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Governo do DF quer cobrar por vagas de estacionamento

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Sugestão do setor produtivo e dos deputados distritais que apresentaram alternativas ao reajuste de passagens do transporte coletivo, os estacionamentos rotativos nas áreas de maior movimentação do DF podem estar perto de se tornar realidade.

Ontem, o Governo do DF autorizou o lançamento de edital para chamamento público de manifestação de interesse para implementação da Zona Azul.

 

O que esperar

  • Dentro do procedimento de manifestação de interesse, diz o governo, serão realizadas audiências públicas, para que se manifestem o setor produtivo, as entidades organizadas que tenham interesse no assunto e toda a população.
  • A Secretaria de Cidades não tem previsão de quanto será a tarifa do estacionamento, tampouco quanto será arrecadado com a implementação da Zona Azul.
  • A destinação dos recursos também será definida em uma segunda etapa, conforme a Secretaria de Cidades.

 

A expectativa é de que até o fim do ano todos os estudos sejam concluídos e, a partir de uma licitação que deve ser lançada quando o melhor modelo for escolhido, a implementação seja iniciada já no início do ano que vem.

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A sugestão partiu da Secretaria de Cidades, capitaneada pelo ex-secretário de Mobilidade, Marcos Dantas. Foi a pasta que apresentou a ideia à Subsecretaria de Parceria Público-Privada, da Fazenda, que formatou a solicitação ao governador Rodrigo Rollemberg.

Com o lançamento do edital, empresas interessadas na área poderão apresentar estudos e sugerir modelos que atenderão às áreas de maior fluxo de veículos do DF. Setores Comercial Sul, de Autarquias e hospitalares Sul e Norte, por exemplo, certamente receberão a Zona Azul, acredita o chefe de gabinete da Secretaria de Cidades, Moisés do Espírito Santo Júnior. “Os estudos devem mostrar outras áreas, em regiões administrativas, por exemplo, onde haja necessidade”, explica.

A alternativa começou a ser discutida na Mobilidade quando foi criado um grupo de trabalho com representantes de 11 secretarias. “A conclusão é de que precisávamos de mais dados mais consistentes para escolher o melhor modelo”, observa ele, ao dizer que o grupo entendeu que a melhor forma para decidir seria por meio de um chamamento público.

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Millena Lopes
Jornal de Brasília

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