Festival Curta Brasília recebe a final do La Rubia Drag Race, domingo (16)

La Rubia Drag Race. Foto: Sávio Ivo

Seis drag queens da cidade vão concorrer ao título da 3ª edição do concurso, no palco do Cine Brasília. Entrada será gratuita

Após uma animada seletiva no La Rubia Café, a 3ª edição do La Rubia Drag Race chega à grande final, neste domingo (16/12). Às 20h30, seis drag queens vão se apresentar e concorrer ao título de mais deslumbrante e talentosa de Brasília, desta vez no palco principal do 7º Festival Curta Brasília, no Cine Brasília. Com o tema Diva de Cinema, os shows contarão com dublagem e interpretação musical, além de looks dignos de cerimônia do Oscar.

As candidatas são: Afrodite Starlight, Lupita FrootLoops, Cacia Labaxúrias, Léa Trekstar, Dakota Overdoze e Amy Face. A grande campeã será escolhida com base em critérios de maquiagem, figurino e performance. A avaliação ficará por conta de um time formado por cinco jurados – as drag queens Carrie Myers, Rubi Ocean e Larissa Hollywood; o maquiador e fotógrafo André Gagliardo; e a atriz e produtora de conteúdo audiovisual Simonia Queiroz.

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A vencedora levará a faixa de drag queen mais estonteante da capital, além de R$ 500,00 em consumação no La Rubia Café (válidos para coquetéis e comida) + peruca front lace + kit pop up drag (maquiagem). O acesso ao evento será gratuito, e a classificação indicativa, livre.

O La Rubia Drag Race e a ascensão das drags

O La Rubia Drag Race teve uma divertida e surpreendente estreia, em julho de 2016, com um total de sete participantes. A vencedora foi a drag queen Ledusha com Diamantes. Na 2ª edição, em setembro de 2017, o número de participantes dobrou, chegando a 14. A drag queen Ruth Venceremos foi a campeã.

Em Brasília, aumentou o interesse pelo universo das drags, com mais cursos na área, gravação de séries e documentários, blocos carnavalescos com milhares de pessoas nas ruas da capital e muito engajamento político em busca de valorização e reconhecimento – atualmente, drags do DF que atuam profissionalmente se movimentam em prol da criação de um sindicato para a categoria.

As drag queens começaram a surgir nos Estados Unidos, na década de 1950. No início, eram marginalizadas, mas aos poucos foram conquistando espaço até atingirem o auge, nos anos 80 e 90. Depois disso, não pararam mais. Dominaram os palcos, as telinhas e telonas, os eventos e até mesmo as ruas. Hoje, são também um símbolo na luta pelo respeito à diversidade.

Uma Drag (acrônimo para Dressed Resembling A Girl, que significa “vestida semelhante a uma garota”) é reconhecida pela aparência nada discreta e as habilidades artísticas e sociais. Mas não basta caprichar na maquiagem e fazer uma produção à la Hollywood. Para tornar-se memorável, uma drag queen precisa ser deslumbrante, talentosa, única. Uma drag queen não possui gênero ou orientação sexual, tanto que a final terá a presença de Amy Face, uma drag criada e interpretada por uma mulher.

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Final – 3º La Rubia Drag Race 2018
Neste domingo (16/12), às 20h30
No palco do 7º Curta Brasília, no Cine Brasília – Asa Sul, Entrequadra Sul 106/107.
Entrada gratuita. Classificação indicativa: livre.

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