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Caso Bernardo: pai do garoto vira réu pelo crime contra o filho

Por querer ver o filho longe da família materna, Paulo Osório deu remédios controlados ao garoto e viajou com ele para o Estado da Bahia, onde escondeu o cadáver após Bernardo falecer

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O Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) acatou denúncia do Ministério Público (MPDFT) contra Paulo Roberto de Caldas Osório, que confessou ter matado o filho Bernardo, de 1 ano e 11 meses, no dia 29 de novembro de 2019. Paulo Osório agora é réu pela morte e pela ocultação do cadáver de Bernardo.

O pai de Bernardo está preso desde 2 de dezembro no Departamento de Controle e Custódia de Presos (DCCP), no Complexo da Polícia Civil, no Parque da Cidade.

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Caso Bernardo

Paulo Roberto de Caldas Osório, pai de Bernardo, sequestrou o filho no dia 29 de novembro. O homem buscou a criança em uma cheche, na 906 Sul. No carro, Paulo dopou a criança com uma medicação para insônia de uso restrito, utilizada pelo assassino por meio de receita médica.

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Na casa do pai, na 712 sul, Bernardo passou mal em alguns momentos. Após dar banho na criança, Paulo então o colocou na cadeirinha de segurança do carro e seguiu para a Bahia. Segundo o assassino, Bernardo foi colocado no carro dormindo. A ideia era dar um “susto” na mãe.

 
 

No caminho da BR-020, o assassino parou para abastecer e percebeu que a criança já estava morta. Paulo seguiu viagem e na divisa entre Goiás e A Bahia, abandonou o corpo do filho e a cadeirinha.

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Na sexta-feira (1), um morador do povoado de Campos de São João (BA) entrou em contato com as autoridades, informando que havia encontrado um corpo com as mesmas características de Bernardo, e a cadeirinha de segurança.

O delegado Leandro Ritt, acompanhado de três policiais e da avó do menino, Juciane Nascimento, viajaram em uma aeronave da Polícia Civil do DF. O cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da Bahia.

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Em estado de decomposição avançado, a identificação do corpo só foi possível através de exames de DNA, embora um colar de âmbar e a cadeirinha indicarem que o cadáver era de Bernardo.

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