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Transcrição no gabinete de Cristiano Araújo joga suspeita sobre HRSam

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Gravação de conversa entre dois advogados feita em 2005 reforça os indícios de que a compra do Hospital Regional de Samambaia, concretizada no governo Roriz, foi irregular. Transcrição do diálogo entre os dois defensores foi um dos itens apreendidos pela Polícia Civil no gabinete do distrital Cristiano Araújo, no âmbito da Operação Drácon

Mais de uma década se passou e um fantasma da gestão Joaquim Roriz retorna em meio à Operação Drácon. Transcrições de uma conversa apreendida por policiais civis no gabinete do distrital Cristiano Araújo (PSD) mostram detalhes de como a cúpula do Banco de Brasília (BRB) e o próprio Roriz teriam se beneficiado da compra do Hospital Nossa Senhora Aparecida, que mudou de nome para Hospital Regional de Samambaia ao passar para as mãos do GDF em 2005.

A transação custou aos cofres públicos R$ 18,3 milhões e, segundo investigação do Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o GDF pagou R$ 3,3 milhões acima do valor de avaliação da Caixa Econômica Federal. Essa diferença teria sido dividida entre integrantes do GDF e do BRB.

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A gravação, na qual é comentado como o negócio teria ocorrido, foi feita em 2005 pelo advogado Valério Gonçalves. Ele conversava com outra advogada, Leila Fernandes de Souza. Na época, Gonçalves defendia a então proprietária do hospital, Mercedes Barbiani. Leila já havia trabalhado tanto para Mercedes quanto para o BRB, mas não representava mais nenhum dos antigos clientes.

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