Ministro do STF valida laudo e pede para ser considerado pelo júri do Crime da 113 Sul

O laudo em questão afirmava a presença de Adriana no local nos dias circulares ao crime

Durante o relato do quarto depoente do julgamento de Adriana Villela, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, ligou para o presidente do Tribunal do Júri de Brasília, Paulo Giordano, com a alegação de que o laudo palmar de Adriana Villela, feito por papiloscopistas do Instituto de Identificação a Polícia Civil deveria ser considerado pelo júri popular encarregado do caso.

O laudo em questão afirmava a presença de Adriana no local nos dias circulares ao crime. O Instituto de Criminalística havia recomendado a nulidade do documento pois, segundo o órgão, não tem precisão científica e os métodos não eram reconhecidos pela medicina forense.

A decisão vai de encontro à sentença proferida na segunda-feira (23) pelo também ministro do STF Luís Roberto Barroso. O pedido de habeas corpus contra os laudos feitos pelo Instituto de Criminalística foi protocolado pela defesa de Adriana Villela. A exemplo da liminar de Fux, a decisão de Barroso foi transmitida aos presentes no Tribunal do Júri. Assim, a prova de número 15.000 volta a ter validade dentro do processo em curso contra a filha do casal José Guilherme e Maria Villela, assassinado em 2009.

A partir desta determinação, os dois laudos têm validade no processo, cabendo ao júri popular julgar qual deverá ser considerado. O segundo documento em questão foi feito pelo próprio Instituto de Criminalística, também da PCDF.

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