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Dona de clínica de bronzeamento é suspeita de agenciar prostitutas

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Polícia acredita que Vanderli da Silva Lacerda, apontada como responsável pela clínica na 705 Sul onde uma universitária se submeteu a procedimento estético dias antes de morrer, é a mesma mulher detida em 2008, sob a acusação de manter uma casa de prostituição

Mirelle Pinheiro e Pedro Alves

A Polícia Civil acredita que a locatária do espaço onde a estudante de direito Nara Farias Preto, 20 anos, morreu após se submeter a uma sessão de bronzeamento é a mesma Vanderli da Silva Lacerda que está em liberdade provisória por envolvimento em esquemas de prostituição no Distrito Federal. A mulher de 44 anos foi detida por rufianismo (explorar a prostituição alheia) em 2008, na Operação Afrodite, coordenada pela Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco). Naquele ano, a PCDF desarticulou grupos criminosos que traziam mulheres de outros estados para fazer trabalhos sexuais em Brasília.

Segundo a Polícia Civil, Vanderli da Silva Lacerda era dona de uma casa de massagem, chamada Luxus, na 714/715 Norte, que, na realidade, funcionava como uma casa de prostituição. À época, os programas variavam entre R$ 400 e R$ 4 mil, dependendo da garota. Naquele ano, Vanderli forneceu um número de celular que é o mesmo que consta nas propagandas da clínica Belo Bronze. Embora não confirme oficialmente, investigadores ligados ao caso acreditam que se trata da mesma mulher.

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