Justiça nega pedido de revogação de prisão preventiva de acusados de matar Pe. Casemiro

Os suspeitos estão presos desde outubro do ano passado, e respondem por roubo seguido de morte e corrupção de menores

O pedido de revogação da prisão preventiva de Alessandro de Anchieta Silva, Antonio Wyllian Almeida Santos e Daniel Souza Cruz, acusados do assassinato do padre Kazimierz Wojno, conhecido como padre Casemiro, da Paróquia Nossa Senhora da Saúde foi negado pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Brasília, 

Os suspeitos estão presos desde outubro do ano passado, e respondem por roubo seguido de morte e corrupção de menores. 

O juiz julgou que os motivos que justificam a prisão preventiva dos suspeitos permanecem inalterados e ressaltou que há fortes indícios de autoria e que se tratam de crimes dolosos apenados. 

Nesse contexto, o juiz explicou que eventuais condições pessoais favoráveis dos acusados (como residência fixa e ocupação lícita), que inclusive já foram objeto de argumentação de suas defesas, acabam por sucumbir diante do interesse maior de se resguardar a sociedade.

 

Além disso, o magistrado destacou que os réus apresentam antecedentes penais por outros delitos graves e, ainda verificou que, após a prisão, a denúncia foi aditada para a inclusão de novo crime, de corrupção de menores, o que, de acordo com o magistrado, “em certa medida, torna ainda mais grave a conduta que lhes foi imputada”. Portanto, “resta induvidoso que os réus oferecem risco à ordem pública e que medidas cautelares diversas da prisão mostram-se insuficientes ao caso”, decidiu o juiz.

Ainda cabe recurso. 

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