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Celebridades

Marido de Deborah Secco torce por parceria com a atriz na TV

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Quem usou a internet na década de 90 se lembra da abordagem nos bate-papos: “Oi! Quer teclar?”. Agora, a frase dá nome à peça encenada por Hugo Moura, Josie Pessoa e grande elenco, que tem sua última apresentação às 21h de hoje, no Teatro dos Quatro, na Gávea. Em tempos em que uma troca de likes dá sinais de interesse, o intérprete de Victor, marido de Deborah Secco na vida real, afirma que sua aproximação com a amada foi à moda antiga.

— Fomos apresentados por uma amiga. Eu a chamo de cupida. Mas também não sei se Deborah não foi olhar minhas redes sociais antes de tudo (risos)— diverte-se ele, que é a favor do contato pessoal: — O que importa é a conversa, o toque…

Pelo jeito, a química entre o casal funcionou. E para o baiano de 26 anos, a fama de Deborah não intimidou:

— Seria impossível eu dizer que não admirava quem ela era. Deborah dedicou a vida inteira ao trabalho e é reconhecida por isso. Mas quando ela não está trabalhando, é uma mulher comum, que hoje cuida da filha, cozinha algo para mim.. A ideia de celebridade não é construída pela gente.

O fruto desta parceria é a fofa Maria Flor, de 1 ano e três meses, que volta e meia surge na web em vídeos e fotos com paparicos dos papais.

— Eu não conheço nenhuma mãe ou pai que olhe para seu filho e não ache a coisa mais linda do mundo. O que a gente faz não é uma superexposição. Pelo contrário: é uma puxada para o chão. Desde cedo, tentamos conscientizá-la de que ela não é mais nem menos do que ninguém. Passamos pelos mesmos problemas que qualquer família — frisa o ator.

Empolgados com a vida a três, eles devem aumentar a conta. Mas, para Hugo, o processo exige paciência:

— A gente tem que planejar este segundo bebê. Vai ser com cuidado. Deborah está fazendo um filme, precisa do corpo para trabalhar… E eu estou ansioso para continuar a interpretar também. Torço para que um dia a gente contracene em algum trabalho.

O feito, se depender de Deborah, também vai se concretizar. A atriz é uma das maiores incentivadoras da carreira do marido. Só a peça a atriz prestigiou seis vezes.

— Converso com ele sobre sermos melhor do que somos, sobre querer fazer uma coisa e estar por inteiro, se dedicando verdadeiramente ao personagem — destaca ela, que orientou a fazer cursos e a se jogar na carreira.

Determinado, o ator deixa para trás a carreira na Engenharia, curso de graduação que concluiu em Salvador, e diz querer aprender mais com a loura e fixar os pés na interpretação.

— Se Deus quiser, não volto para a Engenharia — brinca ele, que reforça: — Com o aprendizado da interpretação, Deborah é minha mentora. Qualquer dúvida que eu tenha na vida, ela é a primeira para quem vou perguntar. Tem coisas que só ela pode me dizer.

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