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Eleições 2018: o pipoqueiro do circo político

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Eleições 2018

A proximidade com o período eleitoral vem despertando em alguns candidatos a cargos majoritários a pressa em chancelar a permanência na chapa favorita. Para isso começa o jogo sujo nos bastidores

Por Mino Pedrosa

O pré-candidato a reeleição do senado, Cristovam Buarque (PPS-DF), esteve com Jofran Frejat (PR-DF) em busca de se incluir no grupo, levando na bagagem o presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle (PDT-DF), para também disputar uma cadeira do senado.

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A conversa de pé de ouvido descarta do grupo de Frejat os pré-candidatos ao senado: Alberto Fraga (DEM-DF) e Paulo Octávio (PP-DF). O bom velhinho empresta os ouvidos para todos os grupos. Usando a estratégia de que o tempo é o senhor da razão.

Em época de Copa do Mundo as campanhas eleitorais vão para a geladeira, mas, as articulações não param durante esse período. Os maquiavélicos da política também estão na torcida para que Seleção Brasileira traga o Hexacampeonato da Rússia estimulando assim o brasileiro a ir para as urnas menos desmotivado.

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Na próxima sexta-feira (15) o pré-candidato ao senado, Alberto Fraga, chancela a sua candidatura no grupo de Frejat, onde sempre esteve. Com isso a segunda vaga do grupo que até hoje comentam está reservada para Paulo Octávio poderá entrar em negociação. “Sempre fui de centro direita e permaneço. Confio em Jofran Frejat que caminha de braços dados comigo no mesmo objetivo” alerta Alberto Fraga.

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Cristovam Buarque, apelidado de “pipoca” pelo governador Rollemberg, salta de grupo em grupo sem levar em conta a ideologia. No entanto, é só o clima aquecer nas panelinhas que logo começa a pipocar. A briga por uma vaga no grupo não tem limites e o preço nem se fala. Joe Valle se cacifando pelo mandato de presidente da Câmara Distrital e Paulo Octávio com o cofre de empresário máster da capital.

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As pesquisas encomendadas pelos partidos trazem uma realidade que descarta alguns candidatos com currais eleitorais no centro de Brasília. As abstenções segundo as pesquisas podem alcançar 60% do eleitorado. Demonstrando a insatisfação do eleitor esclarecido que não vai comparecer as urnas em forma de protesto e pagando apenas uma multa irrisória. Já o eleitorado dos grotões tendem a comparecer pressionados pela lei que obriga a votar sob pena de multa.

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