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Ala do Avante perde força junto ao Buriti

A ala do vice-governador, Paco Britto, ganhou força, mas os distritais Joao Cardoso e Reginaldo Sardinha, além de perderem influência, devem perder voz junto ao governo local

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Em um encontro recente na Casa Civil do palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha (MDB) deixou claro ao presidente do parlamento local, Rafael Prudente, de mesmo partido, que manterá uma postura mais dura com relação a alguns parlamentares do chamado Centrão.

A irritação do chefe do Executivo com o Centrão cresceu no conflito em torno do projeto do Refis 2020 que passou meses sendo elaborado pela equipe econômica do governo local, sob o comando do secretário André Clemente e que chegou a ser defendido por entidades empresariais.

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Só que após ser rejeitado, o governo enviou o projeto de reforma da Previdência local e viu dois integrantes do chamado Centrão, que teoricamente seriam da base do governo por serem filiados ao partido do vice-governador (o Avante), votarem contra o projeto. Desde então, os deputados Reginaldo Sardinha e João Cardoso entraram em rota de colisão com o governo.

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Por muitas vezes, João Cardoso teve o costume de não seguir a orientação de voto do governo, o que já prejudicou a contagem em votações de projetos importantes do palácio. Já o deputado Reginaldo Sardinha, criador do Centrão e presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), tem sido considerado pelo núcleo duro do palácio como um “independente”, como explicou um secretário.

Só que há o entendimento agora que o governador manterá uma postura mais dura contra o parlamentar.  Segundo fontes procuradas pela reportagem, os embates recentes jogou parte do núcleo duro do Avante para escanteio.

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Em resumo, a ala do vice-governador, Paco Britto, ganhou força, mas os distritais Cardoso e Sardinha, além de perderem influência em administrações regionais, devem perder voz junto ao governo local. Neste contexto, o ex-presidente do Avante, Lucas Kotoyanis, que exerce forte influência nos bastidores da política local, em especial, na CLDF, também perde força junto ao palácio.

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