Gênova se oferece para sediar final da Libertadores

Libertadores: Conmebol sorteará confrontos no próximo dia 14 de junho. Com melhor campanha, Atlético-MG sempre decidirá em casa. Atlético-PR terá argentinos ou brasileiros pela frente

Até o momento, o jogo segue sem data e local definidos.

GÊNOVA– A cidade de Gênova, na Itália, se ofereceu para sediar a partida decisiva da Copa Libertadores da América, entre River Plate e Boca Juniors, que foi adiada no último domingo (25).

As autoridades da cidade italiana, inclusive, já emitiram um comunicado para as diretorias dos dois clubes informando a intenção de receber o clássico. O diretor de esportes de Gênova, Stefano Anzalone, relembrou a estreita relação da cidade com a Argentina, além de ressaltar que eles conseguiram organizar nos últimos anos, sem grandes incidentes, um dos maiores clássicos da Itália, entre Genoa e Sampdoria, popularmente conhecido como “Derby della Lanterna”.

“Nossa cidade, próxima de maneira histórica, cultural e esportiva a Buenos Aires, sente vínculos muito profundos e indissolúveis com os dois prestigiados clubes fundados por nossos compatriotas emigrados da Itália na Argentina, por volta do início dos anos 1900”, escreveu Lanzalone no comunicado.

“Os eventos dolorosos que nos golpearam recentemente despertaram um profundo sentimento de comunidade e de redescobrimento das nossas raízes. Portanto, gostaria de informar a vocês [Boca e River] que nossa cidade está honrada e disposta a receber este importante e prestigioso evento da final da Copa Libertadores e o clássico da capital argentina”, acrescentou.

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A Conmebol realizará nesta terça-feira (27) uma reunião para definir a nova data para a final da Libertadores. O jornal “La Nación” aposta que a decisão será realizada no dia 8 de dezembro.

No sábado (24), o ônibus que levava os jogadores do Boca Juniors foi apedrejado pelos torcedores do River Plate, nos arredores do estádio Monumental de Núñez. Dois atletas da equipe xeneize acabaram feridos, incluindo o capitão Pablo Pérez, atingido no olho por estilhaços de uma janela.

O Boca pediu a suspensão da partida à Conmebol, alegando que o clube não havia “igualdade de condições” para a realização do jogo, tal qual fora acordado entre os presidentes dos dois clubes e da entidade. (ANSA)

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