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Campeãs olímpica enviam documento à CBV contra sistema de ranking da Superliga

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Brasília Vôlei

Oito atletas campeãs olímpicas no vôlei demonstraram insatisfação com o sistema de ranking imposto pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para a temporada 2017/2018 da Superliga Feminina.

Em um documento assinado e enviado à entidade no dia 16 de março, Thaisa, Dani Lins, Fabiana, Fernanda Garay, Jaqueline, Natália, Sheilla e Tandara, além de Gabi, do Rexona-Sesc, todas com sete pontos, a pontuação máxima, questionaram o sistema implantado pela CBV.

Os times têm um limite de pontos para a composição de seus elencos e podem ter no máximo duas jogadoras com pontuação máxima, ou seja, sete pontos. Os clubes estão livres para terem quantas jogadoras de seis a um ponto quiserem, desde que cumpram o somatório de 43 pontos no máximo.

– Estamos indignadas com a discriminação. E não tivemos resposta para essa carta de repúdio enviada à CBV. Eles simplesmente a ignoraram. Do que adianta ser jogadora de seleção, ser top de linha no seu país, se isso só te causa desvantagem e só te atrapalha? – diz Thaisa, atualmente no Eczacibasi Vitra, da Turquia.

No documento enviado à CBV, as atletas ressaltam que o ranking, que só existe no Brasil, foi criado “sob o pretexto de se criar equilíbrio na competição. Porém, nunca houve equilíbrio, basta verificar as poucas mudanças nos vencedores da Superliga nos últimos anos”. O sistema de pontos foi implantado na temporada 1992/1993, mas sofreu muitas mudanças nestes 25 anos.

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