio varejista, as demais categorias não precisam comprovar experiência no ramo. A escolaridade exigida vai de nível fundamental incompleto a ensino médio completo.

Outro destaque são as 100 vagas abertas para consultor de vendas, destinadas exclusivamente a pessoas com deficiência. Auxiliares de cozinha são contemplados com 30 chances de entrar no mercado de trabalho, com salários de R$ 1.045 a R$ 1.300,00, mais benefícios.

Para concorrer a qualquer uma das vagas, basta ir a uma das agências do trabalhador. Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho e preencher o formulário na aba “empregador”.

As informações são da Agência Brasília

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Em São Sebastião, projeto transforma terreno baldio em horta comunitária

O projeto pode ajudar mais de 100 pessoas carentes do Distrito Federal

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Antes do espaço ser tomado por entulhos e mato alto, um terreno baldio de 750 metros quadrados foi transformado em um projeto que pode ajudar mais de 100 pessoas carentes do Distrito Federal.

Em São Sebastião, o Instituto Inclusão, que administra três casas do GDF que fazem o acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) iniciou, há cerca de dois meses, o plantio de uma horta comunitária em um lote vazio no setor de chácaras do bairro São Francisco.

A horta já deu seus primeiros frutos. Na semana passada, folhas de couve e de rúcula foram colhidas. E mais pés de três tipos diferentes de alface, cheiro verde, cebolinha, jiló, quiabo, além de mais couve e rúcula estarão prontos para a colheita em quatro semanas.

O projeto envolve o trabalho de diversas pessoas e órgãos: a Sedes é responsável pelos insumos usados na horta, como enxadas, sementes e adubo, e, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), presta assistência técnica para a produção e prepara cursos para serem dados no local, como de agroecologia e permacultura; a administração regional limpou o terreno; o Instituto Inclusão coordena o plantio e manutenção da horta e, quem põe a mão na massa, são os acolhidos nas casas de passagem, em parceria com a comunidade. As casas abrigam homens em situação de rua, dependentes químicos e famílias migrantes entre os estados brasileiros que não têm residência fixa,

Para a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, além de incentivar o cultivo de alimentos naturais e a alimentação saudável, o cultivo das hortas comunitárias promove a interação social e proporciona o bem-estar físico e mental das pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“A horta é uma grande ferramenta para trabalhar a segurança alimentar, a educação ambiental, a mobilização social e os aspectos de vizinhança. Além disso, mais do que útil e saudável, é uma atividade prazerosa junto à natureza”, destaca.

A ideia é que os produtos colhidos sirvam para abastecer as casas e complementar a alimentação dos acolhidos, que fazem cinco refeições por dia. Em São Sebastião, são três unidades com 12 famílias e 63 homens abrigados. Por enquanto, dez canteiros estão cultivados, mas a ideia é ampliar a horta. “Temos espaço. Vamos fazer mais canteiros em todo o terreno e aumentar a produção”, afirma Daniel Feo Castro de Araújo, assessor da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes.

Vamos fazer mais canteiros em todo o terreno e aumentar a produção”, afirma Daniel Feo Castro de Araújo, assessor da Sedes I Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília

O assistente social do Instituto Inclusão, Júnior Serra da Silva, coordenador do projeto, ressalta que, futuramente, a horta pode gerar renda e ocupação para a população em vulnerabilidade social acolhida em São Sebastião. “As pessoas podem colher e levar os produtos para vender nas feiras que acontecem aos finais de semana”, afirma.

Júnior Lopes, 19 anos, brigou com a mãe, saiu de casa e foi parar em uma das casas de acolhimento, onde pode ficar três meses. Ele conta com orgulho que ajudou a plantar o primeiro pé de cebolinha e vai ao local praticamente todo sábado ajudar na manutenção dos canteiros.

“A casa de acolhimento é uma espécie de casa coletiva e cuidar da horta é uma ocupação pra gente”, diz.

Até a igreja ajuda. O terreno pertence à paróquia Santo Afonso e fica ao lado da capela São Francisco, vinculada à paróquia. O envolvimento da comunidade é estimulado pelo pároco da região, o padre Paim. No final de todas as missas ele fala da horta e estimula que as pessoas usem os canteiros para cultivar produtos.

“Uma senhora que mora aqui perto plantou abóboras e ela ou a filha vêm regá-las todo dia”, conta Idorival da Silva Brito, que toma conta da capela e também ajuda na horta. Para ele, o grande benefício do projeto é proporcionar a interação da comunidade e dos acolhidos. “Já me propuseram fazer um abaixo-assinado para tirar os albergues daqui”, diz.

Com informações da Agência Brasília

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A partir desta segunda (04), prova de vida volta a ser exigida no DF

Tutores, guardiões e curadores dos aposentados e pensionistas deverão apresentar os seguintes documentos: original da tutela, termo de guarda ou curatela e documento de identidade oficial do representante legal

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Sendo anual, obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões, a prova de vida que foi suspensa em 16 de março por causa das medidas de prevenção ao novo coronavírus, volta em 2021 no Distrito Federal. Aposentados e pensionistas da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Distrito Federal precisarão comprovar que estão vivos, em uma apresentação presencial numa das agências do Banco de Brasília (BRB) a partir do dia 4 de janeiro (segunda-feira).

É feita uma vez por ano no mês de aniversário do aposentado ou pensionista nas agências BRB, de segunda à sexta, das 11h às 16h. É necessária a apresentação do documento de identidade com foto (Carteira de Identidade, Carteira de Habilitação ou Carteira Profissional com validade em todo o território nacional e emitida por órgão de regulamentação profissional), do CPF e de um comprovante de residência atualizado.

Os servidores aposentados e pensionistas que deixam de fazer a prova de vida no mês em que estiverem aniversariando são notificados para que, no prazo de 30 dias, apresentem a documentação exigida, sob pena de suspensão do pagamento do seu benefício. “O objetivo é coibir fraudes e irregularidades no pagamento de benefícios previdenciários”, informa o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF), Ney Ferraz Júnior.

Na prática, porém, aposentados e pensionistas continuaram voluntariamente a realizar prova de vida nesses meses de suspensão da obrigatoriedade, aproveitando-se de suas idas ao banco. Com isso, o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF) contabilizou 24.134 provas de vida de janeiro até 17 de dezembro. Isso corresponde a 39,04% do total previsto para o ano.

Tutores, guardiões e curadores dos aposentados e pensionistas deverão apresentar os seguintes documentos: original da tutela, termo de guarda ou curatela e documento de identidade oficial do representante legal.

Com informações da Agência Brasília

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DF perde mais uma referência gastronômica que era a cara dos brasilienses

Restaurante no Gilberto Salomão fecha as portas após mais de 30 anos

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Restaurante La Massas do Gilberto Salomão fecha as portas após 36 anos de funcionamento. A notícia pegou muitos de surpresa, que lamentaram a perda. Segundo clientes, o estabelecimento está fechado desde o dia 30 de dezembro, quando foi instalada a faixa de despedida.

Reprodução/ Instagram

Um dos motivos do fechamento do estabelecimento foi o alto custo de gastos e a falta de clientes, devido a pandemia em que muitos restaurantes precisaram ser fechados.

Cliente desde jovem, Fabio Andrade relata ter vivido bons momentos no local, onde fez questão de levar seus filhos para conhecerem o ambiente. “Essa é a lembrança que fica, um lugar familiar com gente de Brasília, onde vivemos bons momentos.” lamenta.

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GDF finaliza regularização do Guará II

O documento é a primeira fase para a conclusão de regularização de 177 imóveis – beneficiando cerca de 700 pessoas – e legalizando toda região

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Simone Barbosa, 40 anos, não tinha mais esperança de regularizar a casa onde mora com a mãe, no Guará II. Mas, em dezembro, teve uma surpresa. Técnicos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) entregaram cartas convocatórias aos moradores das QE’s 38, 42, 44 e 46. O documento é a primeira fase para a conclusão de regularização de 177 imóveis – beneficiando cerca de 700 pessoas – e legalizando toda região.

“Só descobri que a casa não estava regularizada depois que comprei. Há anos tento a legalização do meu imóvel”, lembra Simone, que mora na região há 14 anos. “Iniciar o processo de regularização é uma conquista que sonho há muito tempo. Se eu quiser vender o terreno, por exemplo, será muito mais valorizado com título”, comenta a professora.

A aposentada Célia Flores, 74 anos, também está ansiosa para, finalmente, ter o documento em mãos. Ela mora com os dois filhos no Guará II há mais de 25 anos e também não sabia que o imóvel não era legalizado. “É uma segurança para minha família. Minha idade é avançada e quero ter a tranquilidade de que esta casa será dos meus filhos, pois é um direito deles”, disse.

Processo

Apesar do Guará II ser uma região antiga e consolidada, ainda existem imóveis que precisam ser regularizados, como é o caso das quadras acima. Segundo o diretor de Regularização da Codhab, Leonardo Firme, após a entrega dos títulos dessas residências, toda a região será legalizada.

“Nossos técnicos passaram de casa em casa para garantir o primeiro passo para o processo de regularização, que é a entrega de cartas convocatórias. A segunda etapa foi a entrega dos documentos. Analisaremos toda a papelada até a segunda quinzena de janeiro”, explica o diretor. “É um trabalho diário para dar mais segurança jurídica aos proprietários”, reforça.

A administradora do Guará, Luciana Quintana, reforça a importância da ação do governo local para a população. “Era uma demanda antiga, esperada por décadas. O GDF está integrado para resolver as demandas da população, principalmente daqueles que mais precisam”, ressalta a responsável pela cidade.

Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

Outras regiões

Em dezembro, o GDF regularizou 5 mil ocupações rurais na capital. O governador Ibaneis Rocha sancionou a Lei Professor Aníbal, que vai permitir que essas ocupações sejam legalizadas. Com a nova legislação, pequenos, médios e grandes produtores terão segurança jurídica para produzir e gerar emprego e renda no campo.

Após décadas de espera, Arniqueira também iniciou sua tão sonhada regularização fundiária. Com a assinatura do decreto que aprova o projeto urbanístico, mais de 1,4 mil lotes que ocupam uma área de 319,28 hectares serão legalizados. No início dos anos 90, a área (um conjunto de chácaras) cresceu desordenadamente. Na atual gestão, ela foi transformada em uma região administrativa para se desenvolver com infraestrutura e sem agredir o meio ambiente.

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“Aqui se faz política com P maiúsculo”, diz Ibaneis em posse de mesa diretora da CLDF

A posse desta sexta-feira (1º) reconduz ao cargo, pela primeira vez, o presidente da Câmara Legislativa do DF, Rafael Prudente

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, durante cerimônia de posse da Mesa Diretora da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), afirmou que “aqui se faz política com P maiúsculo, se faz política com responsabilidade, se faz política olhando no olho do eleitor e dizendo ‘eu trabalho para a população com dignidade’”.

“É isso que nós temos que continuar fazendo e é isso que nós vamos fazer ao longos dos próximos dois anos, contando com a parceira, discussão dos projetos, confiança e legitimidade que nós temos no nosso mandato”, complementou.

A posse desta sexta-feira (1º) reconduz ao cargo, pela primeira vez, o presidente da Casa, Rafael Prudente. Ibaneis destacou que o o trabalho da CLDF destacou o DF e o colocou como referência “para todos e para todas da população e para todos e todas do país”. “Projetos de lei encaminhados pelo Executivo são tratados sempre com a maior responsabilidade, aperfeiçoados e votados de forma célere, de forma a encantar a nós que estamos do outro lado da Praça do Buriti”, agradeceu o governador.

Posse da mesa diretora da CLDF para 2021-2022. Foto: Reprodução/CLDF TVPosse da mesa diretora da CLDF para 2021-2022. Foto: Reprodução/CLDF TV

“Então eu tenho convicção de que isso que o Rafael [Prudente] colocou, que a Câmara Legislativa pontua do seu mais elevado ao longo dos seus últimos 30 anos é a pura realidade. Os deputados  e deputadas dessa casa engrandecem o DF, engradecem a sociedade do DF, orgulham a população do DF. Eu, como governador, só tenho a agradecer esses dois anos que se passaram, a efetividade dessas medidas, principalmente no ano de 2020, em que vivemos e continuamos a viver nesse início de 2021, um dos períodos mais tristes da história desse país”, afirmou.

Para o chefe do Executivo, o ano de 2021 pode ser um dos mais difíceis para a retomada da economia em decorrência da pandemia do novo coronavírus que assolou o mundo. “A Câmara Legilsativa mais uma vez nos ajudou, devolvendo recurso para que a gente pudesse investir no Cartão Prato Cheio, no Pão e Leite, atendendo à comunidade de rua, atendendo a todos que tem necessidade da mão estendida do estado do Distrito Federal”, disse o governador.

“Eu coloco o meu mandato à disposição da população do Distrito Federal e vou trabalhar até o fim do nosso mandato para que a gente tenha a nossa cidade novamente organizado”, complementou.

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