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Documento revela que CPI alertou Buriti sobre erros no transporte; economia seria de R$ 100 mi

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Um documento elaborado durante os trabalhos da CPI dos Transportes e encaminhado ao Governo de Brasília apontou algumas medidas a serem tomadas para aliviar os gastos com o setor. Poderia até mesmo impedir o aumento das passagens de ônibus e metrô.

Segundo o documento, um Parecer da própria Procuradoria-Geral do DF entendeu que passe-livre estudantil e portadores de necessidades especiais não devem ser remunerados pela tarifa técnica.  Esses beneficiários deveriam ser custeados pela tarifa usuário – pago na própria catraca. A CPI queria que o Parecer tivesse uma “aplicação efetiva”.

Caso esse entendimento já estivesse em prática, avaliaram os deputados, o governo não teria pago valores a mais às empresas. O montante estimado era de cerca de R$ 100 milhões, referentes apenas aos anos de 2014 e 2015.

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Na conclusão da CPI, a medida implementada reduziria “os montantes atualmente repassados a título de suplementação tarifária, além de viabilizar que os valores já pagos incorretamente sejam glosados para compensar o que foi pago a maior”. O relatório ainda sugeriu uma “auditoria independente” para realizar um levantamento dos reais custos das empresas.

Nenhuma das sugestões, no entanto, foi acatada pelo governo. O relator da CPI, o deputado Raimundo Ribeiro (PPS), é um dos mais críticos aos reajustes, sobretudo por ter ajudado a elaborar o documento. “Se ele tivesse adotado as sugestões da cpi, estaria anunciando redução e não aumento de passagens”, diz o parlamentar, que chegou a ser líder do Buriti na CLDF.

Veja abaixo o documento elaborado pela CPI dos Transportes e enviado ao governo:

Elton Santos

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GuardianDF

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