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Força-tarefa reduz espera por cirurgias ortopédicas no HRC

Quatro salas cirúrgicas estão em funcionamento na unidade

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O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) instituiu uma força-tarefa para reduzir a fila e o tempo de espera por cirurgias ortopédicas de pacientes internados na unidade. Em 25 dias, foi realizada a quantidade de procedimentos que seriam feitos em um mês. Além disso, o tempo de espera também caiu de 25 dias para 15.

Para alcançar esse objetivo, a direção do hospital conta com a colaboração de ortopedistas e anestesistas, que passaram a fazer horas extras. Além disso, há o apoio da equipe de enfermagem. Assim, reduziram em 28% a fila de espera. “Se não fosse essa força-tarefa, estaríamos com pelo menos 100 pacientes internados nos corredores do hospital”, observa o superintendente da Região de Saúde Oeste, Roberto Côrtes.

Luncival de Oliveira foi um dos pacientes beneficiados. Entre a internação e a cirurgia na perna foram apenas seis dias. “Quando entrei, me falaram que poderia demorar entre 15 e 30 dias, mas fui surpreendido. É bom saber que está tendo essa força-tarefa, que ajuda a liberar os leitos também”, disse ele.

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Na enfermaria ao lado, outro paciente havia acabado de passar por uma cirurgia no braço, atingido por um caminhão, em Padre Bernardo. “Achei que foi bem rápido e os médicos daqui são muito bons. Está ajudando bastante na minha recuperação”, celebrou.

Na noite desta quinta-feira (5/9), outras três cirurgias estão previstas para acontecer. “Estamos com quatro salas de cirurgia e, com a concessão de 40 horas para um anestesista, conseguiremos abrir mais uma”, relata o diretor do hospital, Amilton Pereira Bueno.

Apresentação

Os números positivos da força-tarefa foram apresentados ao secretário de Saúde, Osnei Okumoto. Durante o encontro entre ele e os gestores da Região de Saúde Oeste foram apresentados, ainda, outros aspectos positivos que estão sendo implementados, como as reformas nos hospitais de Ceilândia e Brazlândia e o trabalho desenvolvido na atenção primária.

Em pauta, também esteve a região do Entorno, que corresponde a boa parte dos atendimentos nas unidades da Região Oeste. Somente na ortopedia, 33% dos operados são dos estados de Goiás e Minas Gerais. “Estamos em conversa com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde sobre a região do entono, para levarmos uma proposta ao Ministério da Saúde”, destacou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto.

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Com informações da Agência Brasília

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