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Polícia investiga o que motivou disparos do policial federal no Lago Paranoá

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As versões são diferentes em alguns momentos, mas o ponto em comum é o motivo do início da discussão, duas mulheres teriam brigado. Fran, a aniversariante, discutiu e teria agredido Val, esposa de Cláudio.

A Polícia Civil ouviu as testemunhas do assassinato de Cláudio Muller Moreira, 47 anos, cometido pelo policial federal, Ricardo Matias Rodrigues, 44 anos, na noite deste sábado (8), em um barco no Lago Paranoá. Rodrigues e mais quatro pessoas que estavam na festa no momento do crime prestaram esclarecimentos para a polícia.

Renata Andrade Silva, esposa do policial federal e promoter, viu a confusão no centro do barco e tentou apaziguar os ânimos para entender o que estava acontecendo. Neste momento, segundo a versão de Renata, Cláudio e Fábio, teriam a empurrado com muita força. Ainda de acordo com Renata, ao ver a agressão sofrida pela esposa, Ricardo sacou a arma, se identificou como policial e pediu para que os dois rapazes ficassem parados. Ordem não obedecida por Cláudio, que ao reagir levou um tiro no abdômen. Após o primeiro disparo e de ver Cláudio ferido no chão, Fábio também foi para cima do policial, que reagiu efetuando o segundo disparo.

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As outras duas testemunhas dizem não ter visto as cenas que antecederam os disparos. Elaine Alves Santos, esposa de Fábio, explicou que, de repente, escutou os tiros e reconheceu seu marido entre os feridos.

A quarta testemunha seria Françueldo Dantas de Souza, marinheiro do barco Lake Palace. O marinheiro também não viu o policial federal apontar a arma para as vítimas, mas ouviu três disparos.

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