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A 45 dias do verão, Saúde do DF já prepara combate ao Aedes aegypti

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Se o início do período chuvoso significa alívio paras os reservatórios, as pancadas preocupam pela incidência do Aedes aegypti.

A 45 dias do verão, período mais crítico do ano para as infecções transmitidas pelo mosquito, a Secretaria de Saúde está em alerta para o controle da dengue, zika e chicungunha. Com os primeiros temporais, ocorre um aumento de insetos.
Em 2017, 3,8 mil pessoas tiveram dengue no DF, sendo que 11 morreram. Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará concentram os casos.
A batalha contra o Aedes se repete a cada ano. A capital conta com 530 agentes de vigilância em saúde para o combate. A Secretaria de Saúde garante que todas as regiões administrativas passaram por inspeção. A intenção é neutralizar o inseto em suas diversas fases de vida — ovo, larva e mosquito. Para isso, não se pode deixar água parada. “A transmissão das doenças ocorre por criadouros que estão dentro de casa; por isso, não podemos deixar o mosquito nascer”, explica o diretor da Vigilância Ambiental, Denílson Magalhães.
Neste ano, as ações contra o Aedes ganharam um agravante: reservatórios de água para consumo humano. Como a crise hídrica não dá trégua, baldes, bacias e caixas d’água se avolumaram pelas casas do DF. “Esses recipientes devem ficar fechados e serem lavados uma vez por semana”, destaca Denílson. Mas esse não é o único problema. No Lago Norte, bebedouros de animais centralizam os focos. No Lago Sul e no Park Way, vasos e pratos de plantas são a principal fonte dos criadouros.
Otávio Augusto
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