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Vídeo. “Gangue da marcha à ré” é presa em operação da Polícia Civil

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A quadrilha roubava carros no entorno do DF para usá-los em arrombamentos de lojas. Celulares e televisores eram os principais alvos

A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), prendeu cinco membros de uma associação criminosa conhecida como “gangue da marcha à ré”.

Os criminosos roubavam veículos no Entorno do DF para usá-los em arrombamento de lojas. Os principais alvos eram celulares e televisores. Desde maio, foram identificadas pelo menos 15 ocorrências envolvendo o grupo.

De acordo com o delegado da Corpatri, Marco Aurélio Vergílio, o modo de agir da quadrilha era sempre o mesmo em todos os crimes. “Eles se reuniam e roubavam os veículos na mesma noite dos arrombamentos. Então, utilizavam os carros para derrubar os portões de uma determinada loja. Os criminosos entravam e saiam em menos de cinco minutos com as mercadorias”, aponta. Se os automóveis ficassem danificados, eram dispensados. Se não, eram usados nos próximos crimes.

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Grande parte dos veículos era roubada em Águas Lindas (GO). No entanto, a polícia também conseguiu identificar ocorrências em Ceilândia. Os arrombamentos eram praticados em Samambaia, Planaltina, Sobradinho, Planaltina, Novo Gama, Valparaíso (GO) e Formosa (GO). “O grupo realizava de dois a três arrombamentos por semana”, esclarece o delegado.

Foram apreendidos 47 aparelhos celulares e R$ 5 mil em espécie. As roupas usadas pelos criminosos durante os arrombamentos também foram encontradas. “Vale lembrar que alguns dos veículos já foram recuperados antes mesmo da prisão do grupo”, lembra Vergílio.

Foto: Matheus Venzi/Jornal de Brasília

Rafael dos Santos Sousa, 23 anos; Leando Cursino Vieira, 22; Gleidson Lopes Santos, 20;Leandro Possível da Silva, 19; e Denner Vinícius Alves de Abreu, 22; foram presos preventivamente. Leandro e Gleidson têm passagens por roubo quando menores de idade e o segundo também já foi indiciado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Eles irão responder pelos crimes de furto qualificado, associação criminosa e receptação.

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Agora, as investigações se concentram em identificar e responsabilizar os receptadores ligados à quadrilha. Durante as investigações, foi constatado que um dos membros é sócio de uma loja que conserta celulares em Águas Lindas. “Alguns dos celulares furtados podem ter sido desmontados. As peças deles podem ter sido usadas no concerto de outros aparelhos”, complementa o delegado da Corpatri.

Foto: Matheus Venzi/Jornal de Brasília
Matheus Venzi
Jornal de Brasília

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