Estudos: Governo já liberou R$ 15 milhões para pesquisa e combate à covid-19

As pesquisas incluem estudos clínicos da doença, produção de medicações, estudos epidemiológicos, produção de testes para exames, dentre outros objetivos

Pouco mais de um mês depois de o Governo do Distrito Federal (GDF) assinar um acordo de parceria estabelecendo um investimento de R$ 30 milhões à Universidade de Brasília (UnB) destinados aos programas e projetos de pesquisa para combater a covid-19, metade do valor já foi repassado à Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), órgão responsável pela parceria.

A Administração Superior da UnB explica que os recursos recebidos pela parceria são destinados a 23 projetos de pesquisa selecionados por analistas da própria universidade e também da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. As pesquisas incluem estudos clínicos da doença, produção de medicações, estudos epidemiológicos, produção de testes para exames e produção de equipamentos de proteção individual.

Os projetos previstos pela parceria ainda se encontram na fase inicial de execução, inclusive em aspectos financeiros e orçamentários. Entre esses projetos, encontra-se a elaboração de um respirador mecânico de baixo custo com sistemas de controle em volume e pressão e adequado às condições sanitárias para pacientes com covid-19 em UTI, o desenvolvimento de novos tipos de faceshield (viseiras de plástico) mais eficientes, entre outros.

Gestão do fundo

A assessoria de comunicação do GDF explica que a verba de R$ 30 milhões não é exclusiva para a UnB, e sim referente ao orçamento global do convênio, e que a universidade recebe sua parcela na medida em que o emprego do valor se mostra necessário para aquisição de recursos humanos, equipamento ou material de pesquisa. Quem faz a gestão desse fundo é a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), organização privada parceira da Universidade de Brasília.

A Finatec também é responsável por acompanhar os projetos do convênio junto à FAP-DF, auxiliar na avaliação dos projetos e por fazer a gestão dos projetos aprovados. O convênio também prevê o fomento de empresas de micro e pequeno porte empenhadas em produzir tecnologias que ajudem a combater a pandemia, e também financia pesquisas para combate ao impacto econômico da doença.

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