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Cinema

Capitã Marvel bate recorde e arrecada US$ 455 milhões na estreia

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O longa estreado por Brie Larson somou US$ 302 milhões nos cinemas fora dos EUA, se tornando o quinto mais visto na história

A estreia da Capitã Marvel nos cinemas arrecadou US$ 455 milhões em todo o mundo e alcançou a primeira posição nos Estados Unidos, somando US$ 153 milhões.

O 21º longa do universo Marvel também bateu recorde de melhor estreia para um filme protagonizado por uma mulher, tirando a liderança de A Bela e a Fera, que arrecadou US$ 357 milhões em 2017.

O filme ainda alcançou a segunda melhor abertura de um filme de super-heróis, ficando atrás apenas de Vingadores: Guerra Infinita, com US$ 640 milhões no ano passado.

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O longa também é a segunda história original de um super-herói com a maior bilheteira da estreia, perdendo apenas para Pantera Negra, que arrecadou US$ 202 milhões em fevereiro de 2018.

Capitã Marvel, estreado por Brie Larson, somou US$ 302 milhões nos cinemas fora dos EUA, se tornando o quinto mais visto na história. Os estúdios da Marvel agora detém sete das 20 maiores estreias no cinema mundial, enquanto a Disney soma 12 longas.

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Cinema

Oscar 2020: brasileiro ‘Democracia em Vertigem’ é indicado ao Oscar de Melhor Documentário

O filme, dirigido por Petra Costa, retrata a polarização política do Brasil e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff

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A produção brasileira Democracia em Vertigem foi indicada ao Oscar 2020 na categoria Melhor Documentário.

O filme, dirigido por Petra Costa, retrata a polarização política do Brasil e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. “O projeto foi crescendo na minha cabeça. Era preciso voltar à rua, seguir o processo no Congresso, documentar o que estava se passando no País. Só que para isso tive de voltar às greves do ABC. E, filmando os acontecimentos, dei-me conta do isolamento no Planalto Central. Voltei a Juscelino (Kubitschek) e à construção de Brasília. E, nem assim, o filme me parecia completo. Veio o novo processo eleitoral, a candidatura de (Jair) Bolsonaro“, disse ela ao Estado durante o lançamento do longa-metragem, disponível na Netflix.

O filme teve sua estreia mundial em Sundance, em janeiro do ano passado, e depois disso percorreu um importante circuito de festivais. Ganhou muitos elogios.

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Em diferentes países, Petra ouviu gente lhe dizer que não havia feito um filme só sobre o Brasil, e que o filme dela captava um momento crítico da história do mundo.

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Cinema

Mostra de Cine Francófono apresenta gratuitamente filmes de diversos países até o dia até 29 de março

Brasília de Fato

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As produções da Bélgica, Madagascar, França, Burkina Faso, Suíça, Senegal, Canadá, Tunísia e Togo serão exibidas na Aliança Francesa de Brasília

O cinema francês é atualmente o mais dinâmico da Europa em termos de público, números de filmes produzidos e de receitas geradas por suas produções. Mas algumas delas não entram no circuito comercial das grandes salas de cinema. Por isso, o Festival da Francofonia apresenta a Mostra de Cine Francófono, uma oportunidade rara para ter acesso a obras que dificilmente chegam por aqui.

Entre 18 a 29 de março, o público terá a chance de conhecer um pouco mais da rica produção cinematográfica da Bélgica, Madagascar, França, Burkina Faso, Suíça, Senegal, Canadá, Tunísia e Togo.

As exibições acontecem durante o dia apenas para os alunos do Centro Interescolar de Línguas (CIL) e, durante a noite, na sala Le Corbusier na Embaixada da França sempre às 19h. A entrada é franca.

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Confira a programação completa:

SEGUNDA-FEIRA, 18 DE MARÇO, ÀS 19H
A Nossa Espera (Nos Batailles – Bélgica, França – 2018)

De Guillaume Senez
Com Romain Duris
Drama. 1h38min. A partir de 12 anos.

Sinopse
Olivier (Romain Duris) é o politizado funcionário de uma fábrica, onde volta e meia bate de frente com seus superiores para defender os colegas de trabalho. Um dia, ele é surpreendido com o súbito desaparecimento de sua esposa, Laura (Lucie Debay). Sem saber o que aconteceu nem para onde ela foi, Olivier precisa conciliar o trabalho com a criação de seus dois filhos, Elliot (Basile Grunberger) e Rose (Lena Girard Voss).

Confira o trailer (legendas em português)

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TERÇA-FEIRA, 19 DE MARÇO, ÀS 19H
Wallay (Burkina Faso, França – 2017)

De Berni Goldblat
Com Hamadoun Kassogué, Ibrahim Koma, Makan Nathan Diarra
Comedia. 1h24min. A partir de 12 anos.

Sinopse
Com 13 anos de idade, Ady (Makan Nathan Diarra) foi criado sozinho por seu pai, mas a relação entre os dois parece estar cada vez mais difícil. Decidido a fazer com que ele amadureça, o pai do garoto decide enviá-lo para Burkina Faso, localizado no outro lado do Mediterrâneo, onde ele ficará sob a supervisão do tio Amadou (Hamadoun Kassogué). Ady embarca nesta viagem pretendendo se divertir muito, mas ele logo encara sua realidade.

Confira o trailer

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QUARTA-FEIRA, 20 DE MARÇO, ÀS 19H
Le Vent tourne (Suiça, Bélgica, França – 2018)

De Bettina Oberli
Com Mélanie Thierry, Pierre Deladonchamps
Ficção. 1h26min. A partir de 12 anos.

Sinopse
Uma turbina eólica. Um jovem casal comprometido e apaixonado, coloca a sua energia para salvar a terra. Entre as árvores, no campo, Pauline (Mélanie Thierry) cuida de seus animais e leva uma vida camponesa pacata. Mas a sua tranquilidade acaba quando um engenheiro enigmático e sombrio Samuel (Nuno Lopez) para instalar uma turbina eólica para torná-los permanentemente autônomos energeticamente. Um homem que “viu o país”, ele viajou. A jovem agricultora vê o engenheiro como uma saída, um passo para mudar sua vida pessoal. Uma mulher inteligente e moderna, ansiosa por emancipar-se e deixar um pedaço de terra que conhece de cor. Essa chegada irá profundamente perturbar Pauline e pôr em perigo seu casamento com Alex (Pierre Deladonchamps) e sua relação com o mundo.

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Confira o trailer

QUINTA-FEIRA, 21 DE MARÇO, ÀS 19H
Hochelaga, Terre des âmes (Canadá – 2017)

De François Girard
Com Samuel Tremblay, Raoul Max Trujillo, Tanaya Beatty, David La Haye, André Simoneau,
Gilles Renaud e Roman Blomme.
Drama histórico. 1h40min. A partir de 14 anos.

Sinopse
Um aguaceiro tremendo atinge Montreal, e um escoadouro espetacular acontece no Estádio Percival Molson, no meio de um jogo de futebol. O estádio é evacuado, e, algumas horas depois, torna-se uma área arqueológica protegida. Séculos de história são revelados por baixo do campo. O arqueólogo Mohawk Baptiste Asigny (Samuel Tremblay) começa a investigar, e irá descobrir a multidão de gerações que ocuparam aquela terra, cada qual com seus segredos enterrados. Baptiste então se propõe a encontrar aquilo que passou toda sua carreira procurando: os vestígios do vilarejo de Hochelaga, onde seus ancestrais Iroquoian conheceram o explorador francês Jacques Cartier, em 1535. O filme explora 750 anos de história em um único lugar, onde as almas de todos os séculos e todas as culturas se juntam.

Confira o trailer

SEGUNDA-FEIRA, 25 DE MARÇO, ÀS 19H
Um Ano Polar (Une Année Polaire – França – 2017)

De Samuel Collardey
Com Anders Hvidegaard, Asser Boassen, Thomasine Jonathansen
Comédia dramática. 1h34min. Livre.

Sinopse
Morador da Dinamarca, Anders abandona o país ao aceitar uma vaga de professor na região rural da Groelândia. Assim que chega no local ele entra em desacordo com os interesses em comum da unidade comunidade local. Somente após um processo de erros engraçados e desajeitados, que Anders consegue repensar seus conceitos eurocentristas e abraçar sua nova vida coberta de neve.

Confira o trailer (legendas em inglês)

TERÇA-FEIRA, 26 DE MARÇO, ÀS 19H
1. África sobre o Sena (Afrique sur Seine – França, Senegal – 1957)

De Mamadou Sarr e Paulin Vieyra
Com Marpessa Dawn, M Bathily, AM Baye, C. Clairval, D. Dane, I. Diop, M. Leprovol, P. Letourneur, L. Malik.
Documentário. 21 min. A partir de 14 anos.

Sinopse
A África está na África, sobre as margens do Sena ou no Quartier Latin? Interrogações agridoces de uma geração de artistas e estudantes à procura de sua civilização, sua cultura e seu futuro.

2. Dona Esther (Madama Esther – Madagascar – 2013)

De Luck RAZANAJAONA
Comédia dramática. 15 min. A partir de 14 anos.

Sinopse
Dona Esther, uma empregada doméstica de cinquenta anos, foi demitida. Sua promessa de levar seu neto para ver o mar é adiada até encontrar um método para sobreviver.

3. Pequena Luz (Petite Lumière – França, Senegal – 2013)

De Alain Gomis
Com Djolof Mbengue, Assy Fall, Thierno Ndiaye Doss
Comédia dramática. 15 min. A partir de 14 anos.

Sinopse
Em Dakar, no Senegal, Fátima é uma menina de 8 anos. Abrindo e fechando a geladeira, ela se pergunta se a luz continua acesa depois que a porta fecha. Ela descobre que não. Em seguida, Fátima desce na rua, fecha os olhos, os abre de novo, os fecha novamente. As pessoas ainda existem quando seus olhos estão fechados?

4. Les Avalés du Grand Bleu (Togo, França – 2014)

De Maxime Kossivi Tchincoun
Drama. 26 min. A partir de 14 anos.

Sinopse
Na espera de notícias de um parente próximo que viajou para Europa numa piroga (canoa cavada a fogo em um tronco de árvore), a professora Koffi percebe que o pai de um dos seus alunos morreu no mar. Um filme para sensibilizar a juventude sobre os riscos da vida após sair de casa.

QUARTA-FEIRA, 27 DE MARÇO, ÀS 19H
A Amante (Inhebbek Hedi – Tunísia, Bélgica, França – 2016)

De Mohamed Ben Attia
Com Majd Mastoura, Rym Ben Messaoud, Sabah Bouzouita
Drama. 1h44min. A partir de 14 anos.

Sinopse
Na Tunísia recém-democrática, Hedi (Majd Mastoura) é um rapaz introvertido de 25 anos.. Apático e acomodado, ele permite que todos tomem decisões por ele, como sua autoritária mãe, que planeja seu casamento; seu chefe, que o faz trabalhar em datas comemorativas; e seu irmão, que sempre diz como ele deve se comportar. Mas, ao ser escalado para uma viagem de trabalho, Hedi conhece Rim (Rym Ben Messaoud), com quem inicia passional relação amorosa. Agora, durante o tempo em que os preparativos do matrimônio acontecem, Hedi é forçado a finalmente tomar uma decisão.

Confira o trailer

*Para assistir os trailers com legendas em português, siga os seguintes passos na janela de cada vídeo:

detalhes > legendas > Francês > Francês > traduzir automaticamente > Português


SERVIÇO
Festival da Francofonia – Mostra de Cine Francófono
Data: 18 a 29/03.
Hora: 19h
Local: sala Le Corbusier na Embaixada da França (Setor de Embaixadas Sul 801 – Asa Sul, Brasília).
Entrada gratuita.
Informações: https://bit.ly/2O9gZP0

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Cinema

Taguatinga se prepara para festival de curta-metragem

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Cinema de Graça

Produtores têm até o dia 31 de março para fazer inscrição na 14ª edição do evento organizado pela Secretaria de Cultura

A Secretaria de Cultura realiza, no próximo mês de agosto, a 14ª edição do Festival de Cinema de Taguatinga. O evento premia produtores de curtas-metragens (filmes com duração máxima de 30 minutos), uma categoria importante no cinema mundial. O festival tem o apoio da Secretaria, que destina verba do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) com o objetivo de descentralizar a cultura no Distrito Federal.

Serão selecionados 24 curtas-metragens para participar da mostra. Podem se candidatar cineastas de todo o país. Eles concorrerão a quatro prêmios de R$ 2 mil, cada. Além dos prêmios em dinheiro, a organização do evento vai cobrir as despesas com deslocamento, hospedagem e alimentação (café da manhã e almoço) de todos os selecionados. O júri será composto pelos organizadores oficiais do evento e, também, por meio de voto popular.

Cada concorrente poderá apresentar filmes de qualquer gênero cinematográfico, produzidos a partir de 2017, e que estejam sintonizados com os valores éticos, políticos e artísticos do festival. “O Festival de Taguatinga foi o primeiro grande evento criado após o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e já está na 14ª edição, o que mostra que as Regiões Administrativas do DF têm potencial para produzir grandes eventos e, principalmente, têm público interessado em consumir cultura. E essa é a nossa proposta: descentralizar e promover a difusão cultural em todas as regiões”, conta o secretário de Cultura, Adão Cândido.

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Passaram pelo festival cineastas dos quatro cantos do pais. Um deles é o amazonense Thiago Morais que participou no último ano. Ele se inscreveu para concorrer novamente em 2019. O produtor ressalta a importância do intercâmbio cultural que o evento promove. “Participei do 13º Festival Taguatinga de Cinema com o curta-metragem A Estranha Velha Que Enforcava Cachorros e fui selecionado. Fiquei surpreso com a organização do evento, pois o festival tem uma equipe comprometida e competente”, elogiou.

Como participar 

As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de março pelo site https://festivaltaguatinga.com.br/#. Pelo site, os concorrentes, também, podem se inscrever e acompanhar detalhes do evento que será realizado entre os dias 7 e 10 de agosto de 2019, no Complexo Cultural Teatro da Praça, em Taguatinga, no Distrito Federal.

DANIELA BRITO

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Cinema

Green Book é o melhor filme no Oscar 2019; Bohemian Rhapsody, o mais premiado

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O filme “Green Book: O Guia”, do diretor Peter Farrelly, foi escolhido como o Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2019, realizada na noite deste domingo, 24, em Los Angeles

A obra concorreu a cinco categorias, e venceu em três: além de Melhor Filme, faturou as estatuetas de Melhor Ator Coadjuvante, com Mahershala Ali, e de Melhor Roteiro Adaptado.

“Green Book: O Guia” baseia-se numa história real dos anos 1960 nos EUA, quando leis de segregação racial ainda estavam em vigor no sul do país. O celebrado pianista Don Shirley (Ali), negro, contrata o leão de chácara ítalo-americano Tony Lip (Viggo Mortensen) para ser seu motorista e segurança numa turnê pela região.

Embora tenha vencido a principal categoria do Oscar 2019, o filme não foi o mais premiado da noite. A honra coube a “Bohemian Rhapsody”, a biografia da banda britânica de rock Queen, que venceu em quatro categorias: Melhor Montagem, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhor Ator, com Rami Malek.

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Assim como “Green Book: O Guia”, “Roma” e “Pantera Negra” também conquistaram três estatuetas. O filme mexicano conquistou os prêmios de Melhor Diretor (Alfonso Cuarón), Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Fotografia. Já “Pantera Negra” foi escolhido como Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Trilha Sonora.

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Cinema

Sequência de Um Príncipe em Nova York tem data confirmada

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Os fãs já podem anotar na agenda a data de estreia da continuação: 7 de agosto de 2020

As décadas de 1980 e 1990 foram incríveis para a carreira de Eddie Murphy. O ator americano protagonizou filmes que ficaram marcados pela irreverência e o bom humor. E Um Príncipe em Nova York foi um deles.

No longa, um príncipe africano chamado Akeem tenta conhecer o mundo antes de se casar com uma candidata escolhida pelo pai. Ele decide viver essa espécie de “despedida de solteiro” em território americano. Sem spoiler, vale à pena ver e rever as aventuras de Akeem em Nova York.

A gravação da sequência da história já havia sido confirmada no início do ano. Mas agora os fãs já podem anotar na agenda a data de estreia da continuação: 7 de agosto de 2020, segundo notícia divulgada pela revista Variety.

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A publicação também revelou que as cenas estão sendo filmadas.
Há quem diga que, nessa sequência, Akeem volta à Nova York após descobrir a existência de um herdeiro nos Estados Unidos. Vamos aguardar.

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Cinema

Sai lista dos filmes indicados ao Oscar; Brasil está fora da disputa

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Oscar 2017

O prêmio é o mais conhecido da indústria cinematográfica mundial. As estatuetas serão entregues aos premiados no dia 24 de fevereiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, associação que reúne a indústria do cinema dos Estados Unidos, divulgou hoje (22) a lista dos indicados ao Oscar 2019. 

O principal destaque foi o grande número de indicações do filme mexicano Roma, de Alfonso Cuarón. A película concorre em 10 categorias, incluindo as de melhor filme, melhor diretor e melhor atriz. Em geral,as principais indicações são direcionadas a obras produzidas no país de origem do prêmio. Outra novidade de Roma é o fato do longa ter sido produzido para a Netflix, e não para o circuito tradicional das grandes telas.

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Roma conta a história de uma família na Cidade do México, capital mexicana, nos anos 1970, dando ênfase às desigualdades de gênero vividas pela protagonista, a empregada doméstica Cleo. Outro destaque foi a indicação da longa Pantera Negra para a categoria de melhor filme. Foi a primeira vez que uma obra com a temática de super-heróis chegou à disputa. A obra mostra a história do herói do mesmo nome, do universo de quadrinhos da editora Marvel, na busca pela recuperação de riquezas roubadas do reino de Wakanda.

Na briga pela categoria de melhor filme, foram indicados também Bohemian Rhapsody, história da banda inglesa Queen; Infiltrado na Klan, que conta o caso de uma operação para tentar desbaratar o grupo racista norte-americano Ku Klux Klan; A Favorita, que aborda disputas por influência no reino da Rainha Ana, no século 18, na Inlgaterra. Integram também a lista Vice, uma leitura da participação do vice-presidente Dick Cheney na gestão de George W. Bush na Presidência dos Estados Unidos (2001-2009); Nasce uma Estrela, sobre a ascensão de uma cantora; e O Guia, acerca da turnê de um músico negro pelo Sul dos Estados Unidos e sua relação com o motorista contratado.

As principais categorias contemplaram em geral essas obras. Para melhor diretor, foram indicados Spike Lee (Infiltrado na Klan), Yorgos Lathimos (A Favorita), Alfonso Cuarón (Roma), Adam McKey (Vice) e Pawel Palikowski (Guerra Fria). Dois indicados foram responsáveis por obras não faladas em língua inglesa, Cuarón e Palikowski. A lista dos que concorrer nesta categoria não inclui nenhuma mulher.

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Na disputa pela estatueta de melhor ator, foram indicados Cristian Bale (Vice), Bradley Cooper (Nasce uma Estrela), Viggo Mortensen (O Guia) e Rami Malek (Bohemian Rhapsody). Concorrer ao Oscar de melhor atriz Yalitza Aparicio (Roma), Melissa McCarthy (Poderia Me Perdoar?), Lady Gaga (Nasce uma Estrela), Olivia Colman (A Favorita) e Glenn Close (A Esposa).

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Cinema

Ganhadores do Globo de Ouro

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Confira abaixo a lista dos ganhadores nas principais categorias da 76ª edição do Globo de Ouro, premiação realizada neste domingo (6), em Beverly Hills:

= CINEMA =

Melhor filme de drama:

“Bohemian Rhapsody”

Melhor filme de comédia, ou musical:

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“Green Boook – O Guia”

Melhor ator de filme de drama:

Rami Malek, de “Bohemian Rhapsody”

Melhor atriz de filme de drama:

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Glenn Close, de “A Esposa”

Melhor ator de filme de comédia, ou musical:

Christian Bale, “Vice”

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Melhor atriz de filme de comédia, ou musical:

Olivia Colman, de “A Favorita”

Melhor ator coadjuvante em filme:

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Mahershala Ali, de “Green Book – O Guia”

Melhor atriz coadjuvante em filme:

Regina King, de “If Beale Street Could Talk”

Melhor diretor em filme:

Alfonso Cuaron, de “Roma”

Melhor roteiro:

Nick Vallelonga, Brian Currie e Peter Farrelly, “Green Book – O Guia”

Melhor filme em língua estrangeira:

“Roma” (México)

Melhor animação:

“Homem-Aranha no Aranhaverso”

= TELEVISÃO =

Melhor série de drama:

“The Americans” (FX)

Melhor ator de drama:

Richard Madden, “Bodyguard”

Melhor atriz de drama:

Sandra Oh, “Killing Eve”

Melhor série de comédia, ou musical:

“The Kominsky Method” (Netflix)

Melhor ator de série de comédia, ou musical:

Michael Douglas, “The Kominsky Method”

Melhor atriz de série de comédia, ou musical:

Rachel Brosnahan, “The Marvelous Mrs. Maisel”

Melhor série limitada, ou filme, para a TV:

“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (FX)

Melhor ator de série limitada, ou filme, para a TV:

Darren Criss, “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”

Melhor atriz de série limitada, ou filme, para a TV:

Patricia Arquette, “Escape at Dannemora”

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Cinema

No segundo filme de Ralph, o herói e Vanellope invadem a web

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Vida de princesa é dura – pelo menos a das princesas da Disney.

Na melhor cena da animação WiFi Ralph – Quebrando a Internet, que estreia nesta quinta, 3, a heroína, Vanellope, invade o parque temático em que as princesas desfrutam de um breve momento de descanso entre uma audição e outra. E o que fazem? Cantam, e sonham com seu príncipe. São ultrapassadas. O mundo é das empoderadas, como a própria Vanellope, cuja amizade com o desajeitado Ralph vive um momento de tensão e crise. Continuarão amigos?

É adiantar demais as coisas. Há cinco anos, em 2013, o mundo descobriu Detona Ralph, e com o filme um novo tipo de dupla. Detona Ralph chegou a ser definido como o Toy Story dos jogos eletrônicos. Ralph é personagem de um jogo de fliperama, mas está cansado de só se dar mal no fim das partidas. Para complicar, Ralph sente-se desprezado pelos colegas, que quase não falam com ele e o deixam fora das comemorações. Disposto a provar seu valor, resolve ir à luta em outros jogos para obter uma medalha, e dessa forma ser respeitado. No processo, ele encontra a garota. Formam a dupla. O tema é a aceitação.

No segundo filme da franquia, Quebrando a Internet, Ralph e Vanellope mergulham na interconectividade da rede a partir de um roteador Wi-Fi. Explicando melhor – o jogo da garota, o Corrida Doce, estraga e eles precisam de uma peça para consertá-lo que só existe na rede. Deixando os velhos arcades, a dupla reencontra personagens clássicos do mundo dos games, como Sonic the Hedgehog e Q-Bert, mas também sofre com os ‘lags’ dos jogos, vendedores de vírus e spams. No processo, separam-se, enfrentam e superam seus medos para que, no limite, a amizade triunfe. Algo importante ocorreu no intervalo entre os dois filmes. O roteirista Phil Johnston somou-se a Richard Moore como diretor, e ambos continuaram contando com a parceria do animador brasileiro Renato dos Anjos.

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Vieram os três para a CCXP, em dezembro. ‘Rich’ teve uma indisposição, mas participou com os parceiros do painel na São Paulo Expo. Em conversa reservada com o Estado, Johnston e Dos Anjos conversaram sobre a ambição estética do projeto. “WiFi Ralph é o blockbuster das animações. Temos cenas com 1 milhão de figurantes, o que o público talvez nem perceba, só vê a multidão de figuras e cores, mas isso deu um trabalho imenso para uma equipe enorme de animadores”, revelou o brasileiro. Em 2016, quando Quebrando a Internet já estava em (adiantado) processo de realização, estreou outra animação de Rich Moore, codirigida por Byron Howard e também escrita por Johnston, Zootopia – Esta Cidade É o Bicho. Em um mundo futurista povoado por mamíferos antropomórficos, uma coelha da zona rural tenta realizar o sonho de se tornar a primeira oficial coelho no departamento de polícia de Zootopia.

A cidade é uma loucura de cor e delírio cenográfico e, com certeza, essa visão do futuro distópico influenciou a realização de Wifi Ralph. “Absolutely. Zootopia estabeleceu um padrão de diversidade e ousadia visual que nos permitiu ir mais longe. Aliás, a história da animação é uma evolução constante. Na Disney, na Pixar, no Ghibly (o estúdio do genial animador japonês Hayao Miyazaki) são criados programas que permitem avançar cada vez mais no detalhamento dos personagens e do espaço”, diz Johnston. O repórter lembra uma fala de James Cameron, quando esteve em São Paulo para promover Avatar, anos atrás. “O futuro já chegou ao cinema e hoje a situação se inverteu. Já temos tecnologia para criar não importa o quê. Se existe algum limite é a nossa imaginação de criadores – roteiristas e diretores. Instrumental, nós temos. Só precisamos imaginar, e fazer.”

Johnston revela que houve uma preocupação toda especial em não idealizar a web.

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“Nossa trama destaca aspectos positivos e negativos da internet. Cabe ao público identificar uns e outros. Sem ser necessariamente didático, o filme se presta a que pais dialoguem com seus filhos sobre o assunto, nesse momento em que a internet já está consolidada na vida cotidiana das pessoas.” E Dos Anjos. “Visitamos muitos websites para acumular a maior quantidade possível de informações, e depois fomos selecionando o que nos interessava. A internet foi criada a partir de camadas, e reproduzimos o conceito no filme, trabalhando com o acúmulo de cores e texturas.”

Toda a força à imaginação, mas o filme não seria tão bom, no original, sem as vozes de John C. Reilly e Sarah Silverman, que criam Ralph e Vanellope. “Eles dão a WiFi Ralph mais do que suas vozes. Acrescentam uma qualidade particular de dinamismo e emoção que nos permite acreditar nessas figuras, que jamais se tornam enfadonhas”, define Johnston.

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No seu painel na CCXP, Rich Moore destacou que, nesse mundo de mulheres poderosas, a ideia era conceder uma espécie de upgrade a Vanellope, criando mentoras para ela.

“Ralph é como um irmão mais velho, protetor, que representa de onde ela vem, mas agora é tempo de Vanellope descobrir seu potencial. E o filme a coloca numa encruzilhada. Shank e as princesas representam aquilo que ela poderá ser.” Se as princesas continuam atreladas a seus príncipes, Shank é aquilo que se chama de ‘bad-ass’ em versão feminina. Cheia de confiança, intimidadora, a mulher que tem atitudes extremas e não espera que homem nenhum venha resolver a parada para ela (embora tenhas seus ‘auxiliares’). Quem mais poderia ser Shank senão ela, Gal Gadot? “É a nossa Mulher-Maravilha, mas Vanellope vai aprender que existe uma terceira via, e é a do companheirismo, da amizade.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Cinema

Projeto cinematográfico Janela 55 estreia na capital federal

Brasília de Fato

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Projeto Janela 55. Foto: Divulgação

Artistas de Brasília lançam canal independente no Cine Cultura Liberty Mall no dia 11 de dezembro. Entrada franca

Uma boa ideia na cabeça, equipe reunida, luz, câmera, ação! Há exatamente um ano, artistas da capital federal resolveram se juntar para fazer cinema de qualidade. E sem receber nada em troca. Motivados pela paixão pela sétima arte, pela fotografia, pela arte de atuar, cerca de 20 profissionais da cidade provam que é possível unir força e talento. Resultado: A equipe gravou sete curtas-metragens que dão origem ao projeto Janela 55, uma proposta para exibição de conteúdos próprios e de terceiros que irá, ainda, ser lançada na internet.

Antes de ir para as telinhas do computador, o canal tipicamente brasiliense será lançado na próxima terça-feira, 11 de dezembro, às 20h30, no Cine Cultura Liberty Mall (SCN QD 2). A entrada é franca. Os filmes não são recomendados para menores de 16 anos.

Projeto Janela 55. Foto: Divulgação

Projeto Janela 55. Foto: Divulgação

Idealizado pelo ator e produtor cultural brasiliense Paulo Ribeiro, o Janela 55 abriu portas para vários artistas da capital que ainda sofrem com a falta de oportunidades no mercado cinematográfico. Nomes conhecidos e outros menos conhecidos compõem o projeto que agrega aqueles que querem trabalhar e fomentar a cena cultural de Brasília. “Janela surgiu desta minha vontade de me expressar como ator sem ter que esperar alguém dizer quando. Então, eu pensei: Vou juntar uma galera boa do cinema. E conseguimos. Muitas pessoas excelentes compraram o projeto que, mesmo sem retorno imediato, pretende se firmar e compensar a todos”, diz Paulo Ribeiro.

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E o nome faz jus ao projeto. Janela é abertura e o número 55 é o DDD do Brasil. Ou seja, um portal de Brasília que pretende mostrar ao país e ao mundo que a sétima arte pulsa na capital.

“E está sendo uma honra lançar estes filmes, com entrada gratuita, para o público de Brasília conferir em primeira mão o nosso canal. São todos curtas independentes que foram feitos com muito amor, garra e, com certeza, com qualidade, já que a equipe comprou a ideia”, destaca Ribeiro.

Janela 55 conta com o apoio da Tao Luz e Movimento.

Janela aberta

A sessão de estreia do Janela 55 irá mostrar os sete primeiros curtas-metragens do canal. Todos foram produzidos entre novembro de 2017 e novembro de 2018. Os filmes são Sala e Lavabo, de Guilherme Lima; Aconteceu no Teatro, dirigido por Carlos Del Pino; Off Life, de André Carvalheira; Sushi, por Rafael Morbeck; Brasilha, de Rafael Morbeck; Urubus, de Santiago Dellape e Sérgio Sartório, e Recall, por Luciana Martuchelli. Prova de qualidade, Brasilha, de Morbeck, ganhou os prêmios de melhor curtíssimo nacional pelo júri popular e melhor curtíssimo do Distrito Federal pelo júri oficial no Lobo Fest 2018.

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Dentre os atores que participam do Janela, Alice Stefânia, Valéria Rocha, Chico Santana, Ricardo Pipo, Rosana Viegas, André Deca, Lino Ribeiro, Lorena Vilela, Alexandre Lino, Clara Camarano, Cibele Amaral, Beta Rangel e o idealizador Paulo Ribeiro compõem a equipe e estarão presentes no lançamento.

Sinopses

Sala e Lavabo

Ribeiro está ansioso acompanhando o jogo do seu time que está perdendo. A esposa, vaidosa, está preocupada com assuntos diversos. A conversa é só desencontro. Ele não tem o menor interesse pelas preocupações dela. No entanto, um evento inesperado altera o impasse na vida do casal.

Cena da produção “Sala e Lavabo”. Foto: Divulgação

Aconteceu no Teatro

Um casal quebra a monótona rotina chegando a um teatro para assistir a uma peça experimental. Ideia da esposa, que anda inventando sair da caixa ultimamente. Mas o experimental dá lugar ao inusitado, quando o espetáculo está prestes a iniciar.

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Off Life

Atrasado como sempre, Alfredo sai de casa apressado para trabalhar e se despede de sua esposa que, distraída com o celular, sequer responde. Último a chegar à sala de reuniões, ninguém responde ao seu cumprimento. A comunicação é impossível e Alfredo se impacienta com a indiferença dos colegas. A situação da aparente incapacidade de Alfredo de se comunicar, no entanto, vai num crescendo tão grande que a situação se torna tensa, embora divertida. Será que Alfredo passou dessa para uma melhor?

Sushi

O marido está feliz porque convenceu a esposa a experimentar comida japonesa. Mas ela, na verdade, não se sentiu convencida, mas chantageada. A coisa vai indo mais ou menos bem até chegar na hora do wassabi…

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Brasilha

Recém-chegado em Brasília, fulano estranha os espaços amplos e sossegados de Brasília e busca estreitar laços com os pedestres.

Urubus

Três guerrilheiros políticos esperam por um quarto, que ficou de trazer uma encomenda para que possam resgatar o líder do grupo, que está preso. Enquanto esperam, conversam sobre cinema e explosivos. A chegada da encomenda, porém, bagunça as expectativas do bando.

Recall

Em algum lugar no futuro, um casal chega a uma loja para devolver uma criança, que apresenta alguns “problemas” de fábrica.


Serviço
Lançamento do canal brasiliense Janela 55
Data: 11 de dezembro (terça-feira)
Local: Cine Cultural do Liberty Mall (SCN QD 2)
Horário: 20h30
Entrada gratuita
Não recomendado para menores de 16 anos
Informações: 3328-8915

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Cinema

Mostra “Novo Cinema Dominicano” é a atração da semana no Cine Brasília

Brasília de Fato

Publicado

em

Cinema Dominicano

III Edição da mostra exibe filmes recentes e  premiados da República Dominicana

Em sua terceira edição, a Mostra Novo Cinema Dominicano, uma realização da Embaixada da República Dominicana no Brasil e da Direção Geral do Cinema Dominicano, se consolida no calendário de festivais da cidade que apresentam recorte da produção cinematográfica contemporânea. De 6 a 8 de dezembro, no Cine Brasília, o brasiliense terá oportunidade de ver, em primeira mão no Brasil, uma seleção de filmes recentes e premiados, alguns deles constando na lista dos melhores de todos os tempos no país.

A seleção deste ano inclui cinco títulos, entre ficções e documentários curtas e longas-metragens, produzidos a partir de 2013: os longas  Sambá (2013), sucesso de público e crítica na República Dominicana, Amanhã não esquece e Cangote, indicado ao Oscar. E ainda os curtas Sinal Vermelho e Ato de Rebeldia.

A mostra tem sessão de estreia na quinta-feira, dia 06, às 19h, com o premiado Sambá (2017), de Israel Cárdenas e Laura Amelia Guzmán. Na trama, Cisco volta para a República Dominicana após ter cumprido uma pena injusta em uma prisão norte-americana. Sua mãe alcoólatra apresenta um quadro de saúde delicado e a única forma de conseguir dinheiro é lutando no ringue de boxe.

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Cinema dominicano

A produção cinematográfica da República Dominicana foi intensificada a partir de 2000, com a criação de mecanismos de incentivo. Hoje, é um dos instrumentos mais férteis de divulgação do país e importante veículo de construção da identidade cultural do povo dominicano.

O cinema da ilha – que integra o arquipélago das Grandes Antilhas, no Caribe -, é caracterizado por ser independente e tratar com frequência de temas sociais. Embora o país tenha pouco mais 48.400 quilômetros quadrados e 10 milhões de habitantes, o ambiente cinematográfico conta com oito grandes festivais. São eventos como o Cine Global Dominicano, a Mostra Internacional de Cine de Santo Domingo, o Festival Internacional de Cine de Fine Arts e o Festival Internacional de Cine Independente de Santiago.

Programação

06/12 (Quinta-Feira) – Abertura

19h – Sambá
Cisco volta para a República Dominicana após ter cumprido uma pena injusta em uma prisão norte-americana. Sua mãe alcoólatra apresenta um quadro de saúde delicado e a única forma de conseguir dinheiro é lutando no ringue de boxe.
Diretor: Israel Cárdenas e Laura Amelia Guzmán
Duração: 1h27 minutos
Ano: 2017
Legendas em português

07/12 (Sexta-Feira)

20h30 – Ato de Rebeldia / Acto de Rebeldía
Dirigido por Isabella Bretón, o curta foi baseado no poema de Gabriela Ortega e produzido por Nicole Coiscou. Ato de Rebeldia é um projeto audiovisual sobre o empoderamento das mulheres perante as pequenas agressões vivenciadas diariamente e as quais acabam sendo superadas por elas por meio de pequenos atos de rebeldia.
O curta-metragem conta com a presença de atores e influenciadores locais, entre eles: June Gómez, Marcos Mañon, Cynthia Guzmán, Lo Blanquito, Nicole Lockward, Natalia Azar, Lauren Bowcutt, Paloma de la Cruz, Lola Lora, Paloma Richiez, Pamel Mancebo, Carlos Durán, Sergio Echenique, Marina Frías, JJ Sánchez, y Kat Montes.
Diretor: Isabella Bretón
Duração: 9’47”
Ano: 2017

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Amanhã não esquece / Mañana no te olvides
Um adolescente com Síndrome de Down e seu avô diagnosticado com a doença de Alzheimer acabam fortalecendo sua relação, permitindo-lhes fugir das hostilidades diárias e sair em busca da felicidade.
Quando sua esposa falece, Roberto se vê morando com seu neto Jan, o que origina a aproximação mútua e o descobrimento de muitas coisas em comum, como os sonhos que desejam realizar e que juntos conseguiram torna-los realidade.
Diretor: José Enrique “Pinky” Pintor
Duração: 1h50 minutos
Ano: 2017
Legendas em português

08/12 (Sábado)

20h30 – Sinal Vermelho/ Luz Roja

O curta-metragem apresenta a realidade dos meninos de rua.
Diretor: Lucas Estrella
Duração: 9’52”
Ano: 2013

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Cangote / Cocote

Alberto é um jardineiro evangélico que retorna ao seu povoado natal para assistir ao enterro de seu pai, quem foi assassinado por um importante homem da região. Para se despedir do morto, terá que participar de cultos religiosos diferentes de suas crenças e vontade.
Diretor: Nelson Carlo de Los Santos Arias
Duração: 1h46 minutos
Ano: 2017
Legendas em português


SERVIÇO
III Mostra Novo Cinema Dominicano
Data:
 06 de dezembro a 08 de dezembro
Local: Cine Brasília (EQS 106/107)
Horários: ver programação
ENTRADA FRANCA

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