Serviço home care será ampliado pela Secretaria de Saúde

Previsão é de que, até o final deste ano, mais 20 vagas sejam disponibilizadas


Mais conforto para o paciente, mais economia para o sistema de saúde: estes são os dois pontos positivos que o serviço de home care oferece ao tratar, em casa, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitam de cuidados especiais, mas estão estáveis o suficiente para não ficar internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“O paciente tem de estar no melhor lugar, de acordo com o perfil dele. Ele não deve morar na UTI, que é um lugar de passagem. A partir do momento em que ele precisa apenas de equipamentos, estando estável, podemos desospitalizá-lo e abrir vagas de leitos”, destaca a diretora de Serviços de Internação, Vanessa Carvalho.

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Atualmente, a Secretaria de Saúde conta com 80 vagas de home care, por meio de empresa contratada – 30 a mais do que havia em 2018. A previsão é de que, até o final deste ano, mais 20 vagas sejam disponibilizadas. “Estamos com 77 pacientes no home care e alguns pedidos de internação domiciliar em análise”, frisa a diretora.

Além de humanizar o tratamento, a modalidade gera economia para a pasta. Enquanto manter um paciente desses em UTI custa cerca de R$ 3 mil a diária, o valor gasto com ele em casa sai por cerca de R$ 800.

Critérios de admissão

Nem todo paciente pode ser admitido nesta modalidade de cuidado. Ele deve estar sob internação em Unidades de Terapia Intensiva e/ou leitos hospitalares da Secretaria de Saúde; ser classificado como de alta complexidade, de acordo com a Tabela da Associação Brasileira de Empresas de Medicina Domiciliar; ter estabilidade respiratória e hemodinâmica, e o consentimento de um familiar.

“Precisa ser dependente de ventilação mecânica invasiva, ter traqueostomia, gastrostomia e precisar de cuidados de enfermagem por 24 horas. Assim é considerado um paciente de alta complexidade”, enumera Vanessa Carvalho.

Além disso, é feita uma visita pré-admissional domiciliar para avaliar o contexto familiar e averiguar as condições físicas e estruturais da residência para saber se há condições de receber o paciente com segurança e se será necessário ajuste para a instalação da estrutura.

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Com informações da Agência Brasília

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