Secretariado de Ibaneis Rocha se reúne pela primeira vez depois da posse

O encontro foi comandado pelo vice-governador Paco Britto. Segundo ele, a reunião foi necessária para conter ânimos e readequar atos do governo local

Ibaneis Rocha (MDB) não se reuniu com seus secretários para alinhar as diretrizes de governo na primeira reunião com o secretariado. Marcada para a tarde desta quarta-feira (02) – primeiro dia útil de seu mandato, o encontro, que ocorreu na Residência Oficial de Águas Claras, foi comandada pelo vice, Paco Britto (Avante) para esclarecer a questão de pessoal nas pastas do Distrito Federal.

A ideia é funcionar com o mínimo de comissionados e obter o aumento da eficiência.

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Participaram do encontro 26 titulares de secretarias da Capital e um representante da Habitação. O novo governador participou da solenidade de posse do novo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), minutos antes da hora marcada para o início da reunião. Depois, ele teria emendado a outro compromisso na Esplanada dos Ministérios que não estava na agenda nem foi esclarecido pela equipe de governo.

Conter ânimos

A primeira reunião do secretariado foi realizada para conter ânimos. Segundo Paco Britto, vice-governador, foi necessário readequar os atos feitos no Diário Oficial do DF de terça-feira (1º).

O decretão exonerou toda a equipe vinculada a Rodrigo Rollemberg (PSB).

“É o período de enquadrar os decretos na nova estrutura, explicar como serão as novas nomeações, onde ficará cada secretaria, explicou. Uma publicação do DODF desta quarta deve começar as novas nomeações. Conforme o governo, serão, em média, seis por pasta.

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“São as primeiras nomeações para a máquina não parar. Há secretários que estão preocupados em não poder gerir as pastas com número mínimo de cargos, mas dá. Tanto que a máquina não parou”, diz Britto.

Para ele, a ideia é fazer uma gestão do Executivo com 30% de cargos comissionados a menos que o antecessor, com valorização de concursados, para economizar. Britto revelou que indicações políticas também são consideradas para as análises, junto com currículos e nomes apontados pelos gestores. No entanto, garante que não há “toma lá, dá cá” com parlamentares. “Nós devemos à população do DF”, assinalou.

Jéssica Antunes – Jornal de Brasília – 

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