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Motociclistas fecham a EPTG em protesto contra alta de combustível

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Aproximadamente 80 motociclistas fecharam as três faixas da EPTG no início da manhã. Eles protestam contra o preço da gasolina, que chega a ser vendida por R$ 9,99

Um grupo de motociclistas fechou a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), no Distrito Federal, na manhã desta quinta-feira (24). O grupo protesta contra o preço do gasolina – que chega a R$ 9,99 em alguns postos da capital.

As primeiras motos chegaram ao local, perto da universidade Unieuro, por volta das 6h30. Às 7h51, o engarrafamento alcançava extensão de seis quilômetros.

De acordo com um dos líderes da manifestação, às 7h45, aproximadamente 150 motociclistas bloqueavam a pista. A Polícia Militar informou que o ato reuniu 80 pessoas.

“A gente está fazendo protesto por conta do preço da gasolina que está muito alto. A gente está se recusando a abastacer, porque tem posto vendendo até a R$ 8,99”, disse Elexandro Silva, um dos líderes do grupo.

Fiscalização de preços

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, determinou que o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-DF) fiscalize e multe os postos de combustíveis que estão praticando preço abusivo. A fiscalização vale a partir das 8h da manhã.
Em meio à greve nacional dos caminhoneiros, que já dura três dias e comprometeu o abastecimento em toda a capital, postos Planaltina e Águas Claras reajustaram o preço da gasolina. O valor saltou para exorbitantes R$ 9,99 por litro.
No Distrito Federal, de acordo com levantamento feito pelo Correio, o consumidor que quiser abastecer por preço mais em conta tem que se deslocar até a Estrada Parque Taguatinga (EPTG), onde o combustível pode ser encontrado por R$ 4,39. Na terça-feira, era possível comprar gasolina por R$ 4,29 o litro — R$ 0,10 a menos que no dia anterior.
Em alguns estabelecimentos, porém, o derivado de petróleo já está em falta. É o caso do posto Smaff, na 916 Norte. E para quem pretende abastecer com etanol, a notícia é desanimadora: em diversos revendedores também não há mais estoques de álcool.

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