Médicos da máfia das próteses cobravam comissão de 15% por “serviço”

A partir dos depoimentos das vítimas e de testemunhas, que começam nesta segunda-feira (5/9), e com a análise do material apreendido, a polícia não descarta a possibilidade de haver mais pessoas envolvidas no esquema

Maria Eugênia

As vítimas dos médicos que integram a máfia das próteses começam a ser ouvidas nesta segunda-feira (5/9) pela Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco). A partir das oitivas das vítimas e testemunhas e com a análise do material, a polícia não descarta a possibilidade de haver mais médicos envolvidos, bem como funcionários de planos de saúde, já que em alguns casos procedimentos que custariam R$ 15 mil foram cobrados por até R$ 70 mil. A cada um dos médicos beneficiados no esquema, de acordo com as investigações, era garantida uma comissão de 15% por “serviço”.

Até a tarde deste sábado (3), 15 pacientes procuraram a Polícia Civil do Distrito Federal com denúncias como cobranças abusivas, cirurgias desnecessárias e erros médicos. O grupo também é acusado de tentar matar uma mulher que suspeitava das irregularidades e ameaçou denunciar.

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