Médico pede adiantamento à Máfia das Próteses para pagar dívida

Interceptações telefônicas a que o Metrópoles teve acesso mostram, com detalhes, a relação promíscua motivada apenas pelo dinheiro e que alimentava o esquema criminoso. Mais de 60 pacientes foram alvo do grupo

Outros hospitais, um número maior de médicos e novas empresas participavam do esquema criminoso alimentado pela Máfia das Próteses no Distrito Federal. Nenhum deles foi alcançado na primeira fase da operação Mister Hyde, mas já estão na mira dos investigadores. O Metrópoles teve acesso a uma das interceptações telefônicas em que um médico chega a pedir adiantamento de propina aos donos da empresa TM Medical. As gravações mostram, com detalhes, a relação promíscua motivada apenas pelo dinheiro e que alimentava uma verdadeira fábrica de cirurgias superfaturadas e desnecessárias.

A conversa gravada entre um urologista e um dos donos da TM, Micael Bezerra Alves, deixa claro como o esquema se desenrolava para lesar os planos de saúde e pacientes com o uso de órteses, próteses e materiais especiais (OPMEs), como pinos, sondas, cânulas. Os dois chegam a combinar um local para que o dinheiro fosse entregue em espécie, para não deixar rastros de movimentação bancária.

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