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Deborah e Jorge Guerner são condenados por extorquir Arruda

O casal ameaçou divulgar uma gravação de Arruda recebendo dinheiro de Durval Barbosa em troca de R$ 2 milhões. O caso resultou no que viria a ser a Operação Caixa de Pandora

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A Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) julgou nesta quinta-feira (18/07), os promotores afastados do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Leonardo Bandarra e Deborah Guerner, acusados de extorquir o ex-governador José Roberto Arruda (PR).

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), em julho de 2009, a mulher e o então procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra, dirigiram-se à residência oficial de Arruda para uma audiência. Guerner ameaçou divulgar uma gravação de Arruda recebendo de Durval Barbosa uma quantia em dinheiro, caso não obtivesse um pagamento de R$ 2 milhões. A gravação resultou no que viria a ser a Operação Caixa de Pandora.

O desembargador federal Kassio Nunes Marques, vice-presidente da Corte e relator do processo pediu a condenação de Deborah e do marido dela, o empresário Jorge Guerner, também envolvido. Já Leonardo Bandarra foi absolvido.

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“O fato de Bandarra ter participações outros delitos dentro da clara organização criminosa não implica no crime específico de extorsão, que hoje é julgado nesta Corte”, explicou o desembargador.

Deborah foi sentenciada à perda do cargo, 5 anos 6 meses de prisão, além de 66 dias multa — cada dia corresponde a um salário mínimo na época da prática da transgressão. Seu marido Jorge teve a pena fixada em 4 anos e 9 meses de reclusão, além de 57 dias de multa. Além do voto do relator, nove magistrados votaram a pena.

Com informações do TRF1

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