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Exposições

Artesã destaque na Mostra de Artesanato transforma materiais descartados na natureza em arte

Brasília de Fato

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Mostra de Artesanato. Divulgação/Boulevard Shopping Brasília

A edição de fevereiro, no Boulevard Shopping Brasília, conta com a presença de Eliane Pioli, que utiliza como matéria-prima itens como sementes, escamas e couro de peixe

A escolha inusitada dos materiais é um dos pontos fortes da obra de Eliane Pioli, destaque na Mostra de Artesanato de fevereiro do Boulevard Shopping Brasília. A artesã utiliza materiais que geralmente são descartados na natureza, como sementes, escamas e couro de peixe nas coleções da Flor da Amazônia. Os itens são coletados em diferentes regiões do país e se transformam em pulseiras, brincos e colares. A Mostra Acontecerá entre os dias 22 e 24 de fevereiro, no 1º piso do shopping.

O que começou como um hobby se transformou em profissão e Eline une identidade regional e consciência ambiental para confeccionar suas peças. “As escamas de peixe passam por um processo de lavagem e secagem e as sementes passam por um tratamento natural e polimento, conferindo às peças maior qualidade e durabilidade”, destaca a artesã. A artista destaca que as sementes de açaí, paxiuba, jarina, jupati são as mais resistentes e possibilitam a criação de acessórios muito interessantes, pelas formas e cores que possuem.

Mostra de Artesanato. Divulgação/Boulevard Shopping Brasília

Mostra de Artesanato. Divulgação/Boulevard Shopping Brasília

A Mostra conta ainda com participação de outros artistas, artesãos e designers que variam a cada edição, com outras técnicas e materiais, sempre com produtos selecionados pela curadora, Renata De Sordi. O projeto é realizado pelo shopping desde 2013, sempre no último final de semana de cada mês.

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Serviço
Mostra de Artesanato
Local: 1º piso do Boulevard Shopping (Setor Terminal Norte, Conjunto J Asa Norte)
Data: 22 a 24 de fevereiro
Horário: sexta e sábado: 10h às 22h; domingo: 13h às 19h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre.

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Exposições

CASACOR Brasília 2019 inova ao oferecer área dedicada às crianças

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Espaço Semente dispõe de atividades lúdicas em ambiente impecável

Neste ano a CASACOR Brasília contará com uma área dedicada as crianças – o Espaço Semente -, onde a Aloha Festas desenvolverá programação diversificada.

A cargo dos arquitetos Raquel Beck, Sandra Russomano e Rodrigo Xavier, e em atendimento a proposta lúdica e pedagógica da Aloha Festas, o ambiente utiliza madeira e design retrô. Em configuração intimista e escala infantil, quitanda, cozinha, marcenaria e outros brinquedos estarão acessíveis aos olhos e mãozinhas curiosas dos mini visitantes.

Equipe de profissionais afinados com o universo infantil atuarão no estímulo e segurança das crianças. Os menores de 3 anos também poderão participar, desde que acompanhados por um adulto responsável.

O serviço poderá ser contratado pelo tempo de permanência que mais for conveniente para cada família, a partir de 30 minutos de permanência. Aos sábados e domingos a programação é especial, com oficinas especiais e musicalização.
 
Há 15 anos em Brasília, a Aloha Festas estimula o imaginário infantil nos diversos tipos de eventos, com o propósito de torná-los inesquecíveis aos convidados. A idealizadora da Aloha, Gabriela Leão, é fascinada pela forma que as crianças têm de se relacionar com o mundo e acredita que todo o processo de criação deve responder à pergunta: “O que nos fazia felizes quando crianças?”.

O resultado tem sido o aprimoramento constante das atividades, com a intersecção entre o antigo e o novo. As brincadeiras, em renovação contínua, respeitam a integridade física e emocional das crianças.

O aconselhamento das atividades é feito de maneira coerente com o tema do evento. As oficinas – de confeitaria, artes plásticas, slime, massinha caseira, bolhas de sabão, musicalização, ciências,  escavação de “fósseis” de dinossauros, circo, jardinagem, ecologia, brinquedos com reciclagem, etc – são desenvolvidas sempre de forma lúdica. Oferece também o serviço de brinquedoteca retrô, modulada em madeira. 
 
O atendimento aos clientes é feito de segunda à sexta pelo telefone e Whatsapp (61) 9.9248-0574, das 09h às 16h. O e-mail é o [email protected].
Instagram: @alohafestas
 
Programação especial do primeiro fim de semana da CASACOR:
Espaço Semente – Brinquedoteca Aloha
Sábado, 07/09 – das 15h às 18h (ou até completarem 50 vagas) – Oficina de Origami com Lu Tsuru (@lutsuru)
Domingo, 08/09, das 16h às 17h – mini show acústico e oficina de musicalização com Aloha e tios da música (@alohafestas e @turminhadamusica)
 
Serviço:
O que: Espaço Semente para crianças de até 12 anos de idade
Onde: CASACOR Brasília, SIG, quadra 1, número 975
Quando: 06 de setembro a 22 de outubro de 2019
Horário: Terça a sexta-feira das 15h às 22h, sábado, domingo e
feriados das 12h às 22h.
 

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Exposições

Programação especial no Planetário para o fim de semana e feriado

Brasília de Fato

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Os filmes são recomendados para faixas etárias diferentes, e a apresentação do “Arqueoastronomia Maia” é feita em uma sessão comentada.

O Planetário de Brasília estará aberto no fim de semana e no feriado (1/5) com seis sessões diárias que prometem divertir adultos e crianças. As sessões começam às 9h30 e terminam às 19h com a exibição do filme “Arqueoastronomia Maia”, uma produção mexicana que tem levado muita gente às salas de exibição de planetários em vários países do mundo.

O filme mostra em cerca de meia hora como a civilização Maia utilizava a astronomia para compreender o universo. Foi a partir dessa compreensão que eles criaram diversos tipos de calendários. A interpretação pelo mundo ocidental de um desses calendários fundamentou mais uma versão – talvez a mais difundida dos últimos anos – de que o mundo acabaria, desta vez em 2012.

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Os filmes são recomendados para faixas etárias diferentes, que vão de 4 a mais de 14 anos. A exibição do filme “Arqueoastronomia Maia” é feita em uma sessão comentada, que é guiada por monitores e os visitantes têm a oportunidade de fazer perguntas e sugerir temas para projeção na cúpula do Planetário. Os ingressos são gratuitos, mas precisam ser retirados com antecedência de pelo menos uma hora. Aos fins de semana e feriados é bom que a retirada seja feita três horas antes. As pessoas que quiserem podem levar dois quilos de alimento não perecível (menos sal).

A Bilheteria do Planetário de Brasília, responsável pela emissão de ingressos de acesso à cúpula e recolhimento de alimentos doados, funciona das 8h às 20h nos finais de semana e feriados.

Confira a programação:

9h30 – Kaluoka’Hina – Duração 40 min

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11h – Da Terra para o Universo – Duração 30 min

14h30 – Origens da Vida – SESSÃO COMENTADA – Duração 1 hora

16h – O Segredo do Foguete de Papelão – Duração 45 min

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17h30 – Fronteiras – SESSÃO COMENTADA – Duração 1 hora

19h – Arqueoastronomia Maia – SESSÃO COMENTADA

Para conferir as sinopses e faixa etária de cada filme, acesse o site do planetário

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Exposições

Fundação Athos Bulcão inaugura exposição com jovens artistas de Brasília

Brasília de Fato

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A mostra Seis Artistas reúne trabalhos de Yana Tamayo, Felipe Cavalcante, Gregório Soares, João Angelini, Leopoldo Wolf e Lucas Gehre, em diálogo com a obra do mestre

Não é apenas na arquitetura e na paisagem de Brasília que Athos Bulcão deixou sua marca. É inegável sua influência na produção de artistas da cidade, sejam aqueles que frequentavam os chás que aconteciam semanalmente em seu ateliê, sejam aqueles, mais jovens, que apenas conviveram com sua obra.

No rastro da exposição comemorativa aos 100 anos do artista, a Fundação se apropria do sensível recorte feito pelos curadores Marília Panitz e André Severo para mostra que rodou o Brasil em 2018 e apresenta, em sua AB Galeria, até o dia 1 de junho, os trabalhos de alguns desses jovens artistas, que reconhecem em sua produção a presença dos princípios artísticos propostos por Athos Bulcão.

A mostra “Seis Artistas” apresenta trabalhos de Yana Tamayo, Felipe Cavalcante, Gregório Soares, João Angelini, Leopoldo Wolf e Lucas Gehre, que trazem alguma coisa do “mestre”, numa conversa sem fim, de associações que estabelecem entre seus trabalhos e os do artista.

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Segundo Marília Panitz, “é no convívio com as obras disponíveis para a fruição que esta geração constrói a sua poética em diálogo com o artista maior da cidade nova. Essa geração, nascida no Planalto Central, parte dela espalhada pelo mundo afora, guarda certos ensinamentos fundados nas relações entre vazio e preenchimento, abertura dos traços inacabados como devem ser, sobreposições que revelam o palimpsesto, o uso da cor”.

A exposição integra a programação do projeto Atos para Preservar Athos Bulcão, que tem patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura do GDF, e prevê ações de acessibilidade e a realização de exposições, palestras, oficinas e visitas mediadas para estudantes do Ensino Fundamental da rede pública e para o público em geral, pelas obras do artista.

Para garantir a acessibilidade à exposição, a Fundação possui rampa de acesso para cadeirantes, impressão em Braille do texto curatorial e das legendas das obras e legendagem dos vídeos apresentados na galeria.


SERVIÇO
Exposição Seis Artistas
Visitação: até 1/06/2019 (sábado)
Entrada franca | Livre para todas as idades | Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábados das 10h às 17h
Fundação Athos Bulcão
CLS 404 Bloco D Loja 1, Asa Sul, Brasília – DF
Funcionamento de seg. a sex., das 9h às 19h; sáb. das 10h às 17h.

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Exposições

Exposição “Entre Cores e Utopias” Museu Vivo da Memória Candanga

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A mostra “Entre Cores e Utopias” ganha exibição no Museu Vivo da Memória Candanga de 6 de abril a 25 de maio. A exposição é advinda do livro homônimo de Renata Almendra com fotografias de Juliana Torres


São mais de trinta imagens que traçam um passeio por grafites feitos em Brasília e seus arredores. Um convite para olhar a capital do Brasil e as cidades à sua volta de uma outra forma, em uma rota que percorre espaços urbanos e arquitetônicos sob uma ótica que difere da constante ordem atribuída à cidade tombada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

“Faltando pouco para completar 60 anos de vida, Brasília tem se mostrado cada vez mais diversa, dinâmica e colorida. A cidade cresceu e seus habitantes têm proposto novas formas de apropriação e pertencimento aos seus espaços.”, conta a autora do livro Renata Almendra.

“Os grafites, assim como outros movimentos urbanos culturais existentes em Brasília, mostram uma cidade que está sendo desmistificada e ocupada de forma livre e criativa por seus moradores.”, completa a historiadora, pós-graduada em Artes Visuais, e pesquisadora do tema no Doutorado em História Cultural, em curso na Universidade de Brasília.

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Renata Almendra se uniu ao olhar de Juliana Torres para apresentar ao público registros raros, dada a efemeridade das obras de arte urbana. “É bem verdade que, a princípio, aceitei o convite da Renata com uma certa inocência, sem saber ao certo onde este projeto poderia me levar. Por um outro lado, senti também que poderia contribuir emprestando o meu olhar, não só de arquiteta e fotógrafa, mas também de cidadã, que tanto utiliza os caminhos dessa cidade. O interessante é que para a minha surpresa, este projeto possibilitou expandir ainda mais a minha visão, no sentido de perceber os diversos diálogos que os grafites realizam com a cidade. Contrastando, por exemplo, sua ousadia colorida com a monotonia modernista do concreto cinza, bem como imprimindo clamores de tempos melhores, com maior igualdade de direitos”, revela Juliana Torres, arquiteta, urbanista pela Universidade de Brasília e uma apaixonada por destinos pelo mundo. Juliana já registrou cliques em suas vivências pelo Nepal, Tailândia, Camboja, China, Indonésia, Turquia, Índia e em vários países da América.

Juntas, Renata Almendra e Juliana Torres, promovem um diálogo que pretende despertar um olhar crítico e aguçar o senso estético do público para além das galerias de arte e museus. A exposição e o livro que a originou reafirmam a importância da contemplação, do registro e da interpretação desta forma pública de arte tão típica das metrópoles urbanas da contemporaneidade.

“É interessante observar como as narrativas visuais e os discursos produzidos pelos grafites nas áreas públicas dessa jovem cidade podem dizer tanto sobre ela, seu imaginário, sua configuração territorial específica e diferente de todas as outras cidades do Brasil. Falam também sobre as formas de convivência, pertencimento, circulação e participação dos cidadãos em seus espaços. Assim, os grafites que colorem a capital acabam por recriar e imprimir significativas doses de interferência humana e artística na arquitetura planejada da cidade e em suas regiões administrativas.”, destaca Renata Almendra.

“Atualmente, o grafite em Brasília e cidades do entorno apresenta centenas de representantes, coletivos e temas, revelando uma multiplicidade de vozes que evocam poesias, protestos políticos e sociais, ideias e reflexões, desenhos e imagens que dialogam diretamente com a experiência citadina brasiliense. Além disso, as expectativas alcançadas pelos grafites atuam também na ampliação do olhar do cidadão-observador, que pode sair da sua condição de simples transeunte para tornar-se apreciador das cores e formas que a cidade nos apresenta todos os dias em nossos caminhos.”, reafirma.

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A exposição “Entre Cores e Utopias” apresenta um recorte do livro de mesmo nome, lançado em 2017, fruto da parceria de uma historiadora com uma fotógrafa apaixonadas por arte e por Brasília.

“Neste diálogo com a História de Brasília, tão presente no Museu Vivo da Memória Candanga, viemos apresentar essas cores, que tingem de novas possibilidades a utopia de uma cidade planejada.”

Convidam Renata Almendra e Juliana Torres, em uma ode aos grafites que inundam a cidade transpostos em belas fotografias.

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O livro contempla o trabalho de inúmeros grafiteiros e contou com uma distribuição gratuita de 300 exemplares para escolas públicas do DF, com foco nas regionais de ensino de Ceilândia, Guará, Taguatinga, Samambaia, Paranoá, Sobradinho e Plano Piloto. Cerca de 60 grafiteiros também receberam o livro gratuitamente. O lançamento da publicação, em abril de 2017, contou com a presença de mais de 400 pessoas e até hoje já foram vendidos centenas de exemplares.

O projeto é financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura do Distrito Federal (Secult-DF).

Exposição “Entre Cores e Utopias”

Local: Museu Vivo da Memória Candanga (Setor JKO lote D Núcleo Bandeirante)

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Abertura: 6 de abril (sábado), às 10 horas

Visitação: De 6 de abril a 25 de maio de 2019

De segunda a sábado, de 9h às 12h e de 14h às 17h

Informações: (61) 3301-3590

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre.

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Exposições

Mila Petrillo lança nova exposição e livro do projeto “Por outras lentes”

Brasília de Fato

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Exposição “Ato – teatro e dança por Mila Petrillo” entra em cartaz em 02 de abril, no Museu Nacional Honestino Guimarães, trazendo imagens marcantes das artes cênicas de Brasília

Depois do grande sucesso da exposição “Momento em Movimento”, realizada durante o 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a fotógrafa Mila Petrillo se prepara agora para o lançamento da segunda parte de seu projeto Por outras lentes: a exposição “Ato – teatro e dança por Mila Petrillo”. Em cartaz a partir de 02 de abril, na Galeria Mezanino do Museu Nacional Honestino Guimarães, a mostra conta com curadoria de Carmem Moretzsohn e expografia assinada pelo artista plástico, jornalista e escritor, Bené Fonteles, e marca também o lançamento de livro homônimo ao projeto.

Lançado em setembro do último ano, o projeto tem como objetivo recuperar e digitalizar cerca de 10 mil imagens do acervo pessoal de Mila Petrillo. A primeira exposição, com fotos de momentos marcantes do FBCB, somou-se à última edição do festival tornando a área externa do Cine Brasília um grande telão para as valiosas memórias registradas pela artista.

Desta vez são momentos e artistas dos palcos do Distrito Federal que ganham holofotes. Em “Ato – teatro e dança por Mila Petrillo”, imagens marcantes das artes cênicas ganharão vida nas paredes do Museu Nacional em diversos formatos. É uma exposição que retrata a produção cênica de Brasília do período de 1985 até o ano 2000 – espetáculos que, inevitavelmente, refletiam momentos político-sociais intensos no Brasil – pelas lentes de Mila, relembrando algumas das montagens e dos personagens marcantes para a cena de Brasília. Segundo a curadora, Carmem Moretzsohn, as fotos foram cuidadosamente selecionadas e têm como objetivo levar ao público um pouco da emoção expressada por cada artista.

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“O grande barato da Mila é ter um cuidado com a composição da luz e com o desenho da foto. Ela consegue captar o movimento muito bem. Eu quis pegar fotos que valorizassem esse talento de captar a emoção da cena. É uma emoção carne viva, sem filtro. Ela procura a expressão pura do ator/bailarino em cena para registrar e isso é um grande diferencial”, reforça.

Além da exposição, o projeto também prevê o lançamento de um livro, que acontecerá no dia 25 de abril. O livro contará com muitas das imagens recuperadas e digitalizadas pelo projeto e textos do jornalista e escritor Severino Francisco e poderá ser adquirido no lançamento.

A exposição, que conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, será aberta no dia 2 de abril, às 19h, no Museu Nacional e seguirá em cartaz até 19 de maio. A visitação será de terça a domingo, das 9h às 18h30. Pessoas com deficiência terão auxílio de intérpretes de LIBRAS e de audiodescrição.

Sobre Mila Petrillo

Mila Petrillo fotografa profissionalmente desde 1978, tendo passado pelas áreas da fotografia de cena para cinema, reprodução de obras de arte, publicidade e fotojornalismo, especialmente na área cultural e social. Em sua carreira, já realizou 32 exposições individuais, publicou três livros e participou de outros 17, além de somar diversos prêmios.

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Fotografou para o Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Folha de São Paulo, revista Veja, Isto é, Marie Claire, Vogue, Elle, Globo Rural, Revista Educação, Revista Nova Escola entre outros veículos de comunicação. Suas fotos ilustram os relatórios sociais de instituições como UNICEF, UNESCO, USAID, BID, UNFPA, BNDES, Fundação AVINA, Petrobras entre outros.

Desde 1985, Mila fotografa os povos indígenas, tendo um vínculo forte com o Comitê intertribal. Registrou momentos importantes culturais, religiosos e políticos, tais como o Quarup no Xingu, manifestações por direitos no Rio de Janeiro, Brasília e outros. Foi fotógrafa oficial e fez exposições na Aldeia Karioca durante a Rio 92 e a Rio + 20. Também fotografou os jogos indígenas na Rio +20.


Serviço
Exposição “Ato – teatro e dança por Mila Petrillo”
Quando: entre 03 de abril a 19 de maio de 2019
Onde: Galeria Mezanino – Museu Nacional Honestino Guimarães
Visitação: terça a domingo, das 9h às 18h30
Coquetel de abertura: 02 de abril, às 19h
Informações: 3325 6410

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Lançamento do Livro “Por outras lentes”
Quando: 25 de abril, às 19h
Onde: Galeria Mezanino – Museu Nacional Honestino Guimarães

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Exposições

Mostra fotográfica Re(vi)vendo Êxodos entra em cartaz esse fim de semana no Espaço Cena

Brasília de Fato

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Exposição reúne fotografias de estudantes de escolas públicas do DF

A partir de 14 de março, o Espaço Cena recebe a mostra fotográfica “Re(vi)vendo Êxodos”, projeto já conhecido de Brasília que há anos adentra escolas públicas para envolver alunos em experiências artísticas e debater temas como identidade, patrimônio e meio ambiente. As fotos dos alunos ficarão expostas até 20 de abril com visitação de segunda à sexta das 10h às 13h e das 14h às 18h e sábados das 10h às 13h. A abertura acontece no dia 14 de março, às 19h.

Com curadoria de Rayssa Coe, a mostra conta com 192 fotografias para apreciação do público e é originada a partir de investigações artísticas e sociais com estudantes de escolas públicas. Resultado de uma iniciativa criada originalmente no Centro de Ensino Médio Setor Leste e levado adiante também para o Centro Educacional do Lago Sul, o projeto contou com ações pedagógicas e de trabalhos em campo durante todo o ano letivo.

Criado em 2001, o projeto “Re(vi)vendo Êxodos” tem o propósito de trazer para os alunos da rede pública uma formação intelectual e emocional com intuito de provocar processos reflexivos nos alunos a partir do exercício da criatividade, despertando também o senso de cidadania, a capacidade crítica e, consequentemente, transformando cidadãos e tornando-os mais participativos e sensíveis.

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O projeto é coordenado por Luis Guilherme Moreira Baptista e tem como consultora de curadoria a professora e artista Marília Panitz. A visitação é gratuita e livre para todos os públicos. O projeto faz parte da #OcupaCena, ocupação continuada do Espaço Cena (205 Norte), sob o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF.


Serviço – Re(vi)vendo Êxodos
Exposição: 15 de março a 20 de abril
Horário: 10h às 13h e 14h às 18h (segunda a sexta);
10h às 13h (sábados)
Classificação: Livre

Ficha Técnica:
Curadoria das Fotografias: Rayssa Coe
Consultoria de Curadoria da Exposição: Marília Panitz
Coordenação Geral: Luis Guilherme Moreira Baptista
Escolas envolvidas: Centro de Ensino Médio Setor Leste e Centro Educacional do Lago Sul

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Exposições

Aeroporto Juscelino Kubitschek receberá exposição de designers brasilienses

Brasília de Fato

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Exposição de design no aeroporto JK

O Projeto Natal Arte unirá o espírito natalino à modernidade de Brasília

Brasília ganha mais uma ação para reforçar o título de Cidade Criativa do Design, concedido pela Unesco. Intitulado Natal Arte, o projeto conta com a participação de 40 artistas – entre arquitetos, ilustradores, artistas plásticos, desenhistas industriais e designers gráficos da capital federal.

A ideia é que, a partir de uma árvore base em aço carbono de 2,5 metros de altura, criada pelo desenhista industrial e designer Aciole Félix, os artistas façam intervenções livres, de modo a mostrar as particularidades das próprias técnicas e visões. O único parâmetro definido é o respeito ao espírito natalino. O projeto ficará em exibição de 14 a 25 de dezembro, em frente ao desembarque internacional.

Aciole Félix, idealizador do projeto. Foto: Divulgação

“O Natal Arte irá expor a cultura e o design brasiliense, neste período de festas e grande movimentação turística, para o público em geral. Ao fomentar a economia criativa e a valorização dos artistas locais, Brasília inova, mais uma vez de forma criativa, ao unir a criatividade e as comemorações natalinas.” destaca a secretária adjunta de Turismo, Caetana Franarin.

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Moradores e turistas também poderão visitar, na Feira de Artesanato da Torre de TV, uma árvore de Natal personalizada pelo designer Aciole Félix, com 5 metros de altura. “A ideia é que as bases das árvores tivessem um desenho contemporâneo, inovador, com algumas características do modernismo e da arquitetura de Brasília.”, explica Aciole Félix, designer e curador da exposição em parceria com Melissa Viana.

O projeto Natal Arte é uma parceria entre o Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB) e da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do DF.


SERVIÇO
Natal Arte
Local: Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek
Data: De 14 a 25 de dezembro.
Entrada franca
Classificação indicativa livre

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Exposições

Exposição coletiva Criadores de Brasília, no Venâncio Shopping

Brasília de Fato

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Criadores de Brasília

Obras estarão expostas no espaço Venâncio Cultural, até 30 de novembro

Linhas, curvas, geometria. Os traços que definem a Capital do país são a fonte de inspiração que faz convergir o trabalho de quatro “Criadores de Brasília” – título da exposição que vai até o dia 30 de novembro, no espaço Venâncio Cultural, na região central, e que reúne a produção dos artistas Marcelo Moreira, escultor, Cyntia Tomi, Luciana Narciso e Yasmim Passos, joalheiras da cidade.

A coletiva irá apresentar ao público cerca de 50 criações. As esculturas de Marcelo Moreira são feitas em madeira. Joias e adornos produzidos em prata, pedras brasileiras e metais preciosos, complementam a mostra.  “Brasília é a capital do design, por isso promover esse encontro, entre os criadores da cidade e a população. São trabalhos excepcionais. Conhecê-los e apreciá-los significa exaltar o talento dos nossos artistas”, comenta Ana Lúcia Rodrigues, gerente de marketing do Venâncio Shopping, e responsável pela iniciativa.

A exposição ficará em cartaz por oito dias, com visitação gratuita e censura livre. Está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 12h às 20h. As obras poderão ser adquiridas no local.

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Serviço
Exposição “Criadores de Brasília”
Até 30 de novembro de 2018
Local: Venâncio Cultural
Endereço: Venâncio Shopping – antigo Venâncio 2000
Horário de visitação: De segunda a sexta-feira, das 12h às 20h
* Visitação gratuita. Censura livre.

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Exposições

Teatro Nacional abriga exposição de grafites até 25 de novembro

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Mostra apresenta no foyer da Sala Villa-Lobos mais de 70 obras de participantes de encontro sobre esse tipo de arte urbana

Mais de 70 obras de grafiteiros podem ser vistas no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro até 25 de novembro.

A edição deste ano foi marcada por debates sobre a valorização da atividade, a criação do Comitê Permanente do Grafite e uma ação no Sol Nascente, em Ceilândia.Os trabalhos da exposição Cidade Graffitisão de participantes do Encontro de Graffiti do Distrito Federal de 2018, que reuniu artistas locais e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride), em 15 e 16 de setembro.

Nos dois dias, um grupo de grafiteiros pintou muros da região para mostrar os diversos estilos de intervenção urbana e, assim, revitalizar a cidade e interagir com a comunidade.

De 26 de novembro a 14 de dezembro, a mostra ficará itinerante por alguns pontos do DF.

Em Brasília, para valorizar o segmento, o governo instituiu a Política de Valorização do Grafite, por meio do Decreto nº 39.174, de 3 de julho de 2018.

Um dos elementos do hip-hop e parte dessa cultura e desse movimento artístico e cultural, o grafite é exposto em museus e galerias de todo o mundo.

Eleição de representantes da sociedade civil para o Comitê Permanente do Grafite

Na segunda-feira (12), sete representantes da sociedade civil foram eleitos por 68 votantes para compor o Comitê Permanente do Grafite do DF. Trata-se de um órgão colegiado, deliberativo, consultivo e fiscalizador, vinculado ao Conselho de Cultura do Distrito Federal.

Os grafiteiros eleitos foram:

  • André “Oneal”
  • Carlos “Astro”
  • Ítalo “Presi”
  • Paulo “Corujito”
  • Pedro “Mog”
  • Ramon “Phanton”
  • Thamiris “Flora”

E os suplentes:

  • Alain Oliveira da Silva
  • Lucas Ferreira Coelho
  • Mayron Martins Ricarte

 

Exposição Cidade Grafitti

Até 25 de novembro (domingo)

Das 9 às 18 horas

No foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Claudio Santoro (Setor Cultural Norte, próximo à Rodoviária do Plano Piloto)

Visitação gratuita

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES

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Exposições

Além das fotos: experiência interativa e sensorial apresenta a história do país na exposição “Capitais do Brasil”

Brasília de Fato

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Capitais do Brasil

A exposição poderá ser visitada gratuitamente no Museu Nacional da República, de 15 de novembro a 6 de janeiro. As fotografias são de Åke Borglund e Bento Viana

A colônia, o império e a república do país se unem em exposição inédita no Museu Nacional da República. Entre 15 de novembro (dia da Proclamação da República) e 6 de janeiro, o público poderá transitar pela memória nacional ao conferir fotos de Bento Viana e Åke Borglund na mostra Capitais do Brasil, que também contará com poemas e projeções.

Ela retrata as três cidades que já abrigaram a sede dos poderes do Brasil: Salvador, Rio de Janeiro e Brasília. A exposição promoverá experiências sensoriais e interativas ao público ao mostrar diferentes formas de enxergar o país e interpretá-lo.

Exposição "Capitais do Brasil" - Rio de Janeiro. Foto: Åke Borglund/Divulgação

Exposição “Capitais do Brasil” – Rio de Janeiro. Foto: Åke Borglund/Divulgação

Para isso, os curadores Berttoni Licarião e André Honor propõem uma narrativa a partir de três elementos: água (Salvador), ar (Rio de Janeiro) e terra (Brasília). “É um passeio que começa na beira do mar da Roma Negra, alça voo entre o Pão de Açúcar e o Morro Dois Irmãos e finca os pés no barro, no concreto e na amplidão da capital do amanhã dos candangos”, explica Licarião.

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A visitação será gratuita, de terça a domingo, das 9h às 18h30. O projeto contempla a visitação de estudantes das instituições de ensino da rede pública do Distrito Federal, assim como centros de ensino especial e organizações de atendimento a pessoas com deficiência.

Exposição "Capitais do Brasil" - Salvador. Foto: Åke Borglund/Divulgação

Exposição “Capitais do Brasil” – Salvador. Foto: Åke Borglund/Divulgação

Este projeto é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal e patrocinado pela Claro.


SERVIÇO
Capitais do Brasil
Local: Museu Nacional da República (Eixo Monumental), Galeria do Térreo
Visitação: 15 de novembro a 6 de janeiro
Horário: terça a domingo, das 9h às 18h30
Informações: (61) 3325-5220
Visitas escolares agendadas pelo telefone (61) 98350-1166
Site: www.capitaisdobrasil.com.br
Entrada franca
Classificação indicativa livre
Evento acessível para braile e libras

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