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Especialista diz que educação é chave para evitar crise hídrica no DF

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Pela primeira vez no DF, começa hoje (17) um sistema de racionamento de água, que vai afetar 1,8 milhão de habitantes.

O professor da Universidade de Brasília (UnB) Mario Diniz de Araújo Neto, especialista em assuntos hídricos, disse que a educação é a chave para evitar a crise hídrica no Distrito Federal (DF). “Não adianta multar, aumentar a conta, as pessoas se ajustam. É fundamental começar com a questão da educação na escola, tanto na rede pública quanto privada. A criança tem um poder muito grande de sensibilizar os adultos e será o adulto de amanhã”, acrescentou.

Pela primeira vez no DF, começa hoje (17) um sistema de racionamento de água, que vai afetar 1,8 milhão de habitantes. Para o professor, é necessário também sensibilizar a população de usuários sobre como funciona o ciclo hidrológico na região.  “A mudança no uso, na compreensão da população sobre a ameaça do uso inadequado da água é o que fará, de fato, a diferença no sistema”.

Entre as medidas anunciadas pelo governo do Distrito Federal para amenizar e controlar a crise hídrica na região está o aumento da conta, com a tarifa de contingência sobre o consumo. Além disso, serão estabelecidas restrições de horários para captação de água por caminhões-pipa e a divulgação de orientações para estabelecimentos comerciais, como lava-jato.

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De acordo com Neto, organismos internacionais definem a disponibilidade hídrica segura para o ser humano de 5 mil metros cúbicos por ano. No Distrito Federal, o índice chega a 1,5 mil metros cúbicos por ano. “A própria natureza, o regime das chuvas no DF, já nos coloca esse limite. Essa questão de racionamento está muito ligada à ocupação e ao uso irregular do solo, desmatamento, asfaltamento, degradação de nascentes. Tudo isso aliado a um problema de gestão do governo local”, afirmou.

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O professor citou o uso excessivo de água nos estabelecimentos comerciais para o agravamento da situação da cidade, aliado ao uso inadequado pelos moradores. “Os abatedouros de frangos retiram água de poços artesianos. Em média, se produz 60 mil frangos por ano, cada um desses gastando 15 litros de água na limpeza, por baixo”, diz. “O Lago Sul tem um gasto médio por habitante de 700 litros/dia, quando o normal é que se gaste cerca de 150 litros. O indivíduo vai encher piscina, lavar calçada, é um uso perdulário da água. Nós não vamos conseguir mudar o regime hídrico da região dessa forma”.

Abastecimento

O Distrito Federal é abastecido por dois diferentes sistemas: 85% da população têm água de dois reservatórios, o do Descoberto e o de Santa Maria, e os outros 15% e parte dos produtores agrícolas recebem diretamente de, pelo menos, cinco córregos.

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O nível do reservatório da Barragem do Descoberto, abaixo de 20%, e o índice de chuvas menor do que o esperado em dezembro e janeiro levaram a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa-DF) e a Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) a adotar o racionamento.

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A medida será em ciclo de seis dias: um dia com interrupção completa, dois dias de estabilização e três de fornecimento normal. Na fase de estabilização, a água retorna ao consumidor gradativamente. Para evitar riscos de rompimentos da tubulação, o fluxo da água é religado de forma gradual, até o completo preenchimento das redes. No sétimo dia, o corte de abastecimento é retomado.

As áreas afetadas serão Águas Claras, Candangolândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Park Way, Recanto das Emas, Riacho Fundo 1 e 2, Santa Maria, Samambaia, Taguatinga e Vicente Pires.

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Além da interrupção do fornecimento de água, moradores do DF terão a pressão da água reduzida, a partir de 30 de janeiro, na região abastecida pelo reservatório de Santa Maria. De acordo com a Caesb, esse reservatório está com nível de água em torno de 40%. Estão inseridos nessa área o Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Octogonal, Lago Sul, Lago Norte, Paranoá, Varjão, Itapoã e Jardim Botânico.

De acordo com Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a média do índice pluviométrico no DF em janeiro é de 225 milímetros (mm). Nos dez primeiros dias de 2017, foram registrados 19 mm. Segundo a Caesb, a captação foi reduzida de 5,1 mil litros por segundo para 4,4 mil litros por segundo com a diminuição da pressão. O rodízio no abastecimento tem o objetivo de diminuir mais 10% dessa captação para preservar a Barragem do Descoberto no período de seca.

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População

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Para Rayssa Oliveira, moradora de Samambaia, será preciso um preparo para se acostumar com a medida. “É difícil, pois não estamos acostumados com essas medidas que estão sendo tomadas. O racionamento influenciará, de certa forma, a rotina de todos. Teremos que nos preparar para aprender a lidar com uma quantidade de água mínima durante os nossos dias”, disse.

Ricardo Vaz, morador de Taguatinga Sul, considera que o desperdício ao longo do ano é a razão do racionamento. “É difícil imaginar que em uma época de chuva, temos que racionar água. Isso, provavelmente, acontece porque a água é frequentemente desperdiçada ao longo do ano. Sempre tive consciência do uso e reaproveitamento da água, então, é mais fácil estar preparado para isso”.

Vaz disse ainda que depende da consciência de outros para que isso não afete sua rotina. “Moro em apartamento, e a água da caixa é compartilhada. O que me preocupa não é o que eu gastarei, mas o que os outros inquilinos gastarão. Isso pode atrapalhar o funcionamento do prédio como um todo. Precisamos de água pelo menos para o básico (beber, cozinhar, tomar banho) e, se der, para lavar roupa”.

Aline Melo, moradora de Samambaia Sul, lembrou que é preciso maior controle quando se tem crianças. “Acredito que estou preparada para essa realidade. Sempre fomos conscientes em casa, mas com crianças é mais difícil controlar”.

Heloisa Cristaldo

Repórter da Agência Brasil

 

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Ibaneis espera que denúncias sobre fura-filas na vacinação sejam apuradas

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O governador Ibaneis Rocha falou nesta quinta-feira (21) sobre denúncias de pessoas que estariam furando as filas de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal e em estados brasileiros. Ibaneis demonstrou estar contente com a apuração do Ministério Público (MPDFT) a respeito, mas acredita que, até o momento, as denúncias no DF não têm real fundamento.

“Eu fico feliz que haja denúncias e espero que sejam denúncias fundadas. O que eu vi em outros estados é que houve fotografias, filmagens. Nesse caso [no DF] é só conversa, não acompanha nenhum tipo de documento”, declarou Ibaneis. “Mas acho que o MP está na sua função, espero que as denúncias sejam todas apuradas, mas que elas venham de forma fundada”, completou.

Ibaneis disse ainda que, se confirmada a irregularidade, punirá servidores envolvidos. “Chega a ser até absurdo, em um momento desse de pandemia, deixar de vacinar aqueles que estão na linha de frente para vacinar outras pessoas. Vamos procurar. Se houver, realmente, vamos punir aqueles servidores que estão fazendo isso.”

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MP pede lista

O MPDFT recebeu denúncias de fraude durante a aplicação das primeiras doses da Coronavac e demandou, nesta quarta-feira (20), uma lista com as pessoas vacinadas na capital que não integram o grupo prioritário de imunização. A Secretaria de Saúde tem até hoje para enviar um relatório.

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Segundo o subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, o secretariado já está reunido para corrigir qualquer desvio no fluxo de oferta do medicamento. “Vamos apurar, consultar os gestores locais, identificar os possíveis erros”.

Caso se confirmem os privilégios na primeira etapa de vacinação, a SES-DF deverá encaminhar os nomes dos envolvidos ao MPDFT. ”Tal situação, uma vez comprovada, além de representar violação ética inaceitável, importa em grave descumprimento da legislação, com inevitáveis consequências nas esferas administrativa e penal para os autores e beneficiários indevidos da medida”, disse o coordenador da força tarefa, Eduardo Sabo.

Vacinação

A vacinação no DF começou na última terça-feira (19). Nesta primeira fase, estão sendo vacinados profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus, idosos que vivem em unidades de acolhimento, cuidadores destes idosos, indígenas e deficientes físicos que estão em instituições de acolhimento.

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A enfermeira Lídia Rodrigues Marques, 31 anos, que trabalha no box de emergência do pronto-socorro do Hran, foi a primeira cidadã do DF a receber o imunizante. “É uma honra e eu me sinto muito grata em ser a primeira a receber a vacina. Me sinto em família aqui no Hran; é o local que trabalhamos e recebemos apoio tanto da equipe quanto da gerência. É muito bom ser a primeira”, afirmou.

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Ao todo, 15 hospitais estão aplicando a vacina inicialmente. Todos receberam as doses da Rede de Frio. A vacina utilizada pelo GDF é a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan-SP em parceria com a chinesa Sinovac Biotech. O DF recebeu 106.160 doses na segunda (18).

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Ponte JK terá faixa reversa neste fim de semana

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Ponte JK

A partir das 22h desta sexta-feira (22) até as 5h de segunda-feira (25), duas faixas da Ponte JK, sentido Plano Piloto – Lago Sul, ficarão novamente interditadas em razão das obras de reparo que a Novacap está realizando nas juntas de dilatação da ponte. Somente a faixa da direita ficará liberada para o trânsito de veículos.

Como a previsão da Novacap é que essas obras se prolonguem por mais alguns fins de semana, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal analisou o fluxo de veículos durante o último fim de semana e decidiu implantar uma faixa reversa nas vias de sentido Lago Sul – Plano Piloto, a fim de minimizar o impacto no trânsito

Uma segunda alternativa aos motoristas que se dirigem ao Lago Sul é utilizar a faixa central da Ponte Costa e Silva, que ficará aberta no sentido Plano Piloto – Lago Sul, no sábado (23) e no domingo (24), das 9h às 20h.

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Agência Brasília

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Novacap retira duas toneladas de resíduos dos bueiros da Rodoviária

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Foto: Paulo H Carvalho / Agência Brasília

Tem novidade na Rodoviária do Plano Piloto: um caminhão hidrojato está limpando e desobstruindo os 92 bueiros das plataformas de ônibus do terminal. Desde a última sexta-feira (15), equipes da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) trabalham sem parar para fazer uma “faxina” geral no local, o que inclui troca de grelhas, de tampas danificadas e reparos em bocas de lobo. Duas toneladas de resíduos já foram removidas.

“Acho muito bom o trabalho que estão fazendo aqui, porque desobstruir evita alagamentos tanto aqui quanto em toda a cidade”, observa a passageira Ana Rosa Cunha, moradora do Itapoã.

Auxiliar de limpeza de 45 anos, ela é uma das 700 mil pessoas que passam pelo local diariamente e aponta a necessidade de colaboração da sociedade: “Tem que ter a consciência de cada um também: quanto mais a gente mantém a cidade limpa, menos sujeira, menos problema”.

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Nos bueiros da rodoviária, além de lixo jogado indevidamente pela população, como papéis, garrafas de plástico e até caixas de isopor, o maior problema é o acúmulo de terra e poeira misturados com o óleo dos veículos. É o que explica o chefe da Diretoria de Infraestrutura da Novacap, Márcio Costa. “Os dois materiais formam uma massa que causa entupimento, provocando alagamentos. Essa manutenção é importante para evitar que isso aconteça”, explica.

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No local, as equipes fazem a retirada manual dos resíduos e depois usam uma máquina de pressão de água para completar a limpeza. Os trabalhos ocorrem de segunda a sexta-feira, com mão-de-obra direta e mais 30 postos de trabalho gerados. A ação foi concluída na plataforma A e agora é executada na plataforma C.

O administrador da Rodoviária do Plano Piloto e Área Central, Josué Martins conta que as galerias do terminal passaram anos sem manutenção preventiva, o que acabou em inundações.

“Identificamos os problemas provocados pelo acúmulo de resíduos e solicitamos à Novacap que fizesse a limpeza. Todos os boxes foram vistoriados e receberão a ação para que possa ter escoamento da água, e troca de grelhas, quando necessário, para garantir a segurança de todos”, afirma.

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Agência Brasília

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Farmacêutica está produzindo, no DF, vacina russa contra a covid-19

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A farmacêutica União Química já está produzindo no Brasil a vacina Sputnik V, da Rússia, contra a covid-19. A filial da União Química no DF, localizada no Pólo JK, em Santa Maria, também trabalha para produzir o imunizante.

A confirmação da produção veio por parte do diretor-geral do Fundo Russo de Investimentos Diretos, Kirill Dmitriev. O diretor-geral acredita que a produção irá aumentar em fevereiro. A informação é da agência de notícias Reuters.

A Sputnik V ainda espera aprovação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dmitriev espera ver a situação ser resolvida nas próximas semanas.

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A vacina Sputnik V foi a primeira contra a covid-19 a ser registrada no mundo. O Ministério da Saúde da Rússia fez o registro no dia 11 de agosto de 2020. De acordo com o Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, a eficácia é superior a 91,4%.

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Atualmente, a Sputnik V já foi registrada para uso emergencial nos seguintes países:

Argentina

Bolívia

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Sérvia

Hungria

Argélia

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Palestina

Venezuela

Paraguai

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Turcomenistão

Rússia

Bielorrússia

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Covid-19: mais de 7 mil pessoas já foram vacinadas no DF

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Em dois dias de vacinação, o Distrito Federal vacinou mais de 7 mil pessoas. A imunização começou oficialmente às 10h de terça-feira (19) e segue nos próximos dias. A Secretaria de Saúde estima que as primeiras doses sejam todas aplicadas em até cinco dias.

Nesta primeira fase, estão sendo vacinados profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus, idosos que vivem em unidades de acolhimento, cuidadores destes idosos, indígenas e deficientes físicos que estão em instituições de acolhimento.

Ao todo, 15 hospitais estão aplicando a vacina inicialmente. Todos receberam as doses da Rede de Frio. A vacina utilizada pelo GDF é a Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan-SP em parceria com a chinesa Sinovac Biotech. O DF recebeu 106.160 doses na segunda (18).

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Ressalta-se que a Coronavac exige vacinação em duas doses. Após receber a primeira, o paciente tem de tomar a segunda dose em um intervalo de 14 a 28 dias. A Secretaria de Saúde também pede que as pessoas que não se encaixam no grupo prioritário (citado no primeiro parágrafo) não procure as unidades de saúde neste primeiro momento.

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Confira o balanço dos dois primeiros dias de vacinação contra a Covid-19:

  • Região de Saúde Central: asas Sul e Norte, lagos Sul e Norte, vilas Planalto e Telebrasília, Varjão, Cruzeiro, Noroeste, Sudoeste/Octogonal

Número de vacinados: 1.274

  • Região de Saúde Centro-Sul: Guará, Estrutural, SIA, SCIA, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II

Número de vacinados: 606

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  •  Região de Saúde Norte: Planaltina, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal

Número de vacinados: 1.176

  • Região de Saúde Oeste: Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol

Número de vacinados: 1.417

  • Região de Saúde Sudoeste: Samambaia, Taguatinga, Recanto das Emas, Vicente Pires, Águas Claras e Arniqueira

Número de vacinados: 1.469

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  •  Região de Saúde Sul: Gama e Santa Maria

Número de vacinados: 1.001

  • Região de Saúde Leste: Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico
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Número de vacinados: 466

Total de vacinados: 7.409

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Famílias já podem sacar benefício do DF Sem Miséria

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As famílias assistidas pelo programa DF Sem Miséria já podem fazer o saque do benefício, que foi iniciado nesta quarta-feira (20). O valor total da folha de pagamento de janeiro ficou em R$ 9.089.080,00, abrangendo 67.288 famílias em situação de vulnerabilidade social do Distrito Federal.

A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, destaca que os programas de transferência de renda constroem oportunidades para incluir socialmente as pessoas que vivem na extrema pobreza. “O governo do DF vem garantido o pagamento dos benefícios sociais como forma de minimizar os impactos dessa pandemia. Muitas famílias tiveram sua renda diminuída e até suspensa”, explica Mayara Rocha.

A continuidade do programa DF Sem Miséria, mesmo durante o período de enfrentamento da pandemia do coronavírus, está garantida pelo Decreto Nº 10.316, de 7 de abril de 2020. O Distrito Federal conta, atualmente, com 161.570 famílias no Cadastro Único. Desse total, 83.665 recebem o Bolsa Família e 67.289 também têm direito ao DF Sem Miséria.

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DF Sem Miséria

O auxílio do GDF é um adicional ao programa Bolsa Família, do governo federal, que tem como objetivo de adequar os valores recebidos ao custo de vida na capital federal. Têm direito as famílias residentes no DF que, após o receber os benefícios de transferência de renda, apresentarem renda per capita inferior a R$ 140. É preciso ainda estarem inscritas no Cadastro Único.

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Os valores suplementados podem variar de R$ 20 a R$ 960, conforme composição e renda de cada família, até que a renda familiar, somada aos valores recebidos pelo Bolsa Família, alcance os R$ 140 per capita.

Agência Brasília

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Detran-DF realiza operação para coibir estacionamento irregular em Águas Claras

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O Departamento de Trânsito do Distrito Federal realizou, ao longo da última semana, diversas ações de fiscalização para coibir estacionamento irregular nas vias de Águas Claras. Na sexta-feira (15), pelo menos 49 condutores foram autuados somente na Avenida Parque Águas Claras, mas somando os registros realizados desde a quinta-feira, o número é de cerca de 120 infrações.

O artigo 181 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que pontua as situações a serem consideradas como estacionamento irregular, possui 20 incisos, e as infrações variam de natureza leve a gravíssima podendo o órgão de trânsito, em alguns casos, proceder com a remoção do veículo.

Para o coordenador de fiscalização da região oeste, Glauber Peixoto, estacionar irregularmente atrapalha o trânsito de modo geral: “o condutor tem que ter consciência de que as vagas próximas às entradas das residências e dos estabelecimentos comerciais são destinadas a quem realmente precisa. Além disso, parar ou estacionar o carro em local proibido atrasa, prejudica a fluidez e pode até mesmo impedir o socorro de pessoas que estejam em situações de emergência, destacou Glauber”.

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Detran-DF

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UnB cede ultracongeladores para o combate a Covid-19

Quanto a capacidade dos ultracogeladores, os aparelhos apresentam medidas diferentes e variam entre 300 a 600 litros

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A Universidade de Brasília (UnB) disponibilizou, nesta terça-feira (19), aparelhos de ultracongelamento que serão utilizados pela Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal (SES/DF) no combate a Covid-19. O empréstimo foi feito em meio a uma visita de técnicos do órgão de saúde, que foram conhecer os ultracongeladores.

Os aparelhos tem capacidade para manter doses de vacina resfriadas a um temperatura de -80°C. A reitora da UnB, Márcia Abrahão, destacou que alguns equipamentos presentes no Hospital Universitário não apresentam lotação máxima e, por isso, podem ser usados no enfrentamento da doença que já matou mais de 211 mil pessoas no país.

“Temos, em algumas unidades acadêmicas e no HUB [Hospital Universitário], equipamentos com espaço livre, que podem ser de grande ajuda em um momento como esse. Caso o governo do DF precise desses congeladores, estamos prontos para auxiliar”, afirmou a  reitora.

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Quanto a capacidade dos ultracogeladores, os aparelhos apresentam medidas diferentes e variam entre 300 a 600 litros.

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Com informações da UnB Notícias

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Senadores do Distrito Federal com posições diferentes

Leila e Izalci tomam caminhos opostos nas eleições para a presidência do Senado Federal

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A senadora Leila Barros (PSB) vai apoiar a colega Simone Tebet (MDB-MS) para a presidência do Senado. A brasiliense acredita que depois de ter sido comandado por homens por quase 195 anos – que serão completados no dia 06 de maio – o Senado precisa agora ter uma mulher na presidência. Mas a parlamentar do DF deixa claro que não foi somente pelo fato de Tebet ser mulher que a escolheu com candidata, mas principalmente pela experiência, equilíbrio, serenidade e capacidade de diálogo demonstrados no dia a dia da Casa.

A Simone Tebet foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e desempenhou um excelente trabalho”, avaliou. Leila elogiou o também candidato à presidência, Rodrigo Pacheco, mas acredita que este é o momento de eleger uma mulher para presidir o Senado. “Ele é qualificado, um bom nome”, disse.

Desafio para os próximos dois anos

A senadora de Brasília elege como os maiores desafios para o próximo presidente do Senado, a retomada da economia e a contribuição para melhorar as relações diplomáticas do Brasil com outros países. Na agenda econômica ela destacou a necessidade de se fazer a reforma tributária. “Quem for eleito presidente terá que se comprometer com as reformas”, destacou. No momento existem três projetos de reforma tributária tramitando no Congresso Nacional, um no Senado (PEC 110) e dois na Câmara. Dos que estão na Câmara, um é de autoria do Executivo (PL 3.887) e a PEC 45, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP) candidato à presidência daquela Casa.

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Mas para que a agenda econômica caminhe, a senadora Leila lembra da necessidade de se imunizar a população brasileira contra o coronovírus. O país só avança se tivermos a vacina. Existem muitos senadores que estão faixa de maior risco caso contraiam o coronavírus. Eu já tive a covid e não estou na faixa etária de risco. Muitos senadores estão na mesma situação que eu. Este podem ir para o front, para ajudar para que o Brasil tenha a vacina”, avaliou a senadora.

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Izalci vai de Rodrigo Pacheco

O senador pelo Distrito Federal, Izalci (PSDB), assim como a bancada de seu partido no Senado, decidiu apoiar a candidatura de Rodrigo Pacheco, do DEM, à presidência da Casa. “As que questões que nos levam a apoiar o Rodrigo são mais regionais. Pessoalmente gosto da senadora Simone Tebet. Os dois são advogados, ele foi presidente da CCJ da Câmara e ela da do Senado. Eles têm trajetórias parecidas, a questão é regional”, explicou.

Assim como a senadora Leila, Izalci disse que quem se sentar na cadeira de presidente do Senado no próximo biênio deverá ter capacidade de diálogo e de manter a independência da Casa.

O senador do DF também espera que o próximo presidente do Senado contribua para a solução dos problemas diplomáticos hoje enfrentados pelo País. “O Brasil está colhendo o que o Ernesto Araújo e filho do presidente disseram. E eles não falam pelo Congresso ou pelo povo brasileiro”, frisou Izalci, referindo-se ao ministro das Relações Exteriores e ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Izalci dedicou boa parte do dia de ontem participando de reuniões com outros senadores buscando alternativas para melhorar as relações com a China e, assim, conseguir que o país asiático envie o mais rápido possível o insumo necessário para a produção de vacinas para combater o coronavírus.

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Secretaria de Cultura e Economia realiza pagamento de 86% da Lei Aldir Blanc

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Foto: Secec/Divulgação

A Secretaria de Cultura e Economia (Secec) já realizou o pagamento de 86% dos recursos destinados para a Lei Aldir Blanc no Distrito Federal. Com isso, 2.882 agentes culturais, com 410 devoluções para os três incisos da Lei 14.017, foram beneficiados com o pagamento dos recursos, que foi enviado ao Banco do Brasil.

O pagamento feito pela Secec foi de R$ 33.428.000 (do valor recebido de R$36.934.576,52), com percentual de 90,5% para 2.902 agentes empenhados. O recurso não empenhado segue em conta, conforme orientação do Ministério do Turismo, que estuda possíveis mudanças na MP nº 1019/20.

Fluxo de pagamento

O Banco do Brasil executa a ordem do recurso enviada pela Secec para cada beneficiário, sendo de responsabilidade do agente cultural a qualidade de informação repassada sobre os dados bancários. Se houver divergências, esse benefício é estornado à Secec por meio de relatórios planilhados – assim, as equipes responsáveis pelos três incisos da Lei Aldir Blanc entrarão em contato para correção e posterior reenvio. Essa comunicação é institucional entre a Secec e o beneficiário.

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Veja abaixo como tirar dúvidas sobre o processo de pagamento residual.

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Inciso 1 (pessoas físicas) – [email protected]
Inciso 2 (espaços, grupos, empresas, etc.) – [email protected]
Inciso 3 (edital Gran Circular – seis linhas) – [email protected]

Com informações da Agência Brasília

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