Confira as respostas para as cinco principais dúvidas sobre auxílio emergencial

Veja algumas respostas a perguntas comuns sobre o cadastro no programa

De acordo com o governo federal, há cerca de 17 milhões de pedidos de auxilio emergencial de R$ 600 represados. Esses cadastros são so considerados inconclusivos por incoerências nos dados e requerimentos do auxílio. 

Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, divulgou que uma parceria com os Correios ajudará as pessoas que estão tendo dificuldade para fazer o cadastro no sistema da Caixa e se candidatar ao auxílio.

Veja algumas respostas a perguntas comuns. 

Como sacar o auxílio emergencial?

Para sacar o auxílio emergencial basta ir ao próprio banco, caso você tenha o CadÚnico e já tinha conta em banco. 

Já as pessoas que não tinham conta e tiveram que abrir  podem ir a Caixa ou as lotéricas. Neste caso, não é necessário gerar um código antes do saque. 

Para evitar aglomerações o saque foi liberado de forma escalonada, seguindo o mês de aniversário do beneficiário.

Como transferir o auxílio emergencial?

Pelos proximos 90 dias, o aplicativo Caixa Tem permitirá três transferências gratuitas para outros bancos a cada mês. O aplicativo também oferece a possibilidade de pagamento de boletos e contas de água, luz, telefone etc e pode ser baixado pelo Google Play ou pela App Store.

O usuário também pode consultar saldo e extrato, fazer pagamentos e transferências de até R$ 600 por transação e até mil reais por dia.

Como refazer o auxílio emergencial?

Cerca de 13,5 milhões de informais precisarão refazer o cadastro. Essa é a estimativa dos pedidos que foram negados ou estão em análise e que poderão ser refeitos.

Os motivos para refazer os cadastro podem ser marcação como chefe de família sem indicação de nenhum membro; falta de inserção da informação de sexo; preenchimento incorreto de dados de membros da família; divergência de cadastramento entre integrantes da mesma família; e inclusão de alguma pessoa que já morreu.

Se a análise do pedido é inconclusiva, o candidato também pode solicitar novamente para corrigir dados informados anteriormente.

Se o resultado for “benefício não aprovado”, o interessado poderá contestar o motivo da não aprovação ou realizar nova solicitação.

Como contestar o auxílio emergencial?

Caso o pedido tenha sido negado o informal pode solicitar uma reanálise do aplicativo do banco, o Caixa Tem. A plataforma foi atualizada para receber as solicitações.

Os inscritos no CadÚnico também podem fazer novo cadastramento. Segundo a Caixa, os processos em análise estão sendo atualizados com as respostas sobre a liberação ou não do dinheiro, após passagem pelo crivo da Dataprev.

Quem tem direito a receber o auxílio emergencial?

Trabalhadores por conta própria sem vínculo de emprego formal, ou seja, sem carteira assinada.

Ter mais de 18 anos e ter o nome no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania.

Ter renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda mensal familiar de até três salários (R$ 3.135). O auxílio será pago a até duas pessoas da mesma família.

Trabalhadores intermitentes, ou seja, aqueles que prestam serviço por horas, dias ou meses para mais de um empregador.

Neste último caso, o trabalhador deve estar inscrito no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) da Previdência Social, seguindo os critérios de renda acima.

Não receber outro tipo de benefício do governo, exceto Bolsa Família.

Mulheres chefes de família, pais soliteiros e mães adolescentes podem ganhar duas cotas do benefício, chegando a R$ 1.200. Para fazer jus ao auxílio financeiro emergencial, eles também precisam de seguir os critérios de renda.

Microempreendedores individuais (MEI). Para receber o auxílio é preciso atender o critério da renda estabelecido no projeto, além de estar inscrito na Previdência Social como contribuinte individual.

Demais trabalhadores informais que não estão inscritos no cadastros do governo e não contribuem para a Previdência Social (Vendedores ambulantes, diaristas, manicures, cabeleireiros e outras ocupações). Neste caso, será preciso fazer uma autodeclaração junto à Caixa Econômica Federal por meio de aplicativo Auxílio Emergencial, com versão para Android e Iphone. 

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