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Em interrogatório da Pandora, Arruda e Paulo Octávio ficam em silêncio

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Por recomendação da defesa, os dois decidiram que falarão sobre os crimes que respondem por esquema de pagamento de propina apenas em um momento e não em todos os processos que correm na 7ª Vara Criminal. Assim como eles, os outros três réus nada falaram

A Justiça tentou interrogar, na tarde desta sexta-feira (23/9), cinco réus do processo da Caixa de Pandora que julga os acusados pelo crime decorrupção. Respondem à ação o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-vice-governador do DF Paulo Octávio, o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel, o ex-executivo do grupo PaulOOctavio Marcelo Carvalho e o empresário José Celso Gontijo.

Acompanhados dos advogados, os réus chegaram à 7ª Vara Criminal de Brasília por volta das 14h. Arruda foi o primeiro a se sentar em frente ao juiz Paulo Carmona e aos promotores. Disse que, por recomendação dos advogados, ficaria em silêncio neste momento. Ele responde a 10 ações da Pandora e só pretende esclarecer os questionamentos do juiz em um único momento.

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