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Justiça manda soltar pediatra suspeita de matar filho de 3 anos por overdose

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Justiça

Médica Juliana de Pina Araújo terá de ficar internada em clínica particular. Juiz tinha determinado avaliação de sanidade mental

A Justiça do Distrito Federal mandou soltar nesta quinta-feira (23) a médica Juliana de Pina Araújo, suspeita de matar o filho de 3 anos com overdose de remédios, em junho. Ela estava presa desde então na Penitenciária Feminina do DF, conhecida como Colmeia.

A decisão chega poucos dias após o juiz Paulo Afonso Siqueira, do Tribunal do Júri, pedir para o Instituto Médico Legal (IML) avaliar a sanidade mental dela.

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O resultado do laudo do IML está sob sigilo. No entanto, pela determinação do juiz, a médica deverá ser internada em uma clínica particular. Com isso, o processo contra ela fica suspenso.

Delegado João de Ataliba, chefe da 1ª Delegacia de Polícia do DF.

Relembre

Juliana de Pina foi indiciada pela polícia pelo assassinato do filho. O laudo cadavérico creditou a morte de João Lucas de Pina por “insuficiência respiratória por intenso edema pulmonar”, provavelmente “causado por intoxicação externa medicamentosa”.

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Além de ter provavelmente ingerido os remédios, a vítima apresentava um corte na veia do fêmur direito, na altura da virilha, segundo o delegado responsável pela investigação, João de Ataliba.

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“A lesão ocorreu com a criança ainda em vida. Apesar do fato de que tal lesão poderia levar ao óbito por choque hemorrágico, esta não foi a causa da morte”, disse.

O machucado pode ter sido provocado por um bisturi também encontrado no local do crime, de acordo com Ataliba.

O inquérito aponta que, no lugar onde a criança morreu, foram encontradas duas cartelas vazias de frontal – cada uma, originalmente, tinha 30 comprimidos – e um pacote de ritalina faltando 18 pílulas.

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O menino já havia sido internado em janeiro, em um hospital particular de Brasília, com um quadro de intoxicação medicamentosa.

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