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Entidade aprovada para gerenciar saúde no DF foi interditada na Bahia

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Responsável pela gestão de um hospital municipal (foto) em Jacobina (BA), o Instituto Saúde e Cidadania (Isac) deixou rombo de R$ 3 milhões no município. Ministério Público pede ao Tribunal de Contas investigação sobre como foi o processo de qualificação da entidade no Distrito Federal

Enquanto o GDF tenta aprovar na Câmara Legislativa uma lei que flexibiliza a contratação de organizações sociais (OSs), as entidades já credenciadas e as que ainda aguardam autorização para poder atuar na saúde pública local têm sido alvo de sucessivas denúncias. A mais recente joga suspeitas sobre o Instituto Saúde e Cidadania (Isac), uma das cinco OSs qualificadas no Distrito Federal.

O Ministério Público de Contas do DF (MPC-DF) apresentou duas representações pedindo que o Tribunal de Contas do DF (TCDF) fiscalize o processo que qualificou o Isac. O MPC-DF suspeita que houve “irregularidades graves” em relação ao ato.

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No TCDF, as representações estão sob os cuidados do conselheiro Márcio Michel. De acordo com a assessoria do gabinete dele, os representantes da OS deverão ser convocados para depor durante o trâmite do processo.

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