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‘O Rico e Lázaro’ aposta em megaprodução que mistura religião e história de amor

Brasília de Fato

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O Rico e Lázaro

A Record TV foi buscar em mais uma parábola bíblica o fio condutor de sua nova novela, que estreia amanhã. “O Rico e Lázaro”, que substitui “A Terra Prometida”, é uma passagem do livro sagrado dos cristãos em que Jesus fala aos seus discípulos. Na trama escrita por Paula Richard, tudo começa em 600 a.C., aproximadamente, quando dois homens morrem no mesmo dia. Um vai para o paraíso e o outro para o inferno. A partir do segundo capítulo, o tom religioso se funde às histórias de amor e disputas por reinos.

— Ninguém nasce predestinado a ir para o céu ou para o inferno. São as escolhas que cada um fará ao longo da vida que determinarão o que acontece com eles após a morte — argumenta a autora.

Com os capítulos nas mãos, o diretor Edgar Miranda afirma que o desafio da trama é não deixar o lado fictício ser mais forte que o bíblico.

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— Eu não queria de maneira alguma fugir desse contexto. Para isso, contei com a ajuda de historiadores e teólogos — conta ele, acrescentando: — Os cenários são 100% virtuais, todos em 3D. Estou muito feliz e impressionado com o resultado.

Como figuras centrais, Igor Rickli (Zac) e Dudu Azevedo (Asher) disputam o amor de Joana (Milena Toscano). Assim como ela, os dois são hebreus. Eles nasceram com as mesmas oportunidades, mas conduzem a vida de maneiras diferentes.

— Assim que acabaram as gravações de “A Terra Prometida”, me chamaram para um teste, e eu não sabia qual seria o personagem. Após uma semana, recebi a notícia de que interpretaria Zac. Estou em completo contato com o papel — avisa Rickli.

Responsável por viver as emoções da mocinha, Milena Toscano conta que sua fé passou por uma transformação após mergulhar fundo na vida da sua heroína.

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— Joana é uma mulher guerreira e com fé inabalável. Com certeza, tem me ensinado demais sobre esse assunto. Ela lutará muito pelo amor, porque acredita que ninguém pode mudar o que Deus escreveu. Acontece que vai passar por algumas provações. Mas com sua crença não há obstáculo intransponível — pontua.

Elenco de “O Rico e Lázaro” na festa de lançamento. Foto: Reprodução/Instagram

Do outro lado da história está o imperador Nabucodonosor (Heitor Martinez). Após o governo de vários reis que se afastaram de Deus, a cidade de Jerusalém se encontra mergulhada na idolatria. O povo de Israel está prestes a perder tudo que Moisés e Josué conquistaram, e a Babilônia impõe sua força sobre toda a região da Mesopotâmia. Depois de derrotar os egípcios, o soberano perverso assume o trono, invade Jerusalém, destrói o Templo de Salomão e escraviza milhares de hebreus. A partir daí, começa o cativeiro da Babilônia, que se estenderá por 70 anos. Dessa forma, as vidas de Zac, Joana, Asher, do rei e de mais 93 personagens se entrelaçam.

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— Nabucodonosor exige dois tipos de preparações: a parte física, por conta das cenas de batalha que são difíceis e arriscadas, e a de estudo do contexto. Vi muitos filmes e documentários para poder construir bem esse personagem histórico — explica Martinez.

Agência O Globo

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